terça-feira, 17 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS


Amigos iluminados,
 
Boa tarde!
 
Venho por meio desta mensagem desejar a todos um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.Parece clichê mas não é quando é sincero de coração e faço votos a cada um de voces espalhados pelo Brasil,cada qual com sua religiao,sua crença,sua formação de pensamento e juntos estamos aqui ha 9 anos e meio,firmes e fortes,As diferenças tornam o ser humano belo,tornam ele interessante de se observar e se aprender mutuamente,mesmo dentro de grupos reais e virtuais,pessoas falam de pessoas,bem ou mal,invejam e admiram,vibram e secam porque somos pessoas e sempre peço que em momentos como este sejam eternizados por cada um dos dias do ano,a psicologia do Cristo,a Mediunidade com Jesus,a entrega incondicional pregada por São Francisco de Assis mas nunca esquecendo Paulo de Tarso com seu "tudo me é licito mas nem tudo me convém", Nestes 9 anos e meio testemunhei muitas coisas,vivenciei outras,aprendi um bocado mesmo "entre amigos",caí,levantei,cresci,amei e fui abençoado por uma dádiva divina e cresce junto comigo ao meu lado me ensinando mais do que eu a ele.Como alguns dizem"meu herdeiro".
 
Vibro sincera e positivamente por cada centelha divina deste grupo,seus familiares e amigos bem como orientem de luz seus inimigos porque amanha todos estaremos vibrando numa mesma sintonia,sem essa veste que nos aprisiona,nos traz apego,nos faz julgar,odiar e mal dizer.
 
Um grande beijo no coração e que Deus vos abençoe hoje e sempre.-

Manoel Trajano
Administrador do Grupo Espiritualista Virtual Irmãos de Luz e Rede CEIA de Solidariedade
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sábado, 7 de dezembro de 2013

TRABALHO


Foto de Confia em Mim, sou "Engenheiro".

MENSAGEM

Você nasceu no lar que precisava nascer, vestiu o corpo físico que merecia, mora onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento. Você possui os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades... nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas. Seu ambiente de trabalho é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização. Teus parentes e amigos são as almas que você mesmo atraiu, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle. Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na jornada da tua vivência. Não reclame, nem se faça de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograma tua meta, busca o bem e você viverá melhor. Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." (Chico Xavier)

DESCANSE EM PAZ,MANDELA.A HUMANIDADE AGRADECE SUA PASSAGEM NESTA VIDA

Sáb , 07/12/2013 às 00:00 | Atualizado em: 07/12/2013 às 14:55

A força de Mandela vinha da sua capacidade de não guardar rancor

Marjorie Moura

  • Margarida Neide | Arquivo | Ag. A TARDE

    "A segurança impediu que Nelson Mandela fosse a pé da prefeitura para a Câmara Municipal"

A vinda de Nelson Mandela foi um momento histórico e emocionante para as mais de 150 mil pessoas que lotaram a praça Castro Alves, em 1991, mas teve um sabor ainda mais especial para o historiador, professor e religioso de candomblé Jaime Sodré, que integrou a comissão de recepção durante sua breve estada em Salvador.

Como o senhor se incorporou ao grupo de recepção?

Dois meses antes da chegada dele, nos reunimos no Olodum, pessoas do movimento negro, simpatizantes, com o serviço de segurança que acompanhava Mandela pelo mundo. Eram cinco homens sempre sérios, armados e que checavam os possíveis lugares onde ele visitaria.

Não achou a postura deles estranha?

Não, porque eles vinham de uma realidade mais violenta. Mas acabaram relaxando e ficaram menos sisudos, mas sempre cuidadosos e vigilantes.

Qual foi a sua tarefa?

Eu e o colega Gilberto Legal ficamos com a recepção e acompanhamento direto a Mandela. Recebemos treinamento especial da Polícia Federal. Mas quando o avião desceu, não teve segurança que desse jeito, e a multidão se aproximou. Mandela saiu pelo fundo do aeroporto.

E a partir daí tudo transcorreu como o programado?

Não, porque o governador Antonio Carlos Magalhães não aceitou que ele visitasse antes a prefeitura. Mas veio uma ordem, um esbregue de ACM, e a comitiva teve que ir para o Alto de Ondina.

E como foi este primeiro encontro?

Fiquei meio espantado porque na comitiva havia pessoas brancas e negras, e ele era acompanhado de um médico branco. Após o almoço, Mandela me confidenciou que ficou emocionado, recordando muito sua aldeia ao voltar a comer quiabo e justamente na Bahia, depois de tanto tempo na prisão .

Depois houve a apresentação na praça?

Sim, mas com nova alteração de planos, porque a segurança impediu que Mandela fosse a pé da prefeitura para a Câmara Municipal. Tive que correr para mandar que segurassem os fogos no palanque, mas me confundiram com Mandela e quando ele chegou os fogos haviam acabado (risos).

O que ficou da visita?
Ele deixou uma marca em minha vida. Embora eu falasse inglês muito mal, percebi por que ele era especial, que a força de Mandela vinha da sua capacidade de não guardar rancor e de entender que a raça humana é uma só.


Fonte: http://atarde.uol.com.br/materias/1553879




terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O lápis

Mario Prata
Texto publicado em 07/07/2004 no jornal O Estado de S.Paulo

O lápis
Sem eletricidade pela manhã e precisando escrever um texto, procurei as canetas.
Secas, falhando ou soltando tinta demais, sabe como é? E ali estava um lápis que eu
não tenho a menor idéia de como surgiu e há quanto tempo. A ponta apontada.
Comecei a escrever com o lápis. Algumas coisas começaram a acontecer na minha
memória e no meu coração. Voltei correndo para o Grupo Escolar D. Henrique Gelain
(emérito bispo da diocese de Lins) e comecei a recordar das primeiras letras, ditadas
pela dona Gessy Beozzo, no caderno de caligrafia. Senti que a minha mão ainda fluia
bem com o lápis. Além de tudo, é higiênico.
Só que a ponta acaba. E foi com uma afiada faca de churrasco que fiz o serviço. Que
prazer, gente, fazer a ponta de um lápis. Fiz devagarzinho para não desperdiçar a
emoção da minha volta ao passado.
E me lembrei que todos nós começamos a escrever com ele. Mas, ainda com sete anos,
o sonho era começar a usar a caneta tinteiro e o mata-borrão. Mas isso era coisa para o
pessoal mais velho, do segundo ano, na classe da dona Clara. A caneta era com pena
que a gente mergulhava no tinteiro. Voltava imundo para casa. Aí o sonho era a caneta
Parker (que eu um dia escrevi aqui Park) que já vinha com tinta que a gente carregava
em casa, num mecanismo avançadíssimo.
Depois o sonho foi a Lettera 22, depois a IBM de bolinha (dava para apagar os últimos
dígitos errados) e depois veio o computador e agora o sonho é um Pentium 5. E o lápis
ficou lá atrás. Só que ele não seca, não acaba e não suja.
Aí me lembrei que existiam uns lápis que tinham uma borrachinha na outra ponta. Para
apagar erros. Não resisti, sai e comprei. Não um, mas vários. E, é claro, um apontador.
Não aqueles modernos com manivela, de mesa, mas daqueles pequenininhos, que hoje
são de plástico transparente. Na minha época não existia plástico. Eles eram de madeira
mesmo. Aproveitei e comprei uma caixa de lápis colorida. Trinta e duas cores. Uma lata
bonita.
Aí, não tendo mais o que inventar para brincar, resolvi escrever um texto com letra de
forma (porque se chama de forma?), escanear e ver se o computador reconhecia o meu
texto. Não. Não por culpa dele, mas pela minha letra mesmo que, nestas últimas
décadas, dado ao desuso, não apenas o computador não reconhece. Afinal, hoje em dia,
além de preencher cheques, para que serve escrever à mão? Como para que serve
saber somar ou subtrair se as maquininhas estão aí? Para que serve o curso primário?
É aqui que eu queria chegar. Não adianta o governo testar alunos e professores e
universidades. Vai dar sempre zebra. O buraco é bem mais embaixo senhor Ministro da
Educação. Vamos voltar ao lápis e ao dois mais dois. Vamos começar pela base. Vamos
escrever a lápis. Mesmo porque, se não der certo, a gente apaga e começa de novo.

Faz bem sonhar acordado


Thomaz Wood Jr.
13.11.2013
La science des rêves (2006) é um filme francês de verve surrealista, dirigido por Michel Gondry. O ator mexicano Gael García Bernal vive Stéphane Miroux, jovem cujos sonhos avançam frequentemente sobre a realidade. Gondry traz o espectador para o mundo de Stéphane, borrando frequentemente a linha que separa imaginação e realidade. À época do lançamento, A. C. Scott, crítico de cinema do jornal The New York Times, observou que o filme, com sua intensa peculiaridade, seu desapego às leis da física e da linguagem cinematográfica, seu desrespeito pela lógica e pela coerência, traz paradoxalmente um registro autêntico e fidedigno da vida. Jessica Lahey, em texto veiculado no website da revista The Atlantic, faz uma defesa dos encantos de sonhar acordado e, indiretamente, dos Stéphane Miroux que ainda teimam em navegar com a mente solta por uma sociedade obcecada pela objetividade. Seu foco de atenção (e preocupação) são os mais jovens: as crianças bombardeadas continuamente com estímulos e atividades, sem tempo para flanar livres pelo mundo da imaginação. Entre os mais jovens, o grande inimigo dessa saudável navegação interior são as distrações tecnológicas: a tevê, os videogames e outras armadilhas eletrônicas. A mensagem de Jessica Lahey, como a de Gondry, serve a todas as idades. Sonhar acordado é, segundo Lahey, o que ocorre quando a mente, livre das preocupações do dia a dia, vaga sem amarras entre pensamentos randômicos e memórias aleatórias. Trabalhos clássicos da Psicologia, anota a autora, situam a atividade de sonhar acordado como uma função cerebral fundamental: uma forma de pensar essencial para manter nossa saúde emocional e intelectual. Para o observador externo, pode parecer pura preguiça. No entanto, o ato de sonhar acordado se relaciona ao desenvolvimento da autoconsciência e da criatividade, à capacidade de planejamento e de improvisação, à possibilidade de reflexão profunda sobre as experiências cotidianas e ainda ao raciocínio moral. A aparência pode ser de devaneio sem rumo, porém o cérebro pode estar operando um processo neurológico complexo, sofisticado e produtivo. Viajar despreocupadamente por emoções imperfeitas e pensamentos (aparentemente) desconexos tem ainda efeito terapêutico: alivia a tensão e o estresse. Conclusões de Jessica Lahey: cultivar o silêncio e sonhar acordado é essencial. Então, sugere a autora, corte as distrações eletrônicas e reserve tempo para os devaneios, caminhe sem rumo nem fones de ouvido. O inglês Neil Gaiman, autor de romances, livros infantis e quadrinhos, declarou recentemente em uma palestra para a Reading Agency (reproduzida pelo jornal The Guardian) que o nosso futuro depende de livrarias, da leitura e da capacidade de sonhar acordado. O autor abriu sua palestra mencionando que a próspera indústria americana de construção de prisões usa como variável para a previsão da demanda (a necessidade futura de celas) o percentual de crianças com 10 e 11 anos incapazes de ler. Significativo! Para Gaiman, temos a obrigação de sonhar acordados e usar a imaginação. Essas atividades nos fazem criar mundos alternativos, que nos permitem construir o futuro. No mundo do trabalho, a atividade de sonhar acordado já teve dias melhores. Muitas organizações contemporâneas declaram amor incondicional pela criatividade e pela inovação. Paradoxalmente, continuam a refrear, disciplinar ou expelir seus sonhadores. Eles resistem como podem, sonhando acordados para enfrentar o tédio no trabalho. A Revolução Industrial e a ascensão das linhas de montagem sepultaram a criatividade e exilaram os sonhadores. À medida que o fordismo-taylorismo cruzou as fronteiras das fábricas e avançou no mundo do comércio e dos serviços, os sonhadores foram estigmatizados e encurralados. A eles foram destinados apenas os pequenos territórios e as margens. Não lhes restaram nem os territórios da cultura, cujas províncias foram significativamente rebatizadas de indústrias criativas, agora sintomaticamente unidas em torno da economia criativa. Tudo pelo mercado!

Thomaz Wood Jr. escreve sobre gestão e o mundo da administração. thomaz.wood@fgv.br

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Programação Completa do Movimento Você e a Paz 2.014 com Divaldo Pereira Franco em Salvador/Bahia





 
 
Programação Completa do Movimento Você e a Paz 2.014 com Divaldo Franco em Salvador/Bahia
Informações:71-3409-8320-Setor de Eventos da Mansão do Caminho
Muita Paz
 
 
 
 
 
                                                  Dr. Alberto Almeida(PA) em Salvador/Bahia
 
Local:Centro Espírita Caminho da Redenção(Mansão do Caminho)

Data:28.12. 2.013(Sábado)/Palestra:ENTRADA FRANCA/Horário:20 horas.

Data:29.12.2013(Domingo)/Seminário: O Amor Pede Passagem
Horário:08h30 às 12h30m
Valor:R$15,00

Inscrições:71-3409-8320-Setor de Eventos da Mansão Do Caminho(Salvador-Bahia).
Obs:APRESENTAÇÃO DIVALDO PEREIRA FRANCO
Muita Paz.
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 

Por favor, confirme

Feliz domingo. Tentamos contatá-lo até o momento sem sucesso. Por favor, confirme sua disponibilidade, pois tenho informações importantes ...