quarta-feira, 31 de março de 2010

100 ANOS DE CHICO XAVIER - MATÉRIA DE A TARDE SOBRE O "PINGA-FOGO" DE 1971



















Chico Xavier: a mais famosa entrevista do Pinga-Fogo



Bruna Hercog A Tarde





Arquivo Pessoal Divulgação
Chico Xavier sendo entrevistado por Saulo Gomes, que levou o médium ao programa Pinga-Fogo

Série 4/5

A TARDE VEM PUBLICANDO MATÉRIAS SOBRE CHICO XAVIER EM HOMENAGEM AO SEU CENTENÁRIO DE NASCIMENTO. ESTA É A QUARTA MATÉRIA DE UMA SÉRIE QUE SE ESTENDE ATÉ A QUINTA-FEIRA, 1º.



Alvo de muitas especulações por parte da mídia, Chico Xavier decidiu se preservar. Foram 20 anos sem qualquer contato com a imprensa. O silêncio foi rompido em 1971, quando o médium mineiro apareceu psicografando ao vivo no programa de entrevistas Pinga- Fogo , da extinta TV Tupi. Foi um marco. A audiência chegou a 75% dos televisores ligados, a maior da história da televisão brasileira.

Até hoje nenhum programa conseguiu superar a marca obtida pelo Pinga- Fogo com Chico Xavier. Para se ter uma ideia, o tradicional Jornal Nacional, na década de 1970, chegou ao ápice de 70 pontos e em 2009 teve média de 31 pontos. A primeira entrevista foi ao ar no dia 28 de julho de 1971. O recorde inesperado de audiência levou a produção do Pinga- Fogo a repetir a dose.



Logo em 20 de dezembro, lá estava Chico Xavier de novo, no centro das atenções e bombardeado por perguntas sobre os mais diversos temas e elaboradas por uma gama de entrevistadores bem diversa: católicos, judeus, ateus, espíritas, pastores evangélicos e jornalistas. Perguntas polêmicas foram feitas, e Chico Xavier teve resposta surpreendente para cada uma delas.



O médium mineiro falou de reencarnação, sexo, catolicismo, aborto, bebês de proveta, cirurgia plástica. Sobre a homossexualidade, Chico foi categórico ao responder de que forma o espiritismo enxerga a questão: "O homossexualismo, assim como o bissexualismo, são condições da alma humana. Não devem ser interpretadas como fenômenos espantosos, como fenômenos atacáveis pelo ridículo da humanidade. Acreditamos que o comportamento sexual da humanidade sofrerá revisões muito grandes".



A todo momento, Chico lembrava que o seu mentor espiritual, Emmanuel, estava ali, presente, assistindo a tudo e ajudando. Diante dasperguntas mais polêmicas, recorria ao guia com frases como: "Emmanuel, que está presente, pede para mencionar". Sempre muito diplomático, o médium fez questão de dizer que tinha muito respeito pela Igreja Católica.



No segundo Pinga-Fogo, depois de exaustivamente bombardeado por perguntas durante duas horas e 45 minutos, um último pedido: que ele mandasse uma mensagem para os brasileiros. Em frente a dezenas de folhas de papel em branco, Chico colocou a mão na cabeça, como sempre fazia ao psicografar, e, folha após folha, foi construindo um texto.



Em poucos instantes, surgiu uma relativamente longa mensagem assinada por Cyro Costa, ex-poeta e ex-integrante da Academia Paulista de Letras. Todos ficaram boquiabertos. Seria humanamente impossível escrever um texto de tamanha complexidade naqueles poucos minutos. Chico Xavier foi aplaudido de pé pelo público que assistia ao programa no estúdio.



Marcel Souto Maior foi responsável pela publicação da primeira biografia jornalística sobre Chico Xavier. Não foi fácil conseguir o aval do médium para realizar o trabalho. Durante dois anos, o jornalista pesquisou nos arquivos da Biblioteca Nacional e observou algumas reuniões conduzidas por Chico Xavier no Grupo Espírita da Prece. "Chico já estava muito doente quando comecei o trabalho. Ele me pediu que o poupasse de entrevistas longas", diz Souto Maior.



O jornalista explica que o olhar lançado pela imprensa sobre o médium foi mudando ao longo do tempo. "A mídia não tinha como negar o Chico abnegado, voltado para as causas sociais. No entanto, o Chico médium, que tinha contatos com espíritos, esse era alvo de muita desconfiança", ressalta. Desconfiança que fazia o médium ter posição de precaução com relação a jornalistas.



Convencimento - Um dos poucos que conseguiram ganhar a confiança do médium mineiro foi Saulo Gomes. Em 1968, ele fez sua primeira entrevista com Chico. Três anos depois, Gomes conseguiu convencer os produtores do Pinga- Fogo a trazer o líder espírita para participar do programa de entrevistas que era conhecido por receber políticos. "A produção não queria criar conflito com a Igreja Católica. Foi muito difícil convencê-los",relembra Saulo Gomes. A relação de amizade entre Saulo e Chico ficou forte.



Saulo passou a acompanhar o médium em diversos eventos e assessorá-lo no contato com a imprensa. Foram mais de 30 anos de convivência. "Tenho 54 anos de profissão. Conseguir oferecer a visibilidade que Chico Xavier merecia, para mim, foi um grande desafio que enfrentei e venci. Tenho a sensação do dever cumprido", diz Saulo Gomes. Se ele se tornou espírita? A resposta é rápida: "Sou repórter".

p/ reflexão: apoio aos médiuns- fernandes



 



para reflexão e talvez debate.
 
bjs., lu
 

Apoio aos Médiuns
Se o elogio pode produzir efeitos negativos sobre o médium, a palavra de incentivo não lhe deve ser negada.

Os médiuns, de uma maneira geral, necessitam de mecenas que os auxiliem a perseverar, de companheiros devotados que lhes secundem os esforços na Doutrina.

O pequeno ou grande grupo que orbita em torno do medianeiro é o seu sustentáculo na tarefa; companheiros que orem por ele, que escutem os seus desabafos, que registrem as suas queixas, que auscultem as suas necessidades sim, porque com facilidade se esquece que o médium é um ser humano. Não se trata de idolatria; trata-se de irmãos que estejam dispostos a doar a ele as energias imprescindíveis à continuidade do serviço espiritual...

Dirigentes de reuniões mediúnicas indiferentes às provas dos médiuns que com eles operam deveriam, a nosso ver, abdicar de suas funções. Criar condições para que o medianeiro produza é tão importante quanto ser médium. Que seria da terra sem a enxada do lavrador? Por mais fértil e justamente por isto , seria tomada pela erva daninha.

O dirigente espírita precisa cobrar presença do medianeiro nas reuniões, insistir mesmo pelo seu comparecimento e não simplesmente dizer que cada qual sabe de sua responsabilidade... Dirigir significa orientar, tomar providências, solucionar problemas, antecipar-se a eles, enfim, zelar para que a atividade seja produtiva. Não é tornar o medianeiro dependente psicologicamente, mas criar uma atmosfera espiritual que lhe seja propícia, que o faça querer comparecer à Casa Espírita onde, com certeza, haverá de se refazer dos seus desgastes psíquicos.

O médium carece não apenas do apoio dos instrumentos espirituais desencarnados; muitas vezes, o amparo dos confrades encarnados é que o auxilia nos instantes de compreensível debilidade, quando as suas imperfeições afloram e ele se deixa dominar pelo desânimo. Não é apenas receber, através do concurso do medianeiro, a palavra esclarecedora da espiritualidade – ignorar a carência dos médiuns é deixá-los, seguindo, sob a influência das trevas. Somos de parecer que cada núcleo espírita deveria manter um grupo de apoio aos médiuns – apoio doutrinário e mediúnico, mas também pessoal. É claro que, para tanto, o discernimento é indispensável, pois, em qualquer setor de atividades, o excesso produz deformações.

O dirigente espírita indiferente aos seus médiuns seria o mesmo que o pastor que não se importasse com o rebanho. Jesus após o episódio da crucificação, ainda não esteve por cerca de quarenta dias com os companheiros com os companheiros, cooperando para que vencessem as indecisões de ordem íntima?! Será que os apóstolos teriam se lançado com tanta determinação ao serviço de pregação da Boa Nova, se o Senhor não tivesse voltado do túmulo?!...

A tarefa do dirigente espírita junto aos médiuns é muito importante, decisiva mesmo nas opções que venham a fazer; ele deve se assemelhar à de um pai preocupado com a formação dos filhos... Muitos medianeiros que têm feito a glória do Espiritismo talvez tivessem se perdido, caso não tivessem contado com o pulso firme de um benfeitor encarnado.

Não é só obter do médium o que ele possa oferecer, sem noção de suas lutas para ser fiel ao compromisso assumido. Se a poda periódica é indispensável à árvore, objetivando-lhe o fortalecimento, o adubo igualmente o é.

Médium: Carlos A. Baccelli.
Espírito: Odilon Fernandes.
Livro: Conversando com os Médiuns.

 

 Enviado por Maria Luíza/BA

Adoracao a Deus


Adoração a Deus

Em seu Evangelho, o apóstolo João relata, com sentimento e poesia, o encontro de Jesus com a mulher samaritana.
 
No longo diálogo, percebe-se que Jesus conhece a intimidade daquela alma sofredora e perturbada, enquanto ela mesma somente aos poucos vai se dando conta da condição de Jesus, à medida que ouve Suas palavras.
 
Acredita-O um profeta. Mas Israel tinha tantos profetas.
 
No desdobramento das falas, o Mestre lhe informa acerca da verdadeira adoração ao Criador, que dispensa lugares geográficos, mas que busca o íntimo das criaturas.
 
A mulher ouve e entende, mas não consegue perceber a autoridade naquelas palavras.
 
É como se ela pensasse: o que Tu me dizes é interessante, é importante mesmo, mas aguardo o Messias, o Cristo, que virá, e, quando Ele vier, nos anunciará todas as coisas.
 
* * *
 
Muitos de nós somos como a samaritana. Guardamos as palavras de Jesus na memória, sem Lhe darmos o verdadeiro crédito, como à espera de uma confirmação.
 
Contudo, os ensinos de Jesus seguem claros e disponíveis a todos os que os queiram entender em Espírito e Verdade.
 
Para o Cristo, a adoração ao Pai não é importante se dê aqui ou ali, em algum templo luxuoso, em lugar minúsculo ou em plena natureza.
 
Em síntese, a alma humana também compõe a natureza, e é a alma humana a que tem condições de pensar em Deus.
 
Por isso mesmo, não há lugar mais apropriado para a adoração ao Criador do que a intimidade do ser.
 
Para adorar a Deus não há necessidade de nada material: nem símbolos, nem flores, nem velas, cânticos ou palavras. Nem mesmo posturas especiais.
 
Basta o coração que sente e a mente que pensa, fechando o circuito entre a criatura e o Criador.
 
* * *
 
Porque a samaritana esperasse a chegada do Messias, para tudo confirmar, o Mestre apresentou-Se a ela não como mais um profeta de Israel, mas como sendo o próprio Messias esperado com tanta ansiedade: Eu o Sou, Eu que falo contigo.
 
Especial momento aquele, de insuperável sublimidade.
 
Jesus é assim mesmo: o Caminho da verdadeira vida.
 
Quando nos demoramos em dúvidas, ou quando damos passos indecisos, Ele se mostra de diversas maneiras, em nossas existências, afirmando-Se o Cristo de Deus, o Messias.
 
Eu o Sou, Eu que falo contigo.
 
E os que temos ouvidos de ouvir, podemos perceber-Lhe a voz terna, assegurando-nos o constante ensino.
 
* * *
 
O episódio de Jesus com a samaritana, ocorreu num mês de dezembro ou janeiro.
 
No Seu diálogo, Jesus selou o ensino acerca da verdadeira adoração ao Pai com estas palavras: Virá a hora em que adorareis ao Pai, não neste monte, nem em Jerusalém, mas em Espírito e Verdade, pois Deus é Espírito e os que O adoram, em Espírito e Verdade é que devem adorá-Lo.
 

 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 14 do livro Quem é o Cristo?, pelo Espírito Camilo, psicografia de J.Raul Teixeira, ed, Fráter.

Enviado por Maria Luíza/BA


A PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA




 
Queridos Companheiros

 

Muitas pessoas perguntam o que é a Páscoa para o Espiritismo e como é celebrada.

 

O texto abaixo trás esses esclarecimentos.

 

Boa Páscoa!!!!  Carinhosamente

 

Família Amor Fraterno

 


 

  

VISÃO ESPÍRITA DA PÁSCOA

Eis-nos, uma vez mais, às vésperas de mais uma Páscoa. Nosso pensamento e nossa emoção, ambos cristãos, manifestam nossa sensibilidade psíquica. Deixando de lado o apelo comercial da data, e o caráter de festividade familiar, a exemplo do Natal, nossa atenção e consciência espíritas requerem uma explicação plausível do significado da data e de sua representação perante o contexto filosófico-científico-moral da Doutrina Espírita.

Deve-se comemorar a Páscoa? Que tipo de celebração, evento ou homenagem é permitida nas instituições espíritas? Como o Espiritismo visualiza o acontecimento da paixão, crucificação, morte e ressurreição de Jesus?


Em linhas gerais, as instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para "marcar" a data, como fazem as demais religiões ou filosofias "cristãs". Todavia, o sentimento de religiosidade que é particular de cada ser-Espírito, é, pela Doutrina Espírita, respeitado, de modo que qualquer manifestação pessoal ou, mesmo, coletiva, acerca da Páscoa não é proibida, nem desaconselhada.


O certo é que a figura de Jesus assume posição privilegiada no contexto espírita, dizendo-se, inclusive, que a moral de Jesus serve de base para a moral do Espiritismo. Assim, como as pessoas, via de regra, são lembradas, em nossa cultura, pelo que fizeram e reverenciadas nas datas principais de sua existência corpórea (nascimento e morte), é absolutamente comum e verdadeiro lembrarmos-nos das pessoas que nos são caras ou importantes nestas datas. Não há, francamente, nenhum mal nisso.


Mas, como o Espiritismo não tem dogmas, sacramentos, rituais ou liturgias, a forma de encarar a Páscoa (ou a Natividade) de Jesus, assume uma conotação bastante peculiar. Antes de mencionarmos a significação espírita da Páscoa, faz-se necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.


A Páscoa, primeiramente, não é, de maneira inicial, relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus. Veja-se, por exemplo, no Evangelho de Lucas (cap. 22, versículos 15 e 16), a menção, do próprio Cristo, ao evento: "Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus." Evidente, aí, a referência de que a Páscoa já era uma "comemoração", na época de Jesus, uma festa cultural e, portanto, o que fez a Igreja foi "aproveitar-se" do sentido da festa, para adaptá-la, dando-lhe um novo significado, associando-o à "imolação" de Jesus, no pós-julgamento, na execução da sentença de Pilatos.


Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e alimentada pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do "pesah", uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à "festa dos ázimos", uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola, da qual saciavam a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir do evento bíblico denominado "êxodo" (fuga do povo hebreu do Egito, ou seja, libertando-se da escravidão sofrida durante séculos), em torno de 1441 a.C., passaram a ser reverenciadas juntas. É esta a Páscoa que o Cristo desejou comemorar junto dos seus mais caros, por ocasião da última ceia. Logo após a celebração, foram todos para o Getsêmani, onde os discípulos invigilantes adormeceram, tendo sido o palco do beijo da traição e da prisão do Nazareno.


Mas há outros elementos "evangélicos" que marcam a Páscoa. Isto porque as vinculações religiosas apontam para a quinta e a sexta-feira santas, o sábado de aleluia e o domingo de páscoa. Os primeiros relacionam-se ao "martírio", ao sofrimento de Jesus – tão bem retratado neste último filme hollyodiano (A Paixão de Cristo, segundo Mel Gibson) –, e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus, que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da nossa era e celebra a continuidade da vida.


No que concerne à ressurreição, podemos dizer que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da mantença da estrutura corporal do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, em virtude do apodrecimento e deterioração do envoltório físico. As Igrejas cristãs insistem na hipótese do Cristo ter "subido aos Céus" em corpo e alma, e fará o mesmo em relação a todos os "eleitos" no chamado "juízo final". Isto é, pessoas que morreram, pelos séculos afora, cujos corpos já foram decompostos e reaproveitados pela terra, ressurgirão, perfeitos, reconstituindo as estruturas orgânicas, do dia do julgamento, onde o Cristo, separá justos e ímpios.


A lógica e o bom-senso espíritas abominam tal teoria, pela impossibilidade física e pela injustiça moral. Afinal, com a lei dos renascimentos, estabelece-se um critério mais justo para aferir a "competência" ou a "qualificação" de todos os Espíritos. Com "tantas oportunidades quanto sejam necessárias", no "nascer de novo", é possível a todos progredirem.


Mas, como explicar, então as "aparições" de Jesus, nos quarenta dias póstumos, mencionadas pelos religiosos na alusão à Páscoa?
A fenomenologia espírita (mediúnica) aponta para as manifestações psíquicas descritas como mediunidades. Em algumas ocasiões, como a conversa com Maria de Magdala, que havia ido até o sepulcro para depositar algumas flores e orar, perguntando a Jesus – como se fosse o jardineiro – após ver a lápide removida, "para onde levaram o corpo do Raboni", podemos estar diante da "materialização", isto é, a utilização de fluido ectoplásmico – de seres encarnados – para possibilitar que o Espírito seja visto (por todos). Igual circunstância se dá, também, no colóquio de Tomé com os demais discípulos, que já haviam "visto" Jesus, de que ele só acreditaria, se "colocasse as mãos nas chagas do Cristo". E isto, em verdade, pelos relatos bíblicos, acontece. Noutras situações, estamos diante de uma outra manifestação psíquica conhecida, a mediunidade de vidência, quando, pelo uso de faculdades mediúnicas, alguém pode ver os Espíritos.


A Páscoa, em verdade, pela interpretação das religiões e seitas tradicionais, acha-se envolta num preocupante e negativo contexto de culpa. Afinal, acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos "nossos" pecados, numa alusão descabida de que todo o sofrimento de Jesus teria sido realizado para "nos salvar", dos nossos próprios erros, ou dos erros cometidos por nossos ancestrais, em especial, os "bíblicos" Adão e Eva, no Paraíso. A presença do "cordeiro imolado", que cumpre as profecias do Antigo Testamento, quanto à perseguição e violência contra o "filho de Deus", está flagrantemente aposta em todas as igrejas, nos crucifixos e nos quadros que relatam – em cores vivas – as fases da via sacra.
Esta tradição judaico-cristã da "culpa" é a grande diferença entre a Páscoa tradicional e a Páscoa espírita, se é que esta última existe. Em verdade, nós espíritas devemos reconhecer a data da Páscoa como a grande – e última lição – de Jesus, que vence as iniqüidades, que retorna triunfante, que prossegue sua cátedra pedagógica, para asseverar que "permaneceria eternamente conosco", na direção bussolar de nossos passos, doravante.


Nestes dias de festas materiais e/ou lembranças do sofrimento do Rabi, possamos nós encarar a Páscoa como o momento de transformação, a vera evocação de liberdade, pois, uma vez despojado do envoltório corporal, pôde Jesus retornar ao Plano Espiritual para, de lá, continuar "coordenando" o processo depurativo de nosso orbe. Longe da remissão da celebração de uma festa pastoral ou agrícola, ou da libertação de um povo oprimido, ou da ressurreição de Jesus, possa ela ser encarada por nós, espíritas, como a vitória real da vida sobre a morte, pela certeza da imortalidade e da reencarnação, porque a vida, em essência, só pode ser conceituada como o amor, calcado nos grandes exemplos da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.

 

Vale lembrar que o espiritismo, embora sendo Doutrina Cristã, entende forma diferente alguns ensinamentos das igrejas cristãs. Na questão da ressurreição, por exemplo, para nós, espíritas, a aparição de Jesus a Maria de Magdala, acima já referida, e posteriormente aos discípulos, foi com seu corpo espiritual, que chamamos perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição corporal, física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua Doutrina de amor e perdão é muito maior do que qualquer milagre, até mesmo a ressurreição.

Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da ignorância, das mazelas humanas, para o conhecimento, o comportamento ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a transformação. A Páscoa Cristã, representa a vitória da vida sobre a morte, do sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se Executar homens, mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
Como a Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a a morte, queremos deixar firmado o conceito que aprendemos no Espiritismo, que só pode ser definida pelo amor, e o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo para que tivéssemos vida em abundancia, isto é, plena de amor.

Nesta Páscoa, assim, quando estiveres junto aos teus mais caros, lembra-te de reverenciar os belos exemplos de Jesus, que o imortalizam e que nos guiam para, um dia, também estarmos na condição experimentada por ele, qual seja a de "sermos deuses", "fazendo brilhar a nossa luz".
Comemore, então, meu amigo, uma "outra" Páscoa. A sua Páscoa, a da sua transformação, rumo a uma vida plena. 



Se você repassar esta mensagem, por favor:
1. Apague o MEU ENDEREÇO eletrônico e demais dados pessoais;
2. Encaminhe CCO (CÓPIA OCULTA) aos seus destinatários.
3. MAIS IMPORTANTE AINDA... Não mande de volta esse email para mim!!!
Este é um GESTO de respeito que preservará o endereço de todos evitando tantos vírus e spams na internet.
Muito obrigado.

 Enviado por Nelly Castro/BA



 

.

 

terça-feira, 30 de março de 2010

Ankh ou Cruz Egípcia ou Cruz Ansata

ankAntigo símbolo egípcio que representa a vida, o conhecimento cósmico e o intercurso sexual. Também é conhecido por bruxos como a "Cruz Ansata", utilizado em rituais de encantamento, fertilidade e divinação.Todo faraó ao morrer levava a cruz junto às narinas para adquirir imortalidade. Ele era encontrado sempre nos hieróglifos, sendo segurado pelas divindades egípcias como se fosse uma chave, o que nos remete ao seu significado como "a chave dos portões que separam a vida e a morte", já que estes desenhos eram muito comuns em pirâmides mortuárias dos faraós.

O Ankh simboliza a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento. Ankh, conhecida também como cruz ansata, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. Hoje, é usada como símbolo pelos neopagãos. A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

Há muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da vida e fertilidade, representando o útero.

A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.

No final do século XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente o ciclo vital da natureza.

Ankh se popularizou no Brasil no início dos anos 70, quando Raul Seixas e Paulo Coelho (entre outros) criaram a Sociedade Alternativa. O selo desta sociedade, possuía um Ankh adaptado com dois degraus na haste inferior, simbolizando os Degraus da Iniciação, ou a chave que abre todas as portas. Numa outra interpretação, representa o laço da sandália do peregrino, ou seja, aquele que quer caminhar, aprender e evoluir.

Na cultura pop, ele foi associado pela primeira vez ao vampirismo e à subcultura gótica através do filme The Hunger – Fome de Viver (1983), em que David Bowie e Catherine Deneuve protagonizam vampiros em busca de sangue. Há uma cena em que a dupla, usando ankhs egípcios, está à espreita de suas presas numa casa noturna ao som de Bela Lugosi's Dead, do Bauhaus. Assim, elementos como a figura do vampiro, o ankh e a banda Bauhaus podem actuar num mesmo contexto; neste caso, a subcultura gótica. Possivelmente, através deste filme, o ankh foi inserido na subcultura gótica e pelos adeptos da cultura obscura, de uma forma geral. Mais tarde a personagem Morte, da HQ Sandman, seria o mais famoso ícone na cultura pop relacionando o ankh e a subcultura gótica.

Desse modo, vemos que o ankh não sofreu grandes variações em seu significado e emprego primitivo, embora tenha sido associado a várias culturas diferentes. Mesmo assim lhe foi atribuído um caráter negativista por aqueles que desconhecem a sua origem e significados reais, associando este símbolo, erradamente, a grupos e seitas satânicas ou de magia negra.

O Ankh é um símbolo que significa, entre outros, a imortalidade. É encontrado nas gravuras e hieróglifos a partir da 5ª Dinastia egípcia, principalmente nos Templos de Luxor, Medinet Habu, Hatshepsut, Karnak e Edfu. Além de obeliscos, túmulos e murais.

No túmulo de Amenhotep II, vemos o Ankh sendo entregue ao faraó por Osíris, concedendo a ele o dom da imortalidade, ou o controle sobre os ciclos vitais da natureza, ou seja, o início e fim da vida. Em algumas situações, é encontrado próximo a boca das figuras dos deuses, neste caso significa um Sopro de Vida. Na tumba de Tutankhamon, foi encontrado um porta-espelho na forma de Ankh, já que a palavra egípcia para espelho também é Ankh. Sua presença também é marcante em objetos cotidianos, como colheres, espelhos e cetros utilizados pelo povo do Egito.

No Ocidente, o Ankh é conhecido como Cruz Egípcia ou Cruz Ansata. Esta segunda denominação tem origem na palavra latina Ansa, que significa Asa. Além destas, o encontramos como Chave do Nilo (ou da vida), Cruz da Vida ou simplesmente Cruz Ankh.

Porém, a maioria dos conceitos ocidentais não é correto, pois os egípcios da Antigüidade desconheciam a fechadura. Portanto, não seria possível associá-lo a uma chave.

A forma do Ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

A alça oval que compõe o Ankh, sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço, é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o Ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o Ankh (por sua semelhança a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.

No final do século XIX, o Ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam; além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O Ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos Vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente, o ciclo vital da natureza.
 

Filmes e Vídeos de Reportagens Espíritas



 






Filmes e Vídeos de Reportagens Espíritas


Clique em cima do nome do filme.








 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/172> O Pássaro Azul -
Filme Completo - (Vídeo)
Posted on Jun 19, '09 9:14 PM for everyone
" Shirley Temple, a mais famosa menina prodígio de Hollywood, sensação dos
anos ..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/171> Em Nome de Deus -
Filme Completo - (Vídeo)
Posted on Jun 19, '09 8:06 PM for everyone
" Os Lares Madalena, na Irlanda, eram de responsabilidade das Irmãs da
Misericór..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/170> O Último Espírito -
Filme Completo - (Vídeo)
Posted on Jun 19, '09 7:32 PM for everyone
" Baseado no livro da premiada americana Francine Riversa, O Último Espírito
con..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/169> Chico Xavier -
Brilha Uma Luz no Horizonte - (Vídeo)
Posted on Apr 29, '09 4:07 PM for everyone
" Imagens do querido Chico Xavier aos 45 anos, psicografando em velocidade
inacr..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/168> Ressurreição -
RARIDADE! - INÉDITO! - (Filme)
Posted on Apr 24, '09 7:57 PM for everyone
"Este filme foi pioneiro dentro do cinema espírita nacional. Foi produzido
em 198..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/167> Perda de Pessoas
Amadas - Palestra de Nazareno Feitosa - (Vídeo)
Posted on Apr 24, '09 7:28 PM for everyone
" Palestra proferida pelo orador Nazareno Feitosa sobre a Perda de Pessoas
Amada..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/166> Bezerra de Menezes:
O Apóstolo da Caridade - Palestra Nazareno Feitosa - (Vídeo)
Posted on Apr 24, '09 7:24 PM for everyone
" Palestra proferida pelo orador Nazareno Feitosa sobre Bezerra de Menezes,
o Ap..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/165> Jacob Melo - Passe:
O Magnetismo Espírita - Teoria e Prática - (Vídeo)
Posted on Apr 24, '09 7:15 PM for everyone
" Palestra proferida por Jacob Melo, no II SIMESPE - Simpósio de Estudos e
Práti..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/164> Frederico Menezes -
A Transição do Planeta Após 150 Anos - (Vídeo)
Posted on Apr 24, '09 7:01 PM for everyone
" Palestra proferida por Frederico Menezes, sobre a Transição do Planeta
após 15..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/162> Reencarnação - A
Lógica Reencarnacionista - (Vídeo)
Posted on Apr 24, '09 4:29 PM for everyone
" Neste vídeo, poderemos ver a visão da Doutrina Espírita sobre a lógica
reencar..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/161> Os Espíritos e os
Efeitos Físicos - (Vídeo)
Posted on Apr 24, '09 11:44 AM for everyone
" Este vídeo mostra as manifestações espirituais registradas em fotografias
e el..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/160> A Influência
Espiritual - (Vídeo)
Posted on Apr 21, '09 7:29 PM for everyone
" Neste vídeo, veremos as experiências comuns de pressentimentos e a
presença do..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/159> A Atitude Mental -
(Vídeo)
Posted on Apr 21, '09 7:26 PM for everyone
" Neste vídeo, veremos o Homem e a capacidade do pensamento contínuo. Seu
descon..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/158> Perturbação
Espiritual - (Vídeo)
Posted on Apr 21, '09 7:19 PM for everyone
" Neste vídeo, poderemos ver a mediunidade e as influências negativas como
um p..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/156> Sobre a Morte e o
Morrer - (Vídeo)
Posted on Apr 21, '09 7:08 PM for everyone
" Neste vídeo, veremos a morte como um evento inevitável ao Homem e as
dúvidas s..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/153> Quando os Anjos
Falam - (Filme Completo) - IMPERDÍVEL!!!
Posted on Apr 21, '09 11:19 AM for everyone
" A maioria dos filmes com temática espiritualista utiliza de efeitos
especiais ..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/151> A Corrente do Bem -
(Filme Completo)
Posted on Apr 20, '09 12:40 PM for everyone
" Durante uma de suas aulas de Estudos Sociais, o professor Eugene Simonet
faz u..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/150> Dr. Bezerra de
Menezes - O Diário de Um Espírito - (Filme Completo)
Posted on Apr 15, '09 6:33 PM for everyone
" A vida de nosso personagem começa em 1831 na localidade de Riacho do
Sangue, C..."






 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/149> Chico Xavier - 1977
- 50 Anos de Mediunidade - (Vídeo)
Posted on Apr 14, '09 3:09 PM for everyone
" Este documentário foi feito em homenagem ao querido médium Francisco
Cândido X..."







 <http://universoespirita.multiply.com/reviews/item/148> Divaldo P. Franco -
Evangelho e Vida - O Poder da Oração - (Vídeo)
Posted on Apr 13, '09 10:59 PM for everyone
" O médium e orador Divaldo Pereira Franco, em sua palestra, desenvolve com
maes..."

 
 
 
Enviado por Maria Luíza/BA

O Mundo oferece sempre dois olhares ! Boa semana a todos!




 



 
O Mundo oferece sempre dois olhares

Tudo na vida pode ser visto com enfoques diferentes.


Era uma vez uma indústria de calçados que desenvolveu um projecto de exportação de sapatos para a Índia.

Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daqueles futuros mercado.

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte e-mail para a Direcção da indústria:
"Senhores, cancelem o projecto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos".

Sem saber desse e-mail, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:
"Senhores, tripliquem o projecto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos, ainda".

Moral da História

A mesma situação era um grande obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro.

Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e formas diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
"Os tristes acham que o vento geme; os alegres acham que ele canta".

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida faz TODA a diferença.

(A. D.)


 


Enviado por Marcus Andrade/BA


Por favor, confirme

Feliz domingo. Tentamos contatá-lo até o momento sem sucesso. Por favor, confirme sua disponibilidade, pois tenho informações importantes ...