segunda-feira, 30 de setembro de 2013

30 DE SETEMBRO - DIA DE XANGÔ


Santo do raio, do trovão, da justiça e do fogo. Costuma se dizer que São Jerônimo, que no sincretismo religioso corresponde ao orixá Xangô, castiga os mentirosos, os ladrões e malfeitores. Seu símbolo principal é o machado de dois gumes e a balança, símbolo da justiça. Tudo que se refere a estudos, a justiça, demandas judiciais e contratos, pertencem a xangô.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O tempo que não mais nos pertence

 

man-time
O Tempo, a mais valiosa matéria-prima do mundo, parece ficar cada vez mais escasso. Criamos meios e recursos variados que teoricamente deveriam nos permitir usufruir de mais tempo livre. Ao invés disso o que vemos são pessoas mais ansiosas, preocupadas com prazos que lhes parecem curtos demais, aparentemente incapazes de responder a todas as demandas que se apresentam.
A tecnologia que é cada vez mais onipresente e a velocidade que nos permite trocar informações e dados como nunca antes na história da humanidade ao invés de libertar parece oprimir. O que é novo hoje, amanhã já pereceu diante do raiar do sol e das necessidades e premências que com ele surgem. Escrevo estas linhas na manhã que se inicia ciente que serão consumidas rapidamente, como se tivessem data de validade pré-estabelecida e, assim sendo, não passíveis de serem reutilizadas em outro momento.
É claro que não é assim e nem deve acontecer deste modo. Não são os recursos que criamos que nos oprimem. A opressora modernidade advém da própria atitude assumida pelos homens a se impor ritmo brutal e necessidade imediatista. Somos nós mesmos os carrascos que acionam a guilhotina diariamente e que vemos nossas cabeças rolarem, literalmente, em direção ao cesto…
Mudar, neste caso, significa desacelerar a existência. Fazer uma coisa de cada vez. Mesmo quando trabalhamos com a tecnologia, que nos permite tantas ações paralelas. O multitasker ou multitarefas criado com o advento de todas as facilidades virtuais, por exemplo, associadas as materiais, precisa ser revisto. Para as novas gerações ele parece tão natural quanto o ar que respiramos, mas não é…
Quando nos predispomos a estudar e, ao mesmo tempo, conversar com alguém pelo telefone, atender chamadas pelos comunicadores instantâneos, ouvir música e preparar um texto ou uma transparência não estamos bem, como muitas pessoas podem pensar. Estamos doentes. Afetados por forças opressoras próprias de uma dinâmica de vida que não nos percebe como seres humanos e, sim, como peças de engrenagens (ou seria melhor atualizar e dizer de sistemas computadorizados complexos).
Vivemos e trabalhamos dentro de uma lógica que remonta ao sistema industrial, por isso continuamos batendo cartão (ou simplesmente passando os crachás ou as digitais por modernos sistemas de controle de nosso tempo). Das 8 da manhã as 5 ou 6 da tarde estamos em nossos locais de trabalho, mas diferentemente do período industrial propriamente dito, não conseguimos desligar em momento algum e ainda, respondemos pessoalmente por várias funções e não apenas por aquelas que definiram inicialmente nossas contratações.
O que quero dizer com isso? Novas ações são incorporadas ao cotidiano por conta do advento de ferramentas tecnológicas que pedem resposta imediata, acionadas muitas vezes por nós mesmos. No final dos anos 1990 eram apenas os e-mails, que haviam se juntado aos telefones, transformados por sua vez em dispositivos móveis, que passaram a permitir que fôssemos localizados em qualquer lugar e a qualquer hora do dia…
Viramos o século, iniciamos um novo milênio e estas ferramentas foram atualizadas ano após ano, incorporando facilidades, meios, recursos, ferramentas e plataformas que nos fizeram crer no Olimpo entre nós, ou seja, que estamos cada vez mais nos dirigindo a uma realidade fantástica, maravilhosa, atingindo o "admirável mundo novo" previsto por Aldous Huxley… O problema é que o ficcionista inglês (e tantos outros mestres das letras que escreveram sobre o que estava por vir, como George Orwell, em um de seus clássicos "1984″) não consideravam este porvir tecnológico tão admirável e belo assim…
Não atendemos apenas nossos telefones celulares ou verificamos nossa caixa de e-mails (que para os mais jovens se tornou ferramenta obsoleta), hoje temos que nos integrar as redes sociais e a sua dinâmica acelerada, de respostas online, atualizando constantemente as nossas ações e ideias, respondendo imediatamente a inúmeras pessoas que pedem nossa atenção, deslocando o foco para atender o MSN ou o Skype, olhando para a tela da TV (e zapeando entre tantos canais que são oferecidos via satélite ou por cabo), com fone no ouvido a apreciar alguma nova batida musical que está hoje na moda (e que amanhã pode já estar morta ou superada), adquirindo um produto pela internet… Ufa!
E quanto tempo sobra para respirar, encontrar-se com amigos (há quem os tenha somente no universo virtual, onde é possível conciliar tudo isso), cuidar da família, dar um tempo para nós mesmos, tomar os necessários cuidados com a alimentação, fazer exercícios físicos ou simplesmente sentar-se a sombra de uma árvore, de papo para o ar, sem ter que fazer nada de produtivo, exercitando somente o ócio criativo preconizado pelo sociólogo italiano Domênico de Masi.
Significa que devemos agir como os ludistas do século XIX, que quebravam as máquinas das nascentes indústrias inglesas atribuindo a elas o seu desemprego, miséria e baixos salários?
Não é isso. A tecnologia não é, como já mencionei, opressora por si só. É preciso repensar e modificar a relação com todos estes recursos, a compreensão de que as tecnologias são apenas meios e ferramentas que podem e devem nos auxiliar a viver e trabalhar melhor e não os fins ou objetivos que nos movem.
Dê-se tempo de presente em sua vida. Reserve partes do seu dia para um prazer que lhe apetece e que não está relacionado as modernidades. Descubra a natureza. Circule pela rua sem se preocupar com compromissos, trabalho. Deixe o celular em casa. Vá para a cozinha e prepare uma deliciosa refeição para você e seus familiares. Desconecte-se durante algumas horas para encontrar amigos ou ler um livro. Passeie com seu cachorro. Dê uma volta de bicicleta pelo bairro em que mora. Saia para tomar um sorvete ou um café, sem se preocupar com o relógio, apenas pelo prazer de degustar essa delícia. Permita-se viver!
Por João Luís de Almeida Machado

É PARA RIR OU CHORAR?

Não curtiu o Mussum Memes ? Curtis ai Cacildis
 
 

Site do Projeto Manoel Philomeno de Miranda - Acessem e divulguem





 



Queridos (as) Amigos (as)

Saudações amorosas

Abaixo o site do Projeto Manoel Philomeno de Miranda

Acessem e divulguem esse grande e amoroso Projeto

 

http://projetomanoelphilomenodemiranda.com/



A MAIOR CARIDADE QUE PODEMOS FAZER PELA DOUTRINA ESPÍRITA É A SUA DIVULGAÇÃO. 

(Emmanuel)

 





 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O CORPO E A ENERGIA PSIQUICA

Este alerta está colocado na porta de um consultório:

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma. O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando ...as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver. E as dores caladas? Como falam em nosso corpo? A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.

O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado Determinação, abundante combustível chamado Paciência. Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado Inteligência.

Ver mais

Abertas as Inscrições para O Seminário Consciência e Mediunidade com Projeto Manoel Philomeno de Miranda


 
ABERTAS AS INSCRIÇÕES
PROJETO MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA
SEMINÁRIO CONSCIÊNCIA E MEDIUNIDADE
Data: 17 de Novembro de 2.013(Domingo)
Local:Centro Espírita Caminho da Redenção(Mansão do Caminho) .
Horário: 08h30m às 12h30m
Valor: R15,00(Todos os inscritos receberão 01 exemplar do livro Espiritismo e Vida da LEAL Editora).
Obs:As inscrições serão realizadas nos dias de reuniões doutrinárias na Mansão do Caminho .
Dias de reuniões doutrinárias
*Terça-feira:20 horas
*Quinta-feira:20 horas
*Sábado:20 horas
*Domingo:16 horas
*Informações:71-3409-8320-Setor de Eventos da Mansão do Caminho.
Muita Paz
 
 
 




 

Grande Obra






GRANDE OBRA NECESSITA URGENTE DE AMBOS OS SEXOS!


CARPINTEIROS: Fazer secar a madeira da incompreensão e arrancar os pregos do orgulho, do ódio e do egoísmo;

PEDREIROS: Para assentar os tijolos da prece e da construção da caridade.

SERVENTES: Para preparar a massa da boa vontade, derramando sobre a areia do sofrimento, o cimento da fé e o cal da compreensão;

ENCANADORES: Para canalizar a água viva da verdade na direção daqueles que tem sede de conhecimento;

ELETRICISTA: Para ligar a corrente positiva da fé, estendendo luz a todos que se acham nas trevas da ignorância;

APRENDIZES: Vagas sempre abertas para os de boa vontade de qualquer idade;

MESTRES: Não há vagas, temos o maior de todos: JESUS.

LOCAL DA OBRA: A Humanidade.

A OBRA: O Evangelho de Jesus.

INFORMAÇÃO: Em todas as Casas Espíritas.

Fonte: Nelson Marcus, Centro - Aprendizes do Evangelho de S. Paulo






 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

REFLEXÃO





A verdade que fere é pior do que a mentira que consola.
(Carlos A Baccelli)

Chico Xavier

 

Análise,apreciação,crítica(EXCELENTE)






 
 
 

Fonte:www.oconsolador.com.br

JOSÉ PASSINI

passinijose@yahoo.com.br
Juiz de Fora, Minas Gerais (Brasil)
 
 

Análise, apreciação, crítica


Qualquer obra ao ser exposta ao público fica sujeita à análise, à apreciação, à crítica, da parte daqueles que a examinam, seja ela uma escultura, uma música, uma pintura ou uma página literária.

No mundo da literatura, há até a atividade normal de pessoas que se especializam em crítica literária, exercendo-a, sem que os autores de artigos ou de livros, sintam-se ofendidos por verem suas idéias, suas posições, ou opiniões serem analisadas, criticadas, contestadas, desde que através de linguagem compatível com a ética e com o respeito.

Esses trabalhos de crítica literária são, não raro, usados em estudos levados a efeito em academias de letras, ou em cursos universitários de língua e literatura, com real proveito para aqueles que se entregam ao aprendizado da arte de bem escrever, seja num Curso de Letras, seja num de Comunicação Social.

Tendo consciência de que haverá aqueles que analisarão e darão a público sua apreciação sobre aquilo que publica, o autor, por certo, preocupar-se-á com o que diz, e como o diz, ou seja, com o conteúdo e com a forma.

No meio espírita, infelizmente, isso não se dá. Atualmente, assiste-se a uma verdadeira avalancha de obras, na maioria mediúnicas, cheias de inovações, de revelações, de modismos, sem que haja espaço na imprensa espírita para uma apreciação séria, clara, fraterna, a respeito de conteúdos altamente duvidosos, que são levados a público como se fossem verdades reveladas.

Paulo, a maior autoridade em assuntos mediúnicos nos tempos apostólicos, conforme se constata nos caps. 12 e 14 da sua Primeira Carta aos Coríntios, dentre outras orientações, recomenda: "E falem dois ou três profetas, e os outros julguem."1 Sábio conselho, repetido reiteradamente mais tarde na obra de Kardec, destina-se à prevenção contra o deslumbramento, a vaidade, à atuação de Espíritos enganadores no intercâmbio mediúnico. Cuidado semelhante pode-se observar também em João: "Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo."2

Será que estamos esperando que aqueles que combatem o Espiritismo venham trazer a público certos absurdos que estão sendo publicados ante a comunidade espírita completamente silente, sem que tenhamos meios de demonstrar-lhes que certas "revelações" foram contestadas? Ou será que foi esquecido o brocardo: "Quem cala, consente."? Será que Kardec não sairia hoje em defesa dos verdadeiros postulados espíritas? Ou calar-se-ia, receando desagradar pessoas? Onde podemos situar a recomendação de Erasto: "Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria err�¿??nea."3

A Federação Espírita Brasileira e várias outras editoras são entidades de utilidade pública e que, coerentemente com o que ensina o Espiritismo, não visam a lucros. Malgrado esses nobres exemplos, instalaram-se inúmeras editoras que aí estão a divulgar obras que contrariam frontalmente os postulados espíritas, através de publicações que, embora declarem serem os recursos obtidos destinados a entidades assistenciais – o que jamais deve influir na análise doutrinária das publicações – agem como entidades meramente comerciais, colocando o lucro acima do ideal da divulgação.

O médium, autor material dessas obras, por vezes é pessoa bondosa, bem intencionada, até promotora de nobres atividades no âmbito da assistência social. Mas o seu trabalho nesse setor será suficiente para legitimar sua produção mediúnica, transformando-a em livros? Lamentavelmente, há aqueles que confundem caridade com pieguismo. Dizem que não se pode ir contra um irmão. Ninguém, em sã consciência deve criticar o autor, mas sim a obra. Aquele deve ser preservado, em nome do respeito que se deve ter para as suas boas intenções, mas esta deve ser analisada, dissecada. Essa maneira de agir aprende-se com Jesus, que nunca atacava o pecador, mas o pecado.

Nesse contexto, deve ser ressaltada a responsabilidade daqueles que dirigem estabelecimentos espíritas, sejam centros ou livrarias, no sentido de fazerem a devida seleção do material escrito divulgado no recinto da instituição. Muito maior do que a preocupação com o conteúdo da exposição oral, deve ser o cuidado com o material impresso entregue ao público, seja livro ou folheto avulso, pois um livro adquirido, ou tomado por empréstimo, numa instituição espírita – principalmente para o leigo –, será tomado como legítimo.

Entretanto, há dirigentes que se abrigam sob a capa de uma falsa caridade em relação aos autores. Omitem-se quanto a um cuidadoso exame, deixando de ler, ou de colocar nas mãos de irmãos responsáveis, para análise, muitas obras que estão aí a tentarem desmentir a seriedade da mensagem espírita, permitindo seja ela apresentada na forma de romances, relatos, "revelações", em linguagem absolutamente não condizente com a seriedade e com a nobreza da doutrina que herdamos de Kardec.

 
 
 



 

sábado, 21 de setembro de 2013

GEPA apresenta O COMPORTAMENTO SEXUAL DO ESPÍRITA”. em Salvador-Bahia

O GRUPO ESPÍRITA PORTO DA ALEGRIA ESTARÁ PROMOVENDO, NO PRÓXIMO DIA 20 DE OUTUBRO, A V JORNADA ESPÍRITA DO PORTO DA ALEGRIA COM O INSTIGADOR TEMA "O COMPORTAMENTO SEXUAL DO ESPÍRITA".
VOCÊ É NOSSO CONVIDADO PARA ACOMPANHAR A SEGUINTE PROGRAMAÇÃO:
ABERTURA: 9 ÀS 9:30 HORAS

1ª PALESTRA: 9:30 ÀS 10:30 HORAS...

Ver mais

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

CONCENTRAÇÃO DE AMBAS AS PARTES


Casa de Oração Bezerra de Menezes - Cobem compartilhou a foto deContos e "Causos" Espíritas.
Na hora do passe e na palestra, dentro da Casa Espírita, devemos estar em oração, pedindo à espiritualidade o nosso socorro e o dos nossos irmãos.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Como foi fundada a Federação Espírita Brasileira?

 

Como foi fundada a Federação Espírita Brasileira?

Figura 1: Sede da FEB na Av. Passos, Rio de Janeiro. Ela foi construída na gestão de Leopoldo Cirne e inaugurada em 1911.


Poucas fontes documentais tratam da fundação da Federação Espírita Brasileira.

Canuto Abreu escreveu um livro importante, mas pouco conhecido, chamado "Bezerra de Menezes - Subsídios para a História do Espiritismo no Brasil até o Ano de 1895." Consegui outras fontes, inclusive documentais, no livro do Eduardo Carvalho Monteiro que cito ao final do trabalho.

Nasce o Reformador

Abreu defende uma tese curiosa, a FEB é filha do Reformador e de uma pastoral da Igreja Católica de afirmava "devemos odiar pelo dever de consciência", referindo-se aos adeptos do movimento espírita e baseando-se no pensamento moisaico.

Esta pastoral foi escrita em junho de 1882. À época, Augusto Elias da Silva era neófito no movimento espírita, frequentava a Sociedade Acadêmica e convenceu-se das idéias espíritas a partir dos estudos de "O Livro dos Espíritos".

Incomodado pela pastoral, ele escreveu um texto em resposta aos católicos intolerantes e não conseguiu publicá-lo em nenhum órgão de imprensa da época. Resolveu então fundar uma revista de orientação liberal com duas partes: uma seção voltada a "todas as corporações científicas, filosóficas e literárias" e outra voltada ao Espiritismo.

Após publicar o primeiro número, afirma Abreu que o editor saiu à cata de colaboradores, e conseguiu envolver neste projeto Pinheiro Guedes (médico homeopata), Ewerton Quadros (marechal) e Bezerra de Menezes.

Bezerra de Menezes julgava necessário unir os espíritas no Brasil em um centro, na capital do império, formado por delegados de todos os grupos. Esta idéia ganhou força com a publicação de Reformador, uma vez que seu "conselho editorial" não desejava associá-lo a uma sociedade espírita isolada.

No natal de 1883 (segundo Abreu) ou em 1o. de Janeiro de 1884 (segundo Ewerton Quadros, apud MONTEIRO, 2006), reuniram-se na casa de Antônio Elias da Silva as seguintes pessoas: Bezerra de Menezes, Raymundo Ewerton Quadros, Manoel Fernandes Filgueira, Francisco Antônio Xavier Pinheiro, João Francisco da Silveira Pinto, Romualdo Nunes Victório e Pedro da Nóbrega.

Canuto Abreu entende que a idéia de congregar os grupos espíritas em torno de uma entidade central era uma das tônicas da fundação desta nova organização, mas Quadros afirma que a finalidade era "fundar uma sociedade para o estudo científico do Espiritismo" (MONTEIRO, 2006. p. 23). Giumbelli (1997, p. 63) também discute esta finalidade, e com base no Reformador da época ele encontra a apresentação da FEB como uma organização que visava a "propaganda ativa do Espiritismo pela imprensa e por conferências públicas".

Foram convidadas outras pessoas para participarem da sociedade e as que o fizeram no prazo de sessenta dias foram inscritas como sócios-fundadores. O número chegou a 40 pessoas de pelo menos quatro estados diferentes. Giumbelli (1997, p. 62) fez um levantamento das profissões dos fundadores e encontrou engenheiros, homeopatas, advogados, militares, funcionários públicos, autônomos, algumas esposas dos fundadores e mulheres sem vínculo familiar com os demais associados.

A Sobrevivência da Nova Sociedade

Com uma sede alugada e poucos recursos, Dias da Cruz, médico homeopata, eleito presidente, teve um papel importante na sobrevivência da mesma. Ele a manteve e chegou a assinar um contrato de aluguel de valor muito mais alto que o inicial, enfrentando a crise econômica que sobreveio com a proclamação da república sem permitir que a sociedade se dissolvesse. (segundo Ewerton Quadros, apud MONTEIRO, 2006)

O Papel de Órgão Federativo

Giumbelli (1997, p. 63) mostrou muitas evidências de que o papel de órgão federativo, apesar do nome da sociedade, só foi assumido tempos após a fundação da FEB. Ela chegou a filiar-se a uma sociedade que foi criada com esta função. Abreu (1981) entende que havia uma intenção da parte de Bezerra de Menezes em transformar a FEB em uma organização que coordenasse a propaganda espírita no Brasil, e cita seu discurso publicado no Reformador de 1895 no qual ele implementa mudanças importantes na gestão da sociedade que consolidariam, no futuro o papel que esta organização desempenha hoje.

Fontes Bibliográficas

ABREU, Canuto. Bezerra de Menezes.4 ed. São Paulo: FEESP, 1981.
GIUMBELLI, Emerson. O cuidado dos mortos. Rio de janeiro: Arquivo Nacional, 1997.
MARTINS, Jorge Damas. O 13º. Apóstolo. Niterói: Lachâtre, 2004.
MONTEIRO, Eduardo Carvalho. Marechal Ewerton Quadros: primeiro presidente da Federação Espírita Brasileira. Capivari-SP: EME e CCDPE, 2006.
_______ 100 anos de comunicação espírita em São Paulo. São Paulo: Madras Espírita, 2003.

FONTE: http://espiritismocomentado.blogspot.com.br/2009/01/como-foi-fundada-federao-esprita.html

Projeto Manoel Philomeno de Miranda em Jornada nos EUA






 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

ANIVERSÁRIO




GRUPO ESPÍRITA DEUS DOS SOFREDORES

Rua Vitoriano Palhares, 53 – Liberdade


CONVITE


É com a maior satisfação e alegria, que convidamos você e os irmãos da sua agremiação para juntos comemorarmos os 71 Anos de Existência desta conceituada casa de oração acima citado.

No dia 27 de Setembro é a data magna, mais iremos comemorarmos no dia 01 de Outubro 2013.

Neste dia, começaremos os nossos trabalhos a partir das 19:30h. com o Grupo Musical de Jane, eles cantarão 30 minutos, às 20:00h. O Expositor da noite Jamei Ney, falará sobre o Tema: A MULHER DE ROXO, após a exposição o Grupo Musical vota a cantar mais 2 ou 3 músicas e enceraremos com os parabéns e um delicioso Cofee Breaks.


Desde já Agradecemos a presença de todos.




Atenciosamente,

A Direção





segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Brechó EcoSolidário - Apoie esse projeto




Consumo Consciente: adote essa prática!

Brechó Eco Solidário, realizado desde 2006, no Parque da Cidade em Salvador-BA, é um grande mercado de trocas de bens usados através da moeda social Grão. Seu objetivo é a conscientização sobre os efeitos do consumo para as mudanças climáticas atuais e o incentivo para que os participantes repensem e transformem seu consumo, buscando evitar desperdícios, priorizando produtos mais saudáveis e cuja produção seja sustentável, social e ambientalmente correta.


POR QUE FINANCIAMENTO COLETIVO?

Para que o Brechó EcoSolidário ocorra em 2013 contamos com o apoio de pessoas como você, que também acreditam que é possível construir uma nova lógica consumo desde já!

Precisamos de recursos para:
- Comprar as lonas de cobertura das barracas
- Contratar pessoal qualificado para garantir a segurança do evento


Esse ano o Brechó deixou de receber apoio financeiro que ajudava na realização do evento nos anos anteriores.

Para apoiar o projeto e para mais informações acesso o link: http://catarse.me/pt/brechoecosolidario

O projeto só será financiado se atingir a meta estabelecida. Contamos com a ajuda de vocês!


O Brechó EcoSolidário agradece!



PARA PARTICIPAR DO GRUPO NO YAHOO GRUPOS:
Assinar irmaosdeluz

Desenvolvido por br.groups.yahoo.com