segunda-feira, 13 de março de 2017

Morreu como? De “selfie”

  

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Morreu como? De "selfie"

 mar 11, 2017  Márcio Costa  ArtigosDestaqueRevista Agenda Espírita Brasil  0


O ser humano sempre gostou de ser fotografado e de fotografar, tanto que desde eras remotas retratos eram feitos a fim de materializar em desenhos alguns líderes, pessoas, emoções, natureza e momentos marcantes.

E por isso, por conta desta busca do ser humano em imortalizar alguns momentos, que a invenção da fotografia sempre esteve na pauta dos homens nas mais diferentes épocas da humanidade.

Narra a História que um físico francês chamado Joseph Nicéphore Niépce em 1826, século XIX e pouco antes da codificação espírita, após anos de pesquisa conseguiu desenvolver a fotografia da forma como a conhecemos atualmente. Desde então, só evolução para as fotos até atingirmos ao formato digital e a possibilidade de, enfim, modificarmos, sem cirurgias plásticas, mas via photoshop, alguns pontos que nos desagradam.

Hoje, muito mais do que ontem as fotografias ganharam um status enorme. Muito mais do que ser ou ter é preciso "parecer". Parecer feliz, parecer bem casado, parecer sem rugas, parecer uma pessoa bem resolvida.

E para o "parecer" nada melhor do que as fotografias, porquanto "eternizam" uma coisa que parece, mas nem sempre é, ou seja, retrata o externo que, diga-se, pode ou não ser uma representação da realidade ou mera fantasia.

E nesta sociedade de "parecer" é que nos últimos anos uma nova modalidade de "morte" foi inaugurada.

Morte por selfie

Trata-se das mortes por selfie. No ano de 2014 até 2016 foram mais de 120 mortes por selfie. Na maioria dos casos o desencarne ocorreu porque o indivíduo despencou de locais muito altos em busca de um ângulo favorável para a selfie. O raciocínio é bem simples: quanto mais ousada a foto mais seguidores nas redes sociais se consegue, quanto mais seguidores, mais "likes" ou, como queiram, curtidas.

Vive-se, portanto, tempos em que a corrida pela fama, pelo reconhecimento e pelo "parecer" são tão ou mais importantes que a própria existência, haja vista que muita gente expõe-se e coloca sua vida em risco para ter seu nome conhecido nas redes sociais.

Como explicar um fenômeno assim?

Seria uma pane no instinto de conservação que, segundo o espiritismo é fundamental para evitar um desencarne precoce?

Ou, então, o secundário tomou o lugar do fundamental, ou seja, o "parecer" vem sendo mais procurado do que o ser?

A indagação sobre a pane no instinto de conservação não procede, pois somos adaptados de "fábrica" para que busquemos permanecer o maior tempo encarnados, a fim de cumprir com nossa programação reencarnatória.

A tese de que o secundário, por uma série de fatores, tomou o lugar do primordial é a mais indicada. Esquecemos de que somos Espíritos em trânsito por este mundo e não meras fotografias. Mas o narcisismo ganhou espaço e com ele os seus desdobramentos.

Narcisismo.

Segundo consta da mitologia grega, Narciso, filho do deus rio-Cefiso e da ninfa Liríope era rapaz de singular beleza. No dia de seu nascimento, o adivinho Tirésias vaticinou que teria vida longa, porém, que jamais contemplasse a própria beleza.

Certa vez, ao observar seu reflexo nas águas de um lago apaixonou-se pela sua imagem. Embevecido, ficou a observá-la até consumir-se. No lugar onde morreu Narciso nasceu uma flor e deram à ela seu nome.

A lenda de Narciso encerra grande mensagem. Utiliza-se o termo narcisismo para o indivíduo que têm interesse fora do comum por si mesmo.

Prima-se única e exclusivamente pela beleza física, pelo corpo escultural, pela paixão exacerbada por si mesmo.

Prima-se pelo secundário que, salientamos, também é importante, mas não é fundamental.

Quem se apaixona pelo corpo, pela fama e arrisca sua vida para ter alguns aplausos esqueceu-se do espírito, todavia, quem ama o espírito,  jamais esquece-se de seu corpo.

Muitos matam-se literalmente com essas selfies porque valorizam apenas aquele exato instante. O objetivo – conquistarem seguidores, aplausos, elogios.

Conheci um rapaz que era apaixonado por si mesmo, julgava-se imbatível na beleza física e frequentemente fazia essas selfies esquisitas. Sua cabeça estava apenas em malhação, academia, aparência…

Jamais cogitara em beneficiar seu intelecto com a leitura de um livro, tampouco em expandir laços de afeto dedicando-se a trabalhos voluntários, pensava apenas em ser mais bonito hoje do que fora ontem para clicar e postar em redes sociais.

Certo dia, um acidente veio lhe tirar o que em sua opinião tinha de mais precioso. Infelizmente, no acidente o amigo ficara deformado, por mais intervenções cirúrgicas que lhe fizeram nem sua potente máquina daria mais jeito.  Sua aparência, então, que tanto amava, nunca mais seria a mesma.

O amigo amargou tempos difíceis, estava sentindo-se órfão, vazio, sem chão, tudo que mais apreciava tinha se esvaído, entregou-se a depressão e por pouco não atentou contra a própria vida.

Contudo, teve que "cair na real" e a custo da dor refazer e modernizar sua maneira de pensar, assim, começou a  dedicar-se mais à valores imortais, modificou-se, melhorou, fez tratamento de beleza para a alma.

Hoje, valoriza mais o interior do que o exterior,  a arrogância de outrora, a competição que empreendia com os colegas para saber quem era o mais belo, as fotos em lugares estranhos e perigosos deu lugar a humildade. Tornou-se assim, mais jovial, simpático, alegre…

Tudo a favor do esporte, dos exercícios e da beleza física, além, é claro as"selfies". Nada contra imortalizar momentos em fotografias com o objetivo de guardar e um dia recordar os momentos felizes.

Porém, colocar a vida em risco é atentar contra o que temos de fundamental nesta existência: a oportunidade de vivermos bem, de evoluirmos em direção a Deus e avançarmos na escala espiritual.

Um dia teremos que entregar nossa máquina física ao Criador, portanto, melhor faremos se dedicarmos também tempo à atividades que falem à alma.

Leitura de páginas edificantes.

Dedicar-se à família e amigos.

Participar de trabalhos voluntários.

Meditar em torno de virtudes e limitações.

Evitar riscos desnecessários por conta de aplausos e seguidores.

Assim, preferindo os valores reais e imorredouros,  jamais nos afogaremos por contemplar as águas turvas do egocentrismo ou despencaremos do alto de um narcisismo que poderá, sim, transportar-nos para o mundo dos Espíritos antes do tempo.

Pensemos nisto.

Wellington Balbo





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Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural
+55-71-9155-0556/8800-7713
e-mail/Gtalk :trajanomanoel@gmail.com
Twitter: http://twitter.com/manoeltrajano
Site: http://stv-engenharia.blogspot.com
Currículo Lattes:http://lattes.cnpq.br/8895443035893319 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Parceria

Olá Manoel!
Meu nome é Aline e trabalho para Lindas Frases de Amor, um website que cria imagens com frases e mensagens, sobre variados assuntos.
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Aline - Lindas Frases de Amor

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz 2017 / ao vivo dá Mansão do Caminho

QUERIDOS AMIGOS, TRANSMISSÃO AO VIVO PELO FACEBOOK DA MANSÃO DO CAMINHO EM REVÉILLON DA MANSÃO DO CAMINHO COM NOSSO AMOROSO DIVALDO 
HORÁRIO: A PARTIR DAS 22h
ENDEREÇO DO FACEBOOK DA MANSÃO DO CAMINHO

Mvp Mansao Do Caminho Mansao Do Caminho 



FELIZ 2017 COM MUITO AMOR!!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

PARTICIPE DO SEMINÁRIO PSICOLOGIA E ESPIRITUALIDADE: Facilitadores: Divaldo Franco, Roberto Crema e Kaká Werá. Dia 04 de fevereiro de 2017



 

 

PARTICIPE DO SEMINÁRIO PSICOLOGIA E ESPIRITUALIDADE: Facilitadores: Divaldo Franco, Roberto Crema e Kaká Werá. Dia 04 de fevereiro de 2017 no Fiesta Convention Center.

Mais informações aqui: http://feeb.org.br/seminario-psicologia-e-espiritualidade


A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, texto


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Exaltando O Livro dos Médiuns(Vianna de Carvalho/Divaldo P.Franco)

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "ubira.costa" <ubira.costa@uol.com.br>
Data: 25 de dez de 2016 09:42
Assunto: Exaltando O Livro dos Médiuns(Vianna de Carvalho/Divaldo P.Franco)
Para:
Cc:

 


Assunto: Exaltando O Livro dos Médiuns(Vianna de Carvalho/Divaldo P.Franco)
 


Fonte:www.oespiritismo.com.br

Exaltando o Livro dos Médiuns
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 3 de janeiro de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.

Allan Kardec, o missionário da Era Nova, havia anunciado na Revista Espírita de 1861, que entre os dias 05 a 10 de janeiro do novo ano, seria apresentado ao conhecimento público O Livro dos Médiuns, pelos editores Srs. Didier & Cia, o que viria concretizar-se, logo depois, no dia 15.



A obra monumental era aguardada com grande curiosidade e interesse, porquanto já vinha sendo anunciada desde algum tempo.



Em razão do êxito retumbante da publicação de O Livro dos Espíritos, quatro anos antes, o ilustre mestre preocupava-se com a complexidade da fenomenologia mediúnica, os seus desafios, as diferentes expressões da mediunidade, a interferência dos Espíritos frívolos e obsessores nas práticas espíritas e, para minimizar ou evitar as consequências, podendo ser algumas desastrosas, ele publicara anteriormente uma Instrução Prática, oferecendo um guia de segurança para as experimentações. Especialmente cuidava de oferecer um roteiro esclarecedor que servisse de segura diretriz de conduta s experimentais para os médiuns.



Esgotando-se com grande rapidez, o nobre codificador reconheceu que uma nova edição da obra iria exigir um trabalho cuidadoso de aprimoramento e de lapidação, sendo necessária uma ampliação de conteúdos com novas observações resultantes dos estudos a que se afervorava, havendo conseguido fazê-lo na que estava sendo apresentada.



Teve o zelo de retirar algumas informações que já se encontravam em O Livro dos Espíritos, especializando o vocabulário e aprofundando as questões pertinentes aos médiuns, àqueles que se dedicam às experimentações e à imensa gama de fenômenos por ele observados.



Convencido da seriedade do Espiritismo, e depois da ampla divulgação da sua filosofia, tornava-se indispensável a contribuição de um tratado de alta magnitude com caráter científico para prevenir os incautos e bem conduzir os pesquisadores sérios.



Iniciando o notável livro pelas noções preliminares(*),depois da bem-cuidada introdução, recorreu às qualidades de educador para apresentar com lógica a palpitante questão "há Espíritos?", e, através de uma análise bem realizada, demonstrar filosoficamente a existência da alma e a de Deus, conseqüência uma da outra, constituindo a base de todo o edifício, que é a própria Doutrina Espírita.



Bem se lhe entende essa preocupação, porquanto somente será possível a crença nos Espíritos e nas suas comunicações, acreditando-se nesses fundamentos essenciais, sem os quais nenhuma técnica ou demonstração poderá conduzir o observador à aceitação da fenomenologia probante da imortalidade.



A seguir, o sábio investigador que foi Kardec, penetrou o bisturi das suas análises nas questões do maravilhoso e do sobrenatural, demonstrando de maneira racional que para produzirem os movimentos e ruídos, o erguimento das mesas, por exemplo, os Espíritos necessitaram de instrumentos que lhes fornecessem os recursos para a sua execução, que são os médiuns. Dessa maneira, tornam-se fenômenos naturais, nada havendo, portanto, que se deva considerar como de natureza miraculosa, violentando as leis nat urais.



De imediato, propôs os recursos, o método exigido na condição de ciência e de filosofia que é o Espiritismo, para que pudesse submeter-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode, como nenhuma outra ciência, ser aprendido a brincar.



Desnecessário informar-se que O Livro dos Médiuns tem os seus fundamentos em O Livro dos Espíritos, sendo, portanto, um desdobramento muito bem-elaborado de questões que são apresentadas em síntese e que se tornaram inevitáveis para mais graves elucubrações, o que então é cuidadosamente tratado na obra magistral.



A questão pertinente aos médiuns e aos experimentadores é fundamental, a fim de que ambos se equipem com os recursos valiosos para a boa condução dos fenômenos.



Prevenir, orientar e oferecer segurança aos incautos, assim como aos estudiosos sérios do Espiritismo, sempre foi a preocupação de Allan Kardec, por entender a grandiosidade da Doutrina que tem a ver com todos os ramos do conhecimento humano.



Dedicando grande parte à avaliação e às reflexões em torno das manifestações espíritas, classificou-as de físicas e inteligentes, detendo-se na sua imensa variedade, apresentando capítulos especiais referentes a cada uma delas, como nunca dantes se houvera feito.



Preocupado com o charlatanismo e a mistificação muito comuns entre as criaturas humanas, advertiu os leitores para terem cuidado com os médiuns interesseiros e desonestos, abordando os temas da suspensão e perda da mediunidade, que invariavelmente chocam os seus portadores e os seus acompanhantes...



Por outro lado, analisou os perigos da prática mediúnica irresponsável, demonstrando que os períodos de curiosidade e de frivolidade estavam ultrapassados, havendo dado lugar à gravidade das revelações, confirmando a existência, a sobrevivência e a individualidade dos denominados mortos que retornam ou permanecem em contínuas comunicações com os chamados vivos.



Buscando libertar os curiosos do hábito de considerar os Espíritos e os seus fenômenos como prodigiosos, esclareceu quais as perguntas que aos primeiros se podem fazer, evitando que a irresponsabilidade e os interesses mesquinhos, em atraindo seres equivalentes, ensejem as mistificações e as perturbações a que dão lugar, quando não vigem a seriedade moral nem a elevação espiritual.



Percuciente pesquisador, honestamente declarou que o livro não era de sua lavra intelectual e que, ao colocar os nomes de alguns Espíritos nos textos publicados, tinha por meta assinalar-lhes a responsabilidade, mas que, embora essa ausência em outras páginas, quase todas eram de autoria dos mesmos, havendo sido o seu, o trabalho de selecionar as mensagens, de compará-las, de confrontar as ideias e os preceitos em busca da universalidade dos ensinos.



Os seus estudos resultavam da leitura do imenso volume de páginas que lhe eram enviadas de diferentes pontos da Europa, assim como das Américas, demonstrando não haver qualquer forma de contato entre os médiuns, o que lhes impedia a fraude...



Preocupou-se também em demonstrar a influência do meio, de igual maneira a influência do médium, cuidando das evocações, assim como das contradições.



Igualmente apresentou as considerações cabíveis nos estudos da mediunidade nos animais e nas crianças, libertando os curiosos das superstições em torno dos primeiros e apresentando os cuidados que se devem ter em relação aos fenômenos produzidos na infância, quando as suas reservas morais não são suficientes para o discernimento nem a conduta exigida pela faculdade correta.



Foi, no entanto, na análise em torno da saúde física, emocional e mental, que aprofundou as investigações no extraordinário capítulo da obsessão, conhecida em todos os períodos da História da Humanidade e confundida com a loucura e outros distúrbios de natureza psíquica e degenerativa.



Pensando na criação de novas células espíritas, publicou o Regulamento da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas como um modelo que poderia ser adotado ou adaptado pelos novos Núcleos de acordo com os objetivos programados.



É compreensível que toda doutrina nova sofra o descalabro dos seus profitentes, em particular dos presunçosos que se consideram superiores aos demais e buscam sempre ser originais... Kardec demonstrou que o Espiritismo não corre esse perigo, por ser doutrina dos Espíritos elevados que, sempre vigilantes, cuidarão de escoimá-lo das interpretações falsas ou interesseiras, assim como de quaisquer apêndices que os astutos lhe desejem aplicar.



Também informou que os Espíritos são as almas dos homens que habitam a Terra, não lhes concedendo dons ou atributos adivinhatórios nem celestiais, esclarecendo que cada qual, após a morte, continua o mesmo, conduzindo os valores que o assinalavam antes do decesso tumular.



Selecionando diversas comunicações espirituais no tema sobre dissertações espíritas, apresentou aquelas que são autênticas e aqueloutras que não resistem a uma análise profunda, demonstrando a falsidade de algumas delas através da comparação entre o que produziram os escritores quando encarnados e o pobre conteúdo de que então se revestiam...



Teve o zelo de propor as condições exigíveis para uma reunião mediúnica séria, na qual se podem obter comunicações valiosas em razão do caráter moral dos seus membros.



Por fim, para facilitar o entendimento da linguagem dos Espíritos, assim como alguns dos verbetes por ele utilizados, colocou, na etapa final, um vocabulário espírita cuidadoso e oportuno.



Em trinta e dois capítulos enriquecidos de sabedoria, O Livro dos Médiuns é o mais completo tratado de estudos sobre a paranormalidade humana, jamais ultrapassado, e tão atual hoje como naquele já distante e memorável dia 15 de janeiro de 1861, quando foi apresentado em Paris.







Guia seguro e eficiente para o conhecimento da prática espírita e sua aplicação diária, é obra para ser estudada com seriedade e cada vez mais atualizada, relacionando-a com O Livro dos Espíritos, que a precedeu e é o alicerce vigoroso do Espiritismo.



Por ocasião da celebração do seu sesquicentenário de publicação, saudamos esse grandioso brado de alerta e de orientação dos Benfeitores da Humanidade, de que Allan Kardec fez-se o apóstolo, inscrevendo-o entre as obras marcantes e mais valiosas da cultura terrestre.







(*) As frases e palavras em itálico são da autoria de Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, ed. Feb.







Vianna de Carvalho



Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 3 de janeiro de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.



Em 03.05.2011.
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