domingo, 21 de abril de 2019

15 ANOS

É com muita felicidade que neste dia 23 de Abril próximo celebramos nossos 15 anos de criação do Grupo IRMÃOS DE LUZ.

Desde sua origem no Yahoo Grupos surgido a partir de um grupo de estudo na Liberdade com amigos espíritas, entre eles minha saudosa amiga Rose Costa que nos deixou na tragédia coletiva de Mar Grande recentemente. Neste caminho também de forma trágica e anos antes o grande amigo Robson nos deixava num acidente automobilístico. 

O mundo mudou rápido, vieram após sua origem via e-mail de Grupo de Transmissão e ativo ainda o Orkut, o Facebook, o Twitter, o Instagram e o Whatsapp para aumentar e diversificar nossa família espiritualista, sem fanatismo, com debates, compartilhamentos,encaminhamentos,

Famílias de grupo de perfis individuais diferentes, com gostos de inserção de mensagens e leituras distintas mas com o mesmo propósito: se melhorar, tolerar,crescer, pacificar e instruir em nome do amor nas suas diversas formas, sem polêmicas que estimulem a desunião, promovendo movimentos ante discriminação, xenofobia, racismo,misoginia entre outras formas de diminuição do ser humano e sua inserção no meio ambiente desta maravilhosa Justiça Divina.

Bem, sem maiores delongas, obrigado a Deus e a cada membro,associado,seguidor,parceiro,irmão,ser humano,vida que confia e valoriza esse espaço.

Parabéns a cada um de vocês.

Manoel Trajano
Fundador,Adminsitrador,,e Colaborador do Grupo IRMÃOS DE LUZ.

--

Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural

domingo, 10 de dezembro de 2017

SEMINÁRIO "ANGUSTIA E ANSIEDADE" na S.E. FELICIDADE


Prezados,

Boa noite!

Para conhecimento.

Sds,



--

Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural
+55-71-9155-0556/8800-7713
e-mail/Gtalk :trajanomanoel@gmail.com
Twitter: http://twitter.com/manoeltrajano
Site: http://stv-engenharia.blogspot.com
Currículo Lattes:http://lattes.cnpq.br/8895443035893319 



--

Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural
+55-71-9155-0556/8800-7713
e-mail/Gtalk :trajanomanoel@gmail.com
Twitter: http://twitter.com/manoeltrajano
Site: http://stv-engenharia.blogspot.com
Currículo Lattes:http://lattes.cnpq.br/8895443035893319 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Você conhece o KARDEC ▶︎ Play?


 
A obra de Allan Kardec em vídeo.
Visualizar como página web

Você já conheceu o novo

KARDEC Play?

O KARDEC Play é um canal online com dezenas de filmes com explicações sobre a vida, o pensamento e todas as obras de Allan Kardec. 

É uma ferramenta para quem necessita ou deseja compreender o pensamento e a ciência espírita tal como foi projetada e trabalhada por Kardec. 

Conheça os benefícios diretos do KARDEC Play:

  • Mensalidade baixa;
  • Dezenas de vídeos sobre Espiritismo;
  • Lançamentos mensais de novos vídeos;
  • Explicação das obras de Allan Kardec;
  • O Livro dos Espíritos: explicação sequencial dos itens;
  • Temas da Filosofia relacionados com a Filosofia Espírita;
Quero Conhecer Já! Clique Aqui →

Assista ao vídeo do KARDEC Play e conheça mais esta plataforma de estudos que não para de crescer.

 
Para saber mais e ficar por dentro das novidades siga e compartilhe o KARDEC ▶︎ Play nas redes sociais:
 
 

O KARDEC ▶︎Play é um projeto do IDEAK e tem sua renda totalmente revertida para a divulgação mundial do pensamento e obras de Allan Kardec.

Enviado por Nobiltà Empreendimentos Educacionais Ltda.

R. Barão do Rio Branco, 63 - Sala 1702 - CEP: 80.010-180 - Centro - Curitiba - PR - Brasil - E-mail: contato@nobilta.com.br CNPJ 15.595.442/0001-03

Se deseja não receber mais mensagens como esta, descadastre-se.


domingo, 21 de maio de 2017

Divaldo, 90 anos de uma vida dedicada à causa humanitária


 


Assunto: Divaldo, 90 anos de uma vida dedicada à causa humanitária
 

www.oconsolador.com.br
Brasil
por Paulo Salerno

Ano 11 - N° 517 - 21 de Maio de 2017

Divaldo, 90 anos de uma vida dedicada à causa humanitária

No período de 29 de abril a 5 de maio de 2017, experimentamos uma jornada iluminativa e altamente gratificante, testemunhando quanto o amor é profícuo, tenaz e repa-rador. O cenário foi Salvador, a primeira Capital do Brasil, mais es-pecificamente o Centro Espírita Caminho da Redenção e a Mansão do Caminho, uma verdadeira col-meia fornecedora do amor incondi-cional.  

A Doutrina Espírita e Allan Kardec - No sába-do, 29, tivemos a felicidade de escu-tar Suely Caldas Schubert falar so-bre a Doutrina Es-pírita, o Consola-

dor prometido por Jesus, sobre os primeiros momen-tos de investiga-ção do professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, a confirmação de sua missão, o método científico empregado, a inteligência e a capacidade de discernimento do mestre lionês, um missionário de primeira grandeza. Suely destacou a proposta transformadora no campo moral, espiritual e ético, pavimen-tando a estrada para que os homens possam desenvolver a mansuetude e a paz íntima. Em sendo o Espírito de natureza divina, ele traz dentro de si o Reino de Deus e na consciência a Lei Divina. Imortal, marcha para o estado de perfectibilidade, estagi-ando de quando em quando no mun-do físico, de caráter transitório, adquirindo méritos para si e partici-pando do aperfeiçoamento dos or-bes.

O Perdão - Em 2 de maio Divaldo Franco foi homenageado pela Diretoria do Centro Espírita Caminho da Redenção, que lhe outorgou uma medalha comemorativa pelo trans-curso de seu 90º aniversário. Na humildade que lhe é característica, Divaldo reconheceu não ser possui-dor de méritos para justificar a hon-raria, pois que o trabalho na seara de Jesus não é individual, mas coletivo, construído na solidarie-dade, na fraternidade, desenvolven-do o amor apoiando-se no Espiritis-mo. Recebeu a homenagem como um estímulo para seguir no trabalho que abraçou em nome de Jesus.

O Semeador de Estrelas, comparti-lhando e propagando a necessidade de o homem desenvolver o perdão como mecanismo de libertação, nar-rou a saga de Simon Wiesenthal (1908-2005) sobrevivente de cam-pos de concentração durante a Se-gunda Guerra Mundial. Com base no livro The Sunflower, de Simon Wiesenthal, Divaldo discorreu sobre o encontro dele, ainda prisioneiro dos alemães, com um moribundo soldado arrependido que suplicava ser perdoado por um judeu, reco-nhecendo os inúmeros atos de aniquilamento de judeus. Depois de ouvir o pedido de perdão Wiesenthal saiu sem responder, ou perdoar-lhe. Buscando uma resposta para a sua angústia, o caçador de nazista per-gunta: Você perdoaria?

E você, leitor, perdoaria? Jesus trou-xe a mais desafiadora proposta filo-sófica: o amor. Jesus é o símbolo perfeito do amor, é ímpar, unindo os lobos aos cordeiros. O amor reve-lado e exercido por Jesus jamais ha-via sido cogitado e menos, ainda, praticado. Ensinou o Mestre: "Um pensamento vos dou. Que vos ameis uns aos outros, como vos amei". Quem conhece o Espiritismo tem o dever de ser gentil, simpático, per-doando e se perdoando, amando sempre, adotando atitudes saudá-veis, ainda hoje, para ter saúde in-tegral.  

A Transição Planetária – O assédio - Suely Caldas Schubert, em 3 de maio, dando seu teste-munho de fidelidade e amor à Doutrina Espírita e aos seus seme-lhantes, voluntariou-se para refle-xionar sobre assédio espiritual orga-nizado aos cristãos.  A motivação para o encontro foi a informação apresentada por Divaldo Franco du-rante o workshop "Consciência e Liberdade", ministrado por ele  no dia 30 de abril de 2017.

Em linhas gerais, a informação apresentada trata do seguinte: Em 4 de abril de 2016, Espíritos muito infelizes e inimigos do bem se acercaram de Divaldo, assinalando o início de uma guerra contra a espe-rança e aqueles que se dizem servidores do Cristo. Esses servi-dores, disseram, terão que demons-trar persistência e dedicação ao tra-balho no bem. Estarão, daquela data em diante, testando os cristãos na aplicação, em si mesmos, das lições que ministram aos outros. Estare-mos, reprisam eles, em batalha; gostaríamos de vê-los chorar, deba-terem-se na vida, testando-vos to-dos os dias.

A Terra, ainda de Provas e de Expia-ção, abriga os homens em pertur-bação espiritual, muitos com parcos recursos morais, mas em processo da grande transição. Há, natural-mente, uma seleção onde estão sen-do assinalados os com propensão ao bem e os que se devotam ao mal. Essa seleção se dá através do teste-munho que cada um possa apre-sentar. Via de regra, os indivíduos se deixam impregnar pelos fatos ne-gativos, auxiliando, muitos sem saber, para o estabelecimento de formas-pensamento negativas gera-doras e mantenedoras de situações perversas, produzindo sofrimento.

Vencer as próprias limitações, esfor-çando-se para se tornar uma cria-tura melhor, é tarefa que requer determinação na busca do equilíbrio espiritual, no desenvolvimento do amor, tomando Jesus como modelo e guia. Embora cientes de que a situação negativa instalada nos dias atuais, com perspectiva de se esten-derem por mais tempo, cabe aos servidores do Mestre Galileu manter o bom ânimo e a esperança, orando vigorosamente. A vivência no bem, na caridade, na fraternidade, contri-bui para lidar com as situações afli-tivas com mais facilidade, lembran-do sempre que o bem prepondera. É importante que os espíritas ofere-çam a sua parcela, a sua cota de contribuiç&ati lde;o, dando testemunho do amor crístico, unindo esforços pelo bem comum, a felicidade, tornando-se exemplo, somando esforços em favor de um planeta melhor, mais harmônico e pacífico. 

Entrevista, homenagens e grati-dão - Quando alguém se levanta, a humanidade se levanta com ele. (Divaldo Franco)

O repórter José Raimundo, da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, entre-vistou o médium, professor, huma-nista e pacifista Divaldo Franco na tarde do dia 4 de maio. O entre-vistado disse que se sente revita-lizado pelo Espiritismo que lhe pre-enche a vida com tanta beleza. Sente-se rejuvenescido e estimulado em viver e divulgar os postulados cristãos. O Espiritismo lhe propicia grandes alegrias, sentindo-se impe-lido a fazer mais, estendendo as suas mãos para acolher e despertar para a vida aos que se lhe acercam. Expressou, também, sua profunda gratidão às companhias espirituais que o visitam, confiante de que Jesus, como prometeu, não deixará ninguém órfão. Entre outras coloca-ções, Diva ldo, sempre otimista, dis-se que Jesus vela pelos seus irmãos e que as provações de agora, embora duras, serão dissipadas na medida em que o homem se renove moralmente, salientando a expres-são há muito cunhada por ele: Quando alguém se levanta, a humanidade se levanta com ele.

À noite, no Centro Espírita Caminho da Redenção, comemorando os 90 anos de Divaldo, a Livraria Espírita Alvorada Editora – LEAL – tendo à frente Piedade Bueno Teixeira, ho-menageou o aniversariante com a entrega do Best Seller do catálogo da LEAL, o livro Vida Feliz, em edi-ção especial e artística encaderna-ção. Foram impressos 25.000 exem-plares do Vida Feliz, com tradução para 12 idiomas. Na oportunidade foi lançado o Catálogo da Editora LEAL composto por quase 300 títulos publicados, com mais de 10 milhões de exemplares vendidos. Nele se podem pesquisar as obras que foram vertidas para 17 idiomas, divul--gando a Doutrina Espírita para 70 países nos 5 continentes.

Divaldo Franco, generoso e abnega-do, dirigindo-se ao público disse que ninguém consegue viver sem estí-mulo, incentivo e auxílio para dar continuidade às tarefas que lhe são inerentes. As homenagens, trans-fere-as para a Doutrina Espírita. Ao aceitar as manifestações de carinho e ternura, agradece ao Espiritismo por tirá-lo do anonimato, surpreen-dendo-se pelo número e alcance das atividades que exerceu, nunca ima-ginadas.

Enumerando um rol de abnegados e amorosos companheiros de jornada, de ambos os sexos, Divaldo frisou que para se obter sucesso na obra e na empresa divina é fundamental e imprescindível o concurso de mui-tos, e estes não lhe faltaram, mes-mo nas horas mais difíceis de sua existência. Inúmeros corações gene-rosos, dos dois planos da vida, se mantêm fiéis a Jesus, auxiliando e amparando-o em seus empreendi-mentos e na divulgação do Espiritis-mo, facilitando-lhe a jornada.

Humanista e pacifista, o ínclito Se-meador de Estrelas enalteceu as amizades que lhe dão um sentido à vida e que não foram em vão e sem propósitos, pois que delas necessi-tava, tanto quando necessita. Jesus é o amigo de todas as horas. É necessário abandonar tudo para segui-lo, não há necessidade de fugir do mundo, mas viver no mundo de tal forma que se possa utilizar os instrumentos do mundo sem ser mundano.

Os milênios se sucedem. Jesus ofe-receu e continua a oferecer suporte para que seus servos aprendam a viver. Seus mensageiros, de tempos em tempos, visitam os homens na Terra para instruí-los, conduzi-los pelo exemplo, suavizando a cami-nhada, ensinando-os a amar. Os benfeitores são extremamente preo-cupados com os seus tutelados, co-mo é o caso de Joanna de Ângelis, que tomou a si, há 110 anos, os cuidados para com Divaldo Franco. Esta é a hora de sermos melhores, e fazermos com o coração o que devemos fazer. Finalizando, exter-nou sua gratidão aos que o auxi-liaram nesses 90 anos de existência física. Em breve retornará ao mundo dos Espíritos, para logo em seguida preparar-se para o retorno ao plano físico.  

Aniversário na Mansão com as crianças e jovens - O esperado dia 5 de maio de 2017 finalmente chegou. As crianças e jovens das unidades de ensino da Mansão do Caminho, sob a segura direção de Clese Cerqueira, responsável pela área de ensino da Mansão do Cami-nho, se reuniram no Centro Espírita Caminho da Redenção para home-nagear e comemorar o 90º aniver-sário de Divaldo Franco. Estavam presentes as crianças e os jovens da Creche A Manjedoura; do Jardim Esperança; da Escola Infantil Alvora-da Nova; da Escola de 1º Grau Jesus Cristo; e do Centro Socioassistencial Integrado Ana Franco, tota lizando 3.100 alunos em educação integral.

Organizados e disciplinados, todos os presentes viviam as emoções de uma comemoração. Com a cobertura da Rede Bahia de Televisão, Clese se expressou, emocionada, em no-me de seus alunos e dedicados pro-fessores e auxiliares. Sentia-se mui-to feliz pela oportunidade de home-nagear e parabenizar o idealizador e construtor desse magnífico cenário atual, educando crianças e jovens para se tornarem cidadãos de bem, responsáveis e honrados.

Com votos de felicidades e muitos anos de vida digna e profícua, foi entregue ao aniversariante uma pla-ca de agradecimento e reconhe-cimento pelo excelente trabalho prestado à infância e a juventude. Assim, Divaldo Franco, aos 90 anos, observa os frutos de seu sonho de contribuir para a dignificação do ser humano, educando, desde o berço o cidadão do futuro, construindo um mundo melhor, mais fraterno e pacífico. 

Aniversário na Mansão com os amigos - À noite, os amigos de Divaldo Franco se reuniram no Ginásio de Esportes da Mansão do Caminho para homenageá-lo, para-benizando-o pelo seu 90º ani-versário. Foram mais de mil pessoas que carinhosamente reverenciaram o pacifista nascido em Feira de San-tana (BA) no recuado 5 de maio de 1927.

Em ambiente festivo e solene, as homenagens foram-se sucedendo. Após as apresentações artísticas es-meradas, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um Selo Personalizado, comemorativo dos 90 anos de Divaldo Franco. O Selo Personalizado é uma impor-tante peça filatélica comemorativa. Na ocasião foram enaltecidas as vir-tudes e ações empreendidas pelo homenageado, cuja vida foi dedi-cada à causa humanitária.

Episódios da vida do mensageiro da paz Divaldo Franco foram teatra-lizados, retratando passagens mar-cantes da vida do médium e conferencista espírita, inclusive com depoimentos evidenciando fatos que marcaram a história do homena-geado, um homem dotado de fibra inquebrantável, dedicado e incansá-vel servidor do Cristo.

Ao expressar-se, Divaldo narrou uma das histórias de Selma Lagerlöf (1858-1940), escritora sueca, ven-cedora do Prêmio Nobel de Litera-tura de 1909, traduzindo, assim, as emoções que experimentava na-quele momento especial. Com sua própria percepção e emotividade, Divaldo discorreu sobre a Lenda da Dívida de Gratidão, estampada no Livro das Lendas. A lenda se refere a um encontro psíquico com seu avô desencarnado Peter Lagerlöf, narra-da por ocasião em que Selma rece-beu o Prêmio Nobel de Literatura em 1909, em Estocolmo.

Com a narrativa, Divaldo Franco de-sejou salientar que seria insuficiente qualquer palavra para agradecer a paciência, a tolerância, as horas abençoadas que fruiu junto aos ami-gos e companheiros, sempre muito laboriosos. Como de hábito, Divaldo transferiu as homenagens a Jesus e a Allan Kardec, a Nilson de Souza Pereira e às almas gentis que lhe deram uma nova oportunidade, guardando para si a ternura, o cari-nho e a confiança que depositaram nele.

Professor habilidoso, Divaldo Franco frisou que o maior milagre da vida é o amor. Reconhecido e agradecido aos bons e belos momentos de labor no bem, que lhe permitiram tornar-se melhor ante a dor do próximo, o Paulo de Tarso dos dias atuais agradeceu pela paz e pela espe-rança, pelo ar e pela água, e aos que tornaram sua existência mais suave e alegre. O momento festivo ainda contou com a entrega de mais uma placa comemorativa ofertada pelos seus filhos adotivos, funcio-nários e auxiliares da Mansão do Caminho. Efusivamente os amigos o aplaudiram, desejando-lhe felici-dades e muitos anos de vida. Parabéns querido irmão!
 

Nota do Autor: 

As fotos que ilustram a reportagem são de Jorge Moehlecke.


 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

domingo, 23 de abril de 2017

13 ANOS!

Prevenção do Suicídio - Por André Trigueiro | FOREBLU 2014

ANIVERSÁRIO DO GRUPO

Hoje nosso grupo completa 13 anos, iniciado no Yahoo Grupos com passagens pelo Orkut, Facebook e Twitter. Agradeço a Deus pela inspiração e contribuir para troca de mensagens edificantes e amorosas com públicos na maioria completamente diferentes ao longo dessa caminhada. E vamos em frente. Obrigado pela confiança da maioria que não me conhece e não se conhece pessoalmente mas faz deste espaço uma modesta realidade. Abraço a todos e fiquem com Deus!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Morreu como? De “selfie”

  

http://www.agendaespiritabrasil.com.br/2017/03/11/morreu-como-de-selfie/

 

Morreu como? De "selfie"

 mar 11, 2017  Márcio Costa  Artigos, Destaque, Revista Agenda Espírita Brasil  0


O ser humano sempre gostou de ser fotografado e de fotografar, tanto que desde eras remotas retratos eram feitos a fim de materializar em desenhos alguns líderes, pessoas, emoções, natureza e momentos marcantes.

E por isso, por conta desta busca do ser humano em imortalizar alguns momentos, que a invenção da fotografia sempre esteve na pauta dos homens nas mais diferentes épocas da humanidade.

Narra a História que um físico francês chamado Joseph Nicéphore Niépce em 1826, século XIX e pouco antes da codificação espírita, após anos de pesquisa conseguiu desenvolver a fotografia da forma como a conhecemos atualmente. Desde então, só evolução para as fotos até atingirmos ao formato digital e a possibilidade de, enfim, modificarmos, sem cirurgias plásticas, mas via photoshop, alguns pontos que nos desagradam.

Hoje, muito mais do que ontem as fotografias ganharam um status enorme. Muito mais do que ser ou ter é preciso "parecer". Parecer feliz, parecer bem casado, parecer sem rugas, parecer uma pessoa bem resolvida.

E para o "parecer" nada melhor do que as fotografias, porquanto "eternizam" uma coisa que parece, mas nem sempre é, ou seja, retrata o externo que, diga-se, pode ou não ser uma representação da realidade ou mera fantasia.

E nesta sociedade de "parecer" é que nos últimos anos uma nova modalidade de "morte" foi inaugurada.

Morte por selfie

Trata-se das mortes por selfie. No ano de 2014 até 2016 foram mais de 120 mortes por selfie. Na maioria dos casos o desencarne ocorreu porque o indivíduo despencou de locais muito altos em busca de um ângulo favorável para a selfie. O raciocínio é bem simples: quanto mais ousada a foto mais seguidores nas redes sociais se consegue, quanto mais seguidores, mais "likes" ou, como queiram, curtidas.

Vive-se, portanto, tempos em que a corrida pela fama, pelo reconhecimento e pelo "parecer" são tão ou mais importantes que a própria existência, haja vista que muita gente expõe-se e coloca sua vida em risco para ter seu nome conhecido nas redes sociais.

Como explicar um fenômeno assim?

Seria uma pane no instinto de conservação que, segundo o espiritismo é fundamental para evitar um desencarne precoce?

Ou, então, o secundário tomou o lugar do fundamental, ou seja, o "parecer" vem sendo mais procurado do que o ser?

A indagação sobre a pane no instinto de conservação não procede, pois somos adaptados de "fábrica" para que busquemos permanecer o maior tempo encarnados, a fim de cumprir com nossa programação reencarnatória.

A tese de que o secundário, por uma série de fatores, tomou o lugar do primordial é a mais indicada. Esquecemos de que somos Espíritos em trânsito por este mundo e não meras fotografias. Mas o narcisismo ganhou espaço e com ele os seus desdobramentos.

Narcisismo.

Segundo consta da mitologia grega, Narciso, filho do deus rio-Cefiso e da ninfa Liríope era rapaz de singular beleza. No dia de seu nascimento, o adivinho Tirésias vaticinou que teria vida longa, porém, que jamais contemplasse a própria beleza.

Certa vez, ao observar seu reflexo nas águas de um lago apaixonou-se pela sua imagem. Embevecido, ficou a observá-la até consumir-se. No lugar onde morreu Narciso nasceu uma flor e deram à ela seu nome.

A lenda de Narciso encerra grande mensagem. Utiliza-se o termo narcisismo para o indivíduo que têm interesse fora do comum por si mesmo.

Prima-se única e exclusivamente pela beleza física, pelo corpo escultural, pela paixão exacerbada por si mesmo.

Prima-se pelo secundário que, salientamos, também é importante, mas não é fundamental.

Quem se apaixona pelo corpo, pela fama e arrisca sua vida para ter alguns aplausos esqueceu-se do espírito, todavia, quem ama o espírito,  jamais esquece-se de seu corpo.

Muitos matam-se literalmente com essas selfies porque valorizam apenas aquele exato instante. O objetivo – conquistarem seguidores, aplausos, elogios.

Conheci um rapaz que era apaixonado por si mesmo, julgava-se imbatível na beleza física e frequentemente fazia essas selfies esquisitas. Sua cabeça estava apenas em malhação, academia, aparência…

Jamais cogitara em beneficiar seu intelecto com a leitura de um livro, tampouco em expandir laços de afeto dedicando-se a trabalhos voluntários, pensava apenas em ser mais bonito hoje do que fora ontem para clicar e postar em redes sociais.

Certo dia, um acidente veio lhe tirar o que em sua opinião tinha de mais precioso. Infelizmente, no acidente o amigo ficara deformado, por mais intervenções cirúrgicas que lhe fizeram nem sua potente máquina daria mais jeito.  Sua aparência, então, que tanto amava, nunca mais seria a mesma.

O amigo amargou tempos difíceis, estava sentindo-se órfão, vazio, sem chão, tudo que mais apreciava tinha se esvaído, entregou-se a depressão e por pouco não atentou contra a própria vida.

Contudo, teve que "cair na real" e a custo da dor refazer e modernizar sua maneira de pensar, assim, começou a  dedicar-se mais à valores imortais, modificou-se, melhorou, fez tratamento de beleza para a alma.

Hoje, valoriza mais o interior do que o exterior,  a arrogância de outrora, a competição que empreendia com os colegas para saber quem era o mais belo, as fotos em lugares estranhos e perigosos deu lugar a humildade. Tornou-se assim, mais jovial, simpático, alegre…

Tudo a favor do esporte, dos exercícios e da beleza física, além, é claro as"selfies". Nada contra imortalizar momentos em fotografias com o objetivo de guardar e um dia recordar os momentos felizes.

Porém, colocar a vida em risco é atentar contra o que temos de fundamental nesta existência: a oportunidade de vivermos bem, de evoluirmos em direção a Deus e avançarmos na escala espiritual.

Um dia teremos que entregar nossa máquina física ao Criador, portanto, melhor faremos se dedicarmos também tempo à atividades que falem à alma.

Leitura de páginas edificantes.

Dedicar-se à família e amigos.

Participar de trabalhos voluntários.

Meditar em torno de virtudes e limitações.

Evitar riscos desnecessários por conta de aplausos e seguidores.

Assim, preferindo os valores reais e imorredouros,  jamais nos afogaremos por contemplar as águas turvas do egocentrismo ou despencaremos do alto de um narcisismo que poderá, sim, transportar-nos para o mundo dos Espíritos antes do tempo.

Pensemos nisto.

Wellington Balbo





--

Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural
+55-71-9155-0556/8800-7713
e-mail/Gtalk :trajanomanoel@gmail.com
Twitter: http://twitter.com/manoeltrajano
Site: http://stv-engenharia.blogspot.com
Currículo Lattes:http://lattes.cnpq.br/8895443035893319 

sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz 2017 / ao vivo dá Mansão do Caminho

QUERIDOS AMIGOS, TRANSMISSÃO AO VIVO PELO FACEBOOK DA MANSÃO DO CAMINHO EM REVÉILLON DA MANSÃO DO CAMINHO COM NOSSO AMOROSO DIVALDO 
HORÁRIO: A PARTIR DAS 22h
ENDEREÇO DO FACEBOOK DA MANSÃO DO CAMINHO

Mvp Mansao Do Caminho Mansao Do Caminho 



FELIZ 2017 COM MUITO AMOR!!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Exaltando O Livro dos Médiuns(Vianna de Carvalho/Divaldo P.Franco)

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "ubira.costa" <ubira.costa@uol.com.br>
Data: 25 de dez de 2016 09:42
Assunto: Exaltando O Livro dos Médiuns(Vianna de Carvalho/Divaldo P.Franco)
Para:
Cc:

 


Assunto: Exaltando O Livro dos Médiuns(Vianna de Carvalho/Divaldo P.Franco)
 


Fonte:www.oespiritismo.com.br

Exaltando o Livro dos Médiuns
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 3 de janeiro de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.

Allan Kardec, o missionário da Era Nova, havia anunciado na Revista Espírita de 1861, que entre os dias 05 a 10 de janeiro do novo ano, seria apresentado ao conhecimento público O Livro dos Médiuns, pelos editores Srs. Didier & Cia, o que viria concretizar-se, logo depois, no dia 15.



A obra monumental era aguardada com grande curiosidade e interesse, porquanto já vinha sendo anunciada desde algum tempo.



Em razão do êxito retumbante da publicação de O Livro dos Espíritos, quatro anos antes, o ilustre mestre preocupava-se com a complexidade da fenomenologia mediúnica, os seus desafios, as diferentes expressões da mediunidade, a interferência dos Espíritos frívolos e obsessores nas práticas espíritas e, para minimizar ou evitar as consequências, podendo ser algumas desastrosas, ele publicara anteriormente uma Instrução Prática, oferecendo um guia de segurança para as experimentações. Especialmente cuidava de oferecer um roteiro esclarecedor que servisse de segura diretriz de conduta s experimentais para os médiuns.



Esgotando-se com grande rapidez, o nobre codificador reconheceu que uma nova edição da obra iria exigir um trabalho cuidadoso de aprimoramento e de lapidação, sendo necessária uma ampliação de conteúdos com novas observações resultantes dos estudos a que se afervorava, havendo conseguido fazê-lo na que estava sendo apresentada.



Teve o zelo de retirar algumas informações que já se encontravam em O Livro dos Espíritos, especializando o vocabulário e aprofundando as questões pertinentes aos médiuns, àqueles que se dedicam às experimentações e à imensa gama de fenômenos por ele observados.



Convencido da seriedade do Espiritismo, e depois da ampla divulgação da sua filosofia, tornava-se indispensável a contribuição de um tratado de alta magnitude com caráter científico para prevenir os incautos e bem conduzir os pesquisadores sérios.



Iniciando o notável livro pelas noções preliminares(*),depois da bem-cuidada introdução, recorreu às qualidades de educador para apresentar com lógica a palpitante questão "há Espíritos?", e, através de uma análise bem realizada, demonstrar filosoficamente a existência da alma e a de Deus, conseqüência uma da outra, constituindo a base de todo o edifício, que é a própria Doutrina Espírita.



Bem se lhe entende essa preocupação, porquanto somente será possível a crença nos Espíritos e nas suas comunicações, acreditando-se nesses fundamentos essenciais, sem os quais nenhuma técnica ou demonstração poderá conduzir o observador à aceitação da fenomenologia probante da imortalidade.



A seguir, o sábio investigador que foi Kardec, penetrou o bisturi das suas análises nas questões do maravilhoso e do sobrenatural, demonstrando de maneira racional que para produzirem os movimentos e ruídos, o erguimento das mesas, por exemplo, os Espíritos necessitaram de instrumentos que lhes fornecessem os recursos para a sua execução, que são os médiuns. Dessa maneira, tornam-se fenômenos naturais, nada havendo, portanto, que se deva considerar como de natureza miraculosa, violentando as leis nat urais.



De imediato, propôs os recursos, o método exigido na condição de ciência e de filosofia que é o Espiritismo, para que pudesse submeter-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode, como nenhuma outra ciência, ser aprendido a brincar.



Desnecessário informar-se que O Livro dos Médiuns tem os seus fundamentos em O Livro dos Espíritos, sendo, portanto, um desdobramento muito bem-elaborado de questões que são apresentadas em síntese e que se tornaram inevitáveis para mais graves elucubrações, o que então é cuidadosamente tratado na obra magistral.



A questão pertinente aos médiuns e aos experimentadores é fundamental, a fim de que ambos se equipem com os recursos valiosos para a boa condução dos fenômenos.



Prevenir, orientar e oferecer segurança aos incautos, assim como aos estudiosos sérios do Espiritismo, sempre foi a preocupação de Allan Kardec, por entender a grandiosidade da Doutrina que tem a ver com todos os ramos do conhecimento humano.



Dedicando grande parte à avaliação e às reflexões em torno das manifestações espíritas, classificou-as de físicas e inteligentes, detendo-se na sua imensa variedade, apresentando capítulos especiais referentes a cada uma delas, como nunca dantes se houvera feito.



Preocupado com o charlatanismo e a mistificação muito comuns entre as criaturas humanas, advertiu os leitores para terem cuidado com os médiuns interesseiros e desonestos, abordando os temas da suspensão e perda da mediunidade, que invariavelmente chocam os seus portadores e os seus acompanhantes...



Por outro lado, analisou os perigos da prática mediúnica irresponsável, demonstrando que os períodos de curiosidade e de frivolidade estavam ultrapassados, havendo dado lugar à gravidade das revelações, confirmando a existência, a sobrevivência e a individualidade dos denominados mortos que retornam ou permanecem em contínuas comunicações com os chamados vivos.



Buscando libertar os curiosos do hábito de considerar os Espíritos e os seus fenômenos como prodigiosos, esclareceu quais as perguntas que aos primeiros se podem fazer, evitando que a irresponsabilidade e os interesses mesquinhos, em atraindo seres equivalentes, ensejem as mistificações e as perturbações a que dão lugar, quando não vigem a seriedade moral nem a elevação espiritual.



Percuciente pesquisador, honestamente declarou que o livro não era de sua lavra intelectual e que, ao colocar os nomes de alguns Espíritos nos textos publicados, tinha por meta assinalar-lhes a responsabilidade, mas que, embora essa ausência em outras páginas, quase todas eram de autoria dos mesmos, havendo sido o seu, o trabalho de selecionar as mensagens, de compará-las, de confrontar as ideias e os preceitos em busca da universalidade dos ensinos.



Os seus estudos resultavam da leitura do imenso volume de páginas que lhe eram enviadas de diferentes pontos da Europa, assim como das Américas, demonstrando não haver qualquer forma de contato entre os médiuns, o que lhes impedia a fraude...



Preocupou-se também em demonstrar a influência do meio, de igual maneira a influência do médium, cuidando das evocações, assim como das contradições.



Igualmente apresentou as considerações cabíveis nos estudos da mediunidade nos animais e nas crianças, libertando os curiosos das superstições em torno dos primeiros e apresentando os cuidados que se devem ter em relação aos fenômenos produzidos na infância, quando as suas reservas morais não são suficientes para o discernimento nem a conduta exigida pela faculdade correta.



Foi, no entanto, na análise em torno da saúde física, emocional e mental, que aprofundou as investigações no extraordinário capítulo da obsessão, conhecida em todos os períodos da História da Humanidade e confundida com a loucura e outros distúrbios de natureza psíquica e degenerativa.



Pensando na criação de novas células espíritas, publicou o Regulamento da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas como um modelo que poderia ser adotado ou adaptado pelos novos Núcleos de acordo com os objetivos programados.



É compreensível que toda doutrina nova sofra o descalabro dos seus profitentes, em particular dos presunçosos que se consideram superiores aos demais e buscam sempre ser originais... Kardec demonstrou que o Espiritismo não corre esse perigo, por ser doutrina dos Espíritos elevados que, sempre vigilantes, cuidarão de escoimá-lo das interpretações falsas ou interesseiras, assim como de quaisquer apêndices que os astutos lhe desejem aplicar.



Também informou que os Espíritos são as almas dos homens que habitam a Terra, não lhes concedendo dons ou atributos adivinhatórios nem celestiais, esclarecendo que cada qual, após a morte, continua o mesmo, conduzindo os valores que o assinalavam antes do decesso tumular.



Selecionando diversas comunicações espirituais no tema sobre dissertações espíritas, apresentou aquelas que são autênticas e aqueloutras que não resistem a uma análise profunda, demonstrando a falsidade de algumas delas através da comparação entre o que produziram os escritores quando encarnados e o pobre conteúdo de que então se revestiam...



Teve o zelo de propor as condições exigíveis para uma reunião mediúnica séria, na qual se podem obter comunicações valiosas em razão do caráter moral dos seus membros.



Por fim, para facilitar o entendimento da linguagem dos Espíritos, assim como alguns dos verbetes por ele utilizados, colocou, na etapa final, um vocabulário espírita cuidadoso e oportuno.



Em trinta e dois capítulos enriquecidos de sabedoria, O Livro dos Médiuns é o mais completo tratado de estudos sobre a paranormalidade humana, jamais ultrapassado, e tão atual hoje como naquele já distante e memorável dia 15 de janeiro de 1861, quando foi apresentado em Paris.







Guia seguro e eficiente para o conhecimento da prática espírita e sua aplicação diária, é obra para ser estudada com seriedade e cada vez mais atualizada, relacionando-a com O Livro dos Espíritos, que a precedeu e é o alicerce vigoroso do Espiritismo.



Por ocasião da celebração do seu sesquicentenário de publicação, saudamos esse grandioso brado de alerta e de orientação dos Benfeitores da Humanidade, de que Allan Kardec fez-se o apóstolo, inscrevendo-o entre as obras marcantes e mais valiosas da cultura terrestre.







(*) As frases e palavras em itálico são da autoria de Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, ed. Feb.







Vianna de Carvalho



Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 3 de janeiro de 2011, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.



Em 03.05.2011.

15 ANOS

É com muita felicidade que neste dia 23 de Abril próximo celebramos nossos 15 anos de criação do Grupo IRMÃOS DE LUZ. Desde sua orige...