segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Obrigado R.E.M. e volte logo!

Quando eu soube esta semana  do fim da banda fiquei muito triste e lembrei desta  canção que diz muito a nossos corações.

Trajano


Everybody Hurts

When your day is long
And the night the night is yours alone
When you're sure you've had enough of this life
Hang on

Don't let yourself go
'Cause everybody cries
And everybody hurts, sometimes

Sometimes everything is wrong
Now it's time to sing along
When your day is night alone (Hold on, hold on)
If you feel like letting go (Hold on)
If you think you've had too much of this life
To hang on

'Cause everybody hurts
Take comfort in your friends
Everybody hurts
Don't throw your hand, oh no
Don't throw your hand
If you feel like you're alone
No, no, no, you're not alone

If you're on your own in this life
The days and nights are long
When you think you've had too much of this life
To hang on

Well, everybody hurts
Sometimes, everybody cries
And everybody hurts, sometimes
But everybody hurts, sometimes
So hold on

(7x)
Hold on

Everybody hurts

You're not alone








Todo Mundo Se Machuca

Quando seu dia é longo
E a noite - a noite é solitária,
Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,
Continue em frente

Não desista de si mesmo,
Pois todo mundo chora
E todo mundo se machuca, às vezes...

Às vezes tudo está errado,
Agora é hora de cantar sozinho.
Quando seu dia é uma noite solitária (aguente firme, aguente firme)
Se você tiver vontade de desistir (aguente firme)
Se você achar que teve demais desta vida,
Para prosseguir...

Pois todo mundo se machuca,
Consiga conforto em seus amigos.
Todo mundo se machuca...
Não se resigne, oh, não!
Não se resigne
Quando você sentir como se estivesse sozinho.
Não, não, não, você não está sozinho...

Se você está sozinho nessa vida,
Os dias e noites são longos,
Quando você sente que teve demais dessa vida para
seguir em frente

Bem, todo mundo se machuca
Às vezes, todo mundo chora
E todo mundo se machuca, às vezes
Mas todo mundo se machuca, às vezes
Então aguente firme

(7x)
aguente firme, aguente firme...

Todo mundo se machuca

Você não está sozinho






domingo, 30 de outubro de 2011

Seminário Lar João Batista(Salvador-Bahia)



Nos dias 18 e 19/11 o Lar João Batista realizará o seu XI Seminário sobre Ciência Espírita. Desta feita trabalharemos com a Pedagogia.
Em anexo está o cartaz do evento e abaixo a programação.
Contamos com a presença de todos vocês!!

18/11 – SEXTA-FEIRA:

 

19h30min às 20h – Momento de arte

 

20h às 21h – Solange Meinking: Pedagogia Espírita – Proposta para a educação integral;

 

19/11 – SÁBADO:

 

9h às 10h – André Peixinho: Contribuição espírita para a educação;

 

10h às 10h30min – Intervalo

 

10h30min às 12h – Jorge Lyrio: Vivência - Arte, Educação e Espiritualidade;

 

12h às 14h – Almoço

 

14h às 15h – Suzy Moreau: Precursores da pedagogia espírita


15h às 16h – Ivan Cézar: A evangelização na casa espírita e o papel do evangelizador;


16h às 16h30min – Intervalo

 

 

 

 16h30min às 17h30min – Francisco Rosário: Jesus, o Grande Educador de todos os tempos.

 

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Jogo


 

 

Jogo

 

 

"A essência do conhecimento está nos pensamentos. No seu processo de pensar, você pode ver que tudo é apenas um jogo. O jogo da vida continua e eu tenho que jogá-lo. Mas enquanto jogando eu deveria usar os segredos de permanecer desapegado e ir além. Quando sou um observador desapegado diante das situações, os poderes vêm naturalmente - não preciso pensar neles, um por um. Bons atores não precisam pensar sobre o que eles têm que fazer no palco. Primeiro, eles se preparam. Depois, eles entram e saem de cena facilmente. Eles sabem o que devem fazer. Quando o entendimento do seu papel é claro, seu estágio também será estável."

 

Dada Vishwaratan

 

 

 

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PRIMEIRO ENCONTRO DE LÉON DENIS COM ALLAN KARDEC









Primeiro Encontro de Léon Denis com Allan Kardec

                                                     (Léon Denis)
Eduardo Carvalho Monteiro
 
Havia apenas três anos que Léon Denis se iniciara no Espiritismo quando, em 1867, Allan Kardec aceitou um convite para pronunciar uma conferência em Tours. Léon Denis teve então a oportunidade de se entrevistar com o Codificador na quinta de Leandre Rebondin, que hospedava o casal Rivail, conforme descreve o próprio Denis:
Alugáramos para recebê-lo e ouvi-lo, uma sala na Rua Paul Louis Courrier e pedíramos a necessária autorização à Prefeitura pois, durante o Império, uma severa lei proibia qualquer reunião de mais de vinte pessoas. Acontece que no momento fixado para essa assembléia fomos informados de que o nosso pedido fora indeferido. Encarregaram-me então de permanecer no local a fim de avisar os convidados de que deviam dirigir-se a Spirito-Villa, a casa do senhor Rebondin, na rua Sentier, onde a reunião se iria realizar no jardim. Éramos aproximadamente trezentos ouvintes, em pé, apertados de encontro às arvores. Sob a claridade das estrelas, a voz doce e grave de Allan Kardec fazia-se ouvir; podia-se ver a sua fisionomia, iluminada por uma pequena lâmpada colocada sobre uma mesa no centro do jard im, proporcionando um aspecto fantástico. Foram-lhe postas várias perguntas e ele respondia com bondade, sorridente... As flores do senhor Rebondin ficaram destruídas, mas o importante foi o sucesso daquela noite...lembrança perpétua e indelével. Falou-nos sobre a obsessão e várias questões lhe foram postas, às quais respondeu sempre bondosamente. Terminada a reunião, todos levaram inefáveis recordações desse memorável encontro.
No dia seguinte, voltei a Spirito-Villa, a fim de visitar o Mestre; encontrei-o trepado numa escada, ao pé de uma grande cerejeira, apanhando os frutos que deitava a madame Allan Karde.Uma cena bucólica que o distraía das suas graves preocupações.
No seu artigo "História do Desenvolvimento do Espiritismo em Tours", Denis completa a informação dos seus contactos com o mestre de Lyon: Eu vi-o mais duas vezes depois da sua viagem a Tours: na sua residência na Rua Saint Anne, em Paris, e pela última vez em Bonneval, na quinta Petit Bois, onde os espíritas do Eure-et-Loire e Loire-et-Cher estavam reunidos para ouvir os seus discursos e confraternizarem. No ano seguinte, em 1869, morria ele subitamente pela ruptura de um aneurisma.
A Rua Sentier, em Spirito-Villa, tornou-se um lugar importante e histórico para o Espiritismo, pois foi onde aconteceu a primeira conferência espírita à luz das estrelas, e onde se deu o primeiro dos três encontros que Léon Denis teve com Allan Kardec.
Esta importância histórica levou-nos a conhecer o local no ano 2000. O que era uma quinta, em cujo jardim puderam instalar-se 300 pessoas, conforme relata Denis, foi dividida em lotes ainda naquela época, e hoje abriga casas centenárias muito bem cuidadas pelos seus moradores. Uma pequena rua só para peões, dá entrada a Spirito-Villa, a qual percorremos emocionados. Escolhemos uma casa com um vasto jardim, que imaginamos ser uma parte daquele pisado por Allan Kardec para a sua conferência e, com um pouco de receio, tocamos a campainha. Um jovem atendeu e, falando em inglês, pedimos para fotografar o jardim da sua casa, já que éramos pesquisadores e escritores brasileiros e ali, há mais de 130 anos, dera-se um acontecimento muito importante para nós. Confessamos que tínhamos receio de sermos mal recebidos, perante a inusitada história contada. Porém, para surpresa nossa, o jovem André, muito gentil, franqueou-nos a entrada e foi chamar a sua simpática avó, Madame Madeleine Renaud que, além da sua amizade, nos ofereceu uma cópia dos documentos da propriedade, datados de 1840 e autenticados com o selo em branco de Napoleão. Não há dúvida que um documento como este pode não representar quase nada para a história do Espiritismo, mas a fidalguia e a amizade com que aquela família de Tours nos recebeu e confiou nos motivos pelos quais dois desconhecidos, que não falavam a sua língua, lhes bateram à porta, foi quase tão emocionante como pisarmos aquela terra em que sabíamos que dois gigantes do pensamento humano tinham deixado as suas marcas há mais de cem anos. Foi, pois, com os olhos nublados e a recordar a descrição de Léon Denis do seu encontro com o mestre, que passamos alguns minutos naquele jardim, fazendo uma sentida prece e tentando tran sportar a nossa mente para o distante ano de 1868, para ouvir os ecos das palavras do mestre sob a luz da lamparina e tendo por teto a abóbada celeste. Parecia que a terra ainda guardava a doçura das cerejas caídas aos pés de Amélie Boudet e que o farfalhar das folhas secas, denunciando a chegada do jovem Léon Denis atrasado para o início da reunião, ainda era ouvido pela nossa fantasista audição. E o mesmo sentimento bucólico que Denis viu naquela cena, ele no-lo emprestou, e a nossa imaginação voou alto, muito alto...
Aos privilegiados trezentos ouvintes daquela memorável conferência, somara-se mais um...

Fonte: http://www.geb-portugal.org/Admin/Ficheiros/oencontr369.pdf








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sábado, 29 de outubro de 2011

VENDE-SE TUDO! - Martha Medeiros


 



A vida nos dá muitas oportunidades a cada dia, de repensar, aprender ou reaprender...

 

Vende-se Tudo (Por Martha Medeiros)

 

No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:

- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.

- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.

Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.

Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.

Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.

Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.

Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.

Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida.

Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.

Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.

Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde.

Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza:

"só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir,"

é melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ!

Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza ou plenitude.

São as dádivas especiais que não tem preço, as pessoas que estão próximas da gente e que nos amam, a saúde, os amigos que escolhemos, a nossa fé e Paz de espírito.

 

 

O MOVIMENTO ESPÍRITA NO SERTÃO DA BAHIA




 www.oconsolador.com.br
ANA MORAES
anateresa.moraes2@gmail.com
Rio de Janeiro, RJ (Brasil)

 
Oswaldo Coutinho:

"A Doutrina Espírita é o farol redentor que iluminará
nossa estrada"

O confrade baiano, autor do livro Artigos de Luz, fala sobre o movimento espírita no Sertão da Bahia e as perspectivas
do XIV Congresso Espírita da Bahia

 

O confrade Oswaldo Coutinho (foto), nascido em Serrinha-BA, onde reside, bacharelando em Serviço Social e trabalhador do Centro Espírita Deus, Cristo e Caridade, situado na mesma cidade, vem desenvolvendo intensa atividade no campo dos estudos doutrinários e da divulgação espírita.

Na presente entrevista, ele nos fala sobre sua experiência na divulgação do Espiritismo na região sisaleira e sobre o XIV Congresso Espírita da Bahia, que se realizará em novembro tendo por tema central "O Primado do Espírito". 
 

Como se tornou espírita? 

Nasci em uma família espírita, em que recebi as primeiras noções básicas na evangelização infantil, havendo depois passado por todos os ciclos dentro da casa espírita. 

Como surgiu o Espiritismo no Sertão da Bahia? 

No início do século XX nasceu na fazenda Retiro, que é um pequeno povoado do município de Biritinga, Bahia, um jovem de nome Lourival da Silva Lima, que aos dezessete anos começou seu desenvolvimento mediúnico na área da vidência, da clarividência e da clariaudiência, quando passou a receber a assistência de um Espírito superior denominado Irmão Estrela. Este o convocou para a instauração do Evangelho do nosso senhor Jesus Cristo no Sertão da Bahia. Na sequência, o Espírito Irmão Estrela, por intermédio da psicofonia de Lourival, convidou um grupo a se reunir na cidade de Serrinha-BA para estudar o Pentateuco Kardequiano. Dentre os que compunham esse grupo destacamos: Aristóteles Damasceno Peixinho, Tenente Melo, Sr. Profeta, Sr. Limeirinha, Sr. Felipe Mira, os quais fundaram na data de 3 de outubro d e 1946 o Centro Espírita Deus, Cristo e Caridade. 

Como anda o movimento espírita em Serrinha? 

O movimento espírita em Serrinha está muito bem fortalecido nas bases kardequianas e a doutrina espírita é bem vista na sociedade serrinhense. O momento é, pois, de muita felicidade e satisfação em ver o Centro consolidado nas bases de Jesus e Kardec. 

Que atividades são realizadas no Centro Espírita Deus, Cristo e Caridade? 

Temos atividades diversas na casa espírita: exposições doutrinárias, atendimento fraterno, reuniões mediúnicas, campanha do quilo e, ainda, o Departamento Assistencial Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, que realiza atendimento a dezenas de mulheres grávidas, trabalho esse que reúne várias senhoras que, em trabalho voluntário, se doam para bordar, costurar, e preparar enxovais para os bebês que se preparam para vir ao mundo. 

Como vai a divulgação da Doutrina Espírita no Sertão Baiano? 

Esse trabalho vai muito bem. No meu caso pessoal, sempre que convidado, viajamos a algumas cidades vizinhas para ministrar seminários e proferir palestras, fortalecendo desse modo a mensagem de Jesus na Terra. Também atuamos na divulgação por meio de artigos publicados em revistas e jornais como O Imortal, O Consolador, o Jornal Espírita de Uberaba e o jornal espírita Correio Fraterno. Enviamos também artigos para essas cidades por intermédio da internet, como uma forma adicional de divulgação. Temos, ainda, participado de forma efetiva do Conselho Regional (CR06), que vem realizando bom trabalho na divulgação da Doutrina Espírita. 

Qual a sua proposta ao escrever o livro Artigos de Luz? 

Artigos de Luz é uma proposta que minha amiga e mentora espiritual Maria da Glória me inspirou para que escrevêssemos algo a respeito dos valores nobres da vida e também de passagens da vida de Jesus, como forma de contribuir para a transformação moral do planeta. A partir daí, sempre que sentimos sua presença e captamos seus pensamentos, transcrevemo-los por meio da psicografia consciente, para posterior publicação. 

Em seu modo de ver, qual deve ser a atitude dos dirigentes espíritas relativamente a essa enxurrada de obras mediúnicas de origem duvidosa que têm infestado o mercado de publicações espíritas nos últimos anos? 

O dirigente espírita tem que realizar sempre uma análise criteriosa. Não podemos ignorar as diretrizes seguras de Jesus e Kardec expostas em obras respeitáveis como, por exemplo, os livros de Emmanuel, André Luiz, Yvonne do Amaral Pereira e Divaldo Franco.  

Quais as expectativas para o XIV Congresso Espírita da Bahia, programado para os dias 3 a 6 de novembro próximo? 

As expectativas são as melhores possíveis. O tema central – O Primado do Espírito – escolhido pela equipe juntamente com o diretor-presidente, Dr. André Luiz Peixinho, foi de muita felicidade porque nos convida a pensarmo-nos como Espíritos que ora estagiamos em um corpo físico para logo mais voltarmos às nossas origens espirituais.  

Quais as presenças confirmadas no Congresso? 

Divaldo Pereira Franco, Alberto Almeida, Ruth Brasil Mesquita, André Luiz Peixinho, Marcel Mariano e muitos outros. 

Suas palavras finais. 

Gostaríamos de agradecer a oportunidade de dizer que Jesus é a nossa meta a seguir e a alcançar e que a Doutrina Espírita é o farol redentor que iluminará nossa estrada. Lembramos, por fim, que todos nós temos compromissos assumidos com o Mestre, pelo qual devemos procurar cada vez mais nossa plenitude e nossa edificação em busca da grande luz.



 

 






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terça-feira, 25 de outubro de 2011

ELENCO DO SEMEADOR DE ESTRELAS NO CINE CENA UNIJORGE-SHOP.ITAIGARA-04,05 E 06 DE NOVEMBRO/11




O espetáculo O Semeador de Estrelas conta a emocionante e bem humorada vida do médium e conferencista espírita Divaldo Pereira Franco.Divaldo Pereira Franco é autor de mais de 150 livros, traduzidos para 14 idiomas. Ele é o maior palestrante espírita do mundo
O espetáculo, O SEMEADOR DE ESTRELAS, é o retrato de um homem que precisa ser reconhecido pela sua própria gente contado através de causos engraçados, narrativas e músicas que ganham vida nas vozes de Renato Prieto, Rosana Penna, Paulo Paixão e Sylvia D'Silva.
Como seria dedicar uma vida inteira aos outros? Como seria a vida de uma pessoa como a Madre Teresa de Calcutá ou de Ghandi? Jamais pensar em si, no seu próprio conforto ou, o que é mais difícil, ter o seu próprio tempo?
O Brasil tem um homem assim, que poucos conhecem: Divaldo Pereira Franco. Autor de mais de 150 livros, traduzidos para 14 idiomas, ele é o maior palestrante espírita do mundo.Cuida na sua casa de caridade em Salvador, de quase três mil crianças, e tem uma obra social modelo para o resto do país. A história de sua vida é interessantíssima, cheia de casos engraçados e emocionantes, surgidos de sua mediunidade poderosa.
No elenco da peça, além de, Renato Prieto temos a atriz Rosana Penna que participou do filme E A Vida Continua, uma obra de Chico Xavier, com direção do Paulo Figueiredo e estréia prevista para o segundo semestre de 2011, da atriz e cantora Sylvia DSilva que atuou no musical Veja Você Brasília, de Oswaldo Montenegro, do elenco do filme Nosso Lar, dentre outros trabalhos e de Paulo Paixão que atuou nos espetáculos Shakespeare e os Versos Ilegais, Antígona, Além da Vida, dentre outros.
O texto O Semeador de Estrelas! é de Cyrano Rosalém formado em direção teatral pela Faculdade de Artes da Fundação Brasileira de Teatro de Brasília. Em 1989, Cyrano mudou-se para o Rio onde atuou nas peças Retrato de Corpo Inteiro, com Rosamaria Murtinho, Intensa Magia, com Mauro Mendonça além de ter dirigido Três Por Dois, com Marcelo Saback, e Verde Que Te Quero Ver, com Flávia Monteiro. Na TV atuou nas novelas O Salvador da Pátria, A Viagem, Terra Nostra e Celebridade da Rede Globo.
Imagem: Divulgação
No elenco Paulo Paixão, Sylvia D'Silva, Rosana Penna e Renato Prieto (Imagem:Divulgação)
No elenco Paulo Paixão, Sylvia D'Silva, Rosana Penna e Renato Prieto

Renato Prieto

Desde criança Renato Prieto sonhava com os palcos. Ainda menino, ficou muitos anos com um problema de saúde, que só foi curado graças à aparição providencial de uma senhora no portão de sua casa, que indicou, para sua mãe, o remédio de mesinha que o curou.
Segundo Renato, essa senhora é uma amiga espiritual que orienta Renato em várias encarnações. A partir daí, com os estudos voltados para o teatro, Renato mudou-se de Vitória (ES) para o Rio de Janeiro dando continuidade aos estudos e sua carreira. Mantém até hoje o aprendizado da Lei Kardecista.
O grande incentivador desse começo de trabalho do ator Renato Prieto com peças de temática espírita foi ninguém menos que Chico Xavier, considerado o maior médium brasileiro. Em encontros com Chico Xavier a conversa sempre girava em torno de um mesmo assunto, para que Renato e um grupo de artistas montassem um espetáculo com temática espírita.
O primeiro espetáculo Além da Vida foi um enorme sucesso de bilheteria e desde então, Renato já montou 12 espetáculos entre eles: Lembranças de Outras Vidas; Alan Kardec Um Olhar Para A Eternidade" e A Vida Continua, assistidos por mais de cinco milhões de pessoas.
Renato Prieto, que também é diretor e produtor teatral, foi o protagonista do Filme NOSSO LAR, do diretor Wagner de Assis, baseado na obra homônima de Chico Xavier e visto por mais de quatro milhões de espectadores. Para fazer o filme Nosso Lar o ator emagreceu 18 kilos em 40 dias.
Ficha Técnica
Espetáculo: O Semeador de Estrelas Um Espetáculo Musicado

 

Texto: Cyrano Rosalém

Direção: Renato Prieto

Elenco: Renato Prieto, Rosana Penna, Sylvia D'Silva, Paulo Paixão

Figurinista: Anete Cota

Músicas: Cayê Milfont

Iluminação: Márcio Boti

Produtora Executiva – Célia Araújo – xodo69

Assessoria de Imprensa: Camara Rolim Assessoria dImprensa & Produções

Novembro 4 a 6 – Renato Prieto em "O Semeador de Estrelas" na UniJorge, Salvador – Bahia

Não percam essa oportunidade nos dias 03 a 05/nov/2011, no Cine Cena Unijorge – Shopping Itaigara – Terceiro Piso.

"O Semeador de Estrelas – A bem humorada e emocionante vida de Divaldo Franco".

Horário: 20:00 hs – Valor: R$ 40,00 e meia R$20,00. Telefone (71) 3264-0114 – Ingressos: A partir do dia: 01/out/2011 (Sábado).

Link original em : http://www.bahiaespirita.com.br/eventos-espiritas/833-peca-de-teatro-o-semeador-de-estrelas.html

O SEMEADOR DE ESTRELAS

A bem humorada e emocionante vida de Divaldo Franco

O espetáculo, O SEMEADOR DE ESTRELAS, é uma narrativa musical que retrata através de 'causos engraçados' e músicas a vida de Divaldo Pereira Franco. A história ganha vida nas vozes de Renato Prieto, Rosana Penna, Paulo Paixão e Sylvia D' Silva.

Divaldo Pereira Franco é mantenedor de uma casa chamada 'Mansão do Caminho' que ajuda 6 mil pessoas diariamente, abriga e cuida de 3.200 crianças onde cerca de 600 dessas crianças são registrados como filhos. Além disso, Divaldo é autor de mais de 150 livros, traduzidos para 14 idiomas, e é o maior palestrante espírita do mundo já tem falado inclusive na ONU.

A Mansão do Caminho é uma casa de caridade localizada em Salvador e tem uma obra social modelo para o resto do país.  A história de vida do Divaldo é cheia de casos engraçados e emocionantes, surgidos de sua mediunidade poderosa que vem desde a infância.

No elenco da peça, além de, RENATO PRIETO temos a atriz Rosana Penna que participou do filme "E A VIDA CONTINUA", uma obra de Chico Xavier, com direção do Paulo Figueiredo e estréia prevista para o final de 2011; a participação da atriz e cantora Sylvia D'Silva que atuou no musical "VEJA VOCÊ BRASÍLIA", de Oswaldo Montenegro, do elenco do filme "NOSSO LAR", dentre outros trabalhos e de Paulo Paixão que atuou nos espetáculos 'Shakespeare e os Versos Ilegais', 'Antígona', 'Além da Vida', dentre outros.

O texto "O SEMEADOR DE ESTRELAS!" é de Cyrano Rosalém formado em direção teatral pela Faculdade de Artes da Fundação Brasileira de Teatro de Brasília. Em 1989, Cyrano mudou-se para o Rio onde atuou nas peças "RETRATO DE CORPO INTEIRO", com Rosamaria Murtinho, "INTENSA MAGIA", com Mauro Mendonça além de ter dirigido "TRÊS POR DOIS", com Marcelo Saback, e "VERDE QUE TE QUERO VER", com Flávia Monteiro.

A TRAJETÓRIA DO RENATO PRIETO

Desde criança Renato Prieto sonhava com os palcos. Ainda menino, ficou muitos anos com um problema de saúde, que só foi curado graças à aparição providencial de uma senhora no portão de sua casa, que indicou, para sua mãe, o remédio de mesinha que o curou.

Segundo Renato, essa senhora é uma amiga espiritual que orienta Renato em várias encarnações. A partir daí, com os estudos voltados para o teatro, Renato mudou-se de Vitória (ES) para o Rio de Janeiro dando continuidade aos estudos e sua carreira. Mantém até hoje o aprendizado da Lei Kardecista.

O grande incentivador desse começo de trabalho do ator Renato Prieto com peças de temática espírita foi ninguém menos que Chico Xavier, considerado o maior médium brasileiro. Em encontros com Chico Xavier a conversa sempre girava em torno de um mesmo assunto, "para que Renato e um grupo de artistas montassem um espetáculo com temática espírita".

O primeiro espetáculo "ALÉM DA VIDA" foi um enorme sucesso de bilheteria e desde então, Renato já montou 12 espetáculos entre eles: "LEMBRANÇAS DE OUTRAS VIDAS"; "ALAN KARDEC – UM OLHAR PARA A ETERNIDADE" e "A VIDA CONTINUA", assistidos por mais de cinco milhões de pessoas.

RENATO PRIETO, que também é diretor e produtor teatral, foi o protagonista do Filme NOSSO LAR, do diretor Wagner de Assis, baseado na obra homônima de Chico Xavier e visto por mais de quatro milhões de espectadores. Para fazer o filme Nosso Lar o ator emagreceu 18kilos em 40 dias. O filme NOSSO LAR foi premiado EM CANNES, exibido em toda a Ásia e está concorrendo ao prêmio Contigo.

 

 


Videoconferencia sobre Castigos Corporais e o Estatuto da Criança e do Adolescentes - Projeto de Lei 7672/2010(Bahia)

Bom dia a todos,
 
Compartilhamos com você que no dia 27/10/2011, das 11às 12 horas, será realizado um  debate aberto sobre o Projeto de Lei nº 7672/2010.
 
Foram convidados para o debate:
 
  • a relatora do projeto de lei  a Deputada Federal Teresa Surita
  • e os debatedores nacionais do Ceará (Dr. Joao Amaral), Brasilia (Dra. Marilucia Picanço) e Rio de Janeiro (Dra. Evelyn Eisenstein).
 
Os interessados podem participar, via Internet, pelo link http://www.rute.rnp.br
 
Instruções:
Clique em mais informaçoes no anuncio da sessão que fica localizado no calendario dos proximos eventos
É necessário ter banda larga de internet de 512 Kbps, plugin Windows Media Player instalado no navegador ou Quick Time.
 
DIVULGUEM
 






e Bom dia a todos,
 
Compartilhamos com você que no dia 27/10/2011, das 11às 12 horas, será realizado um  debate aberto sobre o Projeto de Lei nº 7672/2010.
 
Foram convidados para o debate:
 
  • a relatora do projeto de lei  a Deputada Federal Teresa Surita
  • e os debatedores nacionais do Ceará (Dr. Joao Amaral), Brasilia (Dra. Marilucia Picanço) e Rio de Janeiro (Dra. Evelyn Eisenstein).
 
Os interessados podem participar, via Internet, pelo link http://www.rute.rnp.br
 
Instruções:
Clique em mais informaçoes no anuncio da sessão que fica localizado no calendario dos proximos eventos
É necessário ter banda larga de internet de 512 Kbps, plugin Windows Media Player instalado no navegador ou Quick Time.
 
DIVULGUEM
 







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MOVIMENTO VC E A PAZ-2.011 E O LANÇAMENTO DO LIVRO REFLETINDO A ALMA-EDITORA LEAL







REFLETINDO A ALMA
AUTORES DIVERSOS
EDITORA LEAL
LANÇAMENTO DIA 15.11.2.011 NO SEMINÁRIO REFLETINDO A ALMA
LOCAL:MANSÃO DO CAMINHO
FOCALIZARORES:DIVALDO FRANCO,CLAUDIO E IRIS SINOTI
HORÁRIO:09:00-12:30
INSCRIÇÕES:71-3409-8320-SETOR DE EVENTOS

PEDIDOS: 71-3409-8310/11/12/13 WWW.LEALEDITORA.COM.BR


SINOPSE


Nesta obra, três psicólogos, um psiquiatra e dois terapeutas junguianos se unem para avaliar as propostas e alguns dos temas presentes na Série Psicológica de Joanna de Ângelis, psicografada pelo médium Divaldo Franco.
Fundamentados no conhecimento acadêmico, assim como nos fundamentos da Doutrina Espírita, da qual são estudiosos e divulgadores, comprovam a excelência e atualidade dos ensinos psicológicos que a benfeitora espiritual nos apresenta em sua vasta literatura.
O livro conta ainda com a participação da própria benfeitora, que responde questões formuladas pelos autores a respeito da Psicologia espírita e de temas atuais do comportamento humano. A respeito do papel da Psicologia espírita nesta fase de transição, "trazendo de volta" a realidade do Espírito – "Refletindo a Alma" – neste momento de graves conflitos e transformações, propõe Joanna de Ângelis:
"Estamos no limiar de uma era melhor. A transição que experimenta o planeta amado abrirá espaços culturais e intelectuais para a aceitação da realidade do ser, ante os fatos impositivos que vêm sendo arquivados, formando uma estatística inegável em torno da sobrevivência da vida ao fenômeno biológico da morte, em oposição ao materialismo que ainda predomina nas academias e universidades."
Falei com o Pimenta e iremos fazer 2 Banners para divulgação do livro e do DVD da Série Psicológica, na bienal do livro ( 28/10 a 06/11) e no Congresso Estadual (03 a 06/11). Você pode passar para gente as imagens, para que eu retransmita a ele?

Abraços e obrigado,

Cláudio


Frei Betto e o suicídio




"Todo suicida merece compaixão. A pessoa que tira sua própria vida está fora de si" - @freibetto
Em entrevista a Mario Kertesz na Rádio Metrópole.

Fonte:@marioksz no Twitter.

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sábado, 22 de outubro de 2011

7º Raio - Saint Germain




 

Chohans: Saint Germain/Pórtia (A Deusa da Oportunidade)
Arcanjos: Zadkiel/Ezekiel/Santa Ametista
Elohim: Arctutrus/Diana/Rítimica
Chakra: Esplênico/Umbilical/Chakra da Alma (6 pétalas) Reiro Etérico: Mount Shasta Localização: Califórnia Música: Conto dos Bosques de Viena/Danúbio Azul Cristais e Pedras: Diamante, Ametista, Água Marinha Virtudes: Transmutação, Co-Criação, Manifestação Liberdade, Justiça, Cultura, Refinamento, Diplomacia, Prudência, Misericórdia, Perdão, Alegria, Ritual, Desejo de fazer todas as coisas novas pela aplicação da alquimia. Ajuda pessoal pela invocação da Chama Violeta: Dissolução do karma negativo, Dissolução das memórias negativas da personalidade, Inspiração para Cientistas, Engenheiros, Arquitetos, Atores, Místicos, Diplomatas, Damas e Cavalheiros. Profissões do Sétimo Raio: Diplomatas, atores e defensores da liberdade podem pedir ajuda aos Arcanjos Zadkiel e à Amada Santa Ametista, à Saint Germain para melhor cumprirem sua tarefa. Ajuda Planetária: Dissolução das memórias negativas de discórdia entre Nações, Soluções criativas para negociações de paz, Criação de leis, de regulamentos e de política fiscal e econômica, Criação de acordos comerciais. Características nos seres não evoluídos: Vaidade, usura. Raio de maior atuação no planeta, para transmutar e requalificar todas as energias de cura e de reintegração com o Cristo, desde o plano molecular até o psíquico, emocional e mental das humanidades presentes na Terra. Fonte: Chaves Para o Seu Progresso Espiritual - Sumight Light House FACILITANDO. AQUI ESTAMOS RELACIONANDO OS RAIOS COM O DIA DA SEMANA QUE NASCEU.
O 7º Raio é encarregado, no presente ciclo, de trazer a liberdade tanto para o ser humano, como para os anjos e elementais da natureza. O Mestre que recebia as orientações de Mestre Saithurú (Manú da 7a. Raça raiz – Sua energia é de Fé e Consciência) ascensionou na sua encarnação como Conde de Saint Germain, atuando com a Chama Violeta que é uma corrente de energia que capta e dissolve energias imperfeitas e devidamente purificadas se transmutam em luz e perfeição. É uma força operante de amor, compaixão e misericórdia que afasta as causas desarmônicas criadas pelo homem. A Cruz de Malta é o modelo eletrônico de Mestre Saint Germain. É o símbolo da Liberdade Eterna. A viga vertical indica ascensão as esferas espirituais atraindo as forças do Fogo sagrado (Espírito Santo) e a viga horizontal (braços estendidos) representa a união do reino dos Anjos e dos Elementais da Natureza com o Reino Hominal num trabalho mútuo de cooperação e harmonia.
Arcturus e Vitória têm mencionado com freqüência os benefícios da chama violeta: "Os problemas do mundo são maiores do que nós dois e do que todos nós. Não são maiores do que os Elohim de Deus, mas tornam-se maiores do que nós quando não temos como contatar na Terra quem possa fazer chamados à chama violeta, por cujo intermédio podemos interceder. A chama violeta é a solução dessa hora para que as coisas mudem (...) em todos esses locais que vedes na televisão e que vos causais espanto devido às atrocidades ali cometidas (...) Por acaso saturastes aquela região com chama violeta? (...) Seja qual for o problema que enfrentais com vossa família e crianças, sabei que a chama violeta pode e fará a diferença! (...) Arcturus e Vitória lançaram o seguinte desafio: "Vós decidireis se a chama violeta será o trampolim para a vossa vitória! (...) Vós decidireis se a chama violeta será o fator x para mudar vossa vida, vossas finanças, vosso ponto de vista! Tudo que vos acontece neste mundo pode ser alterado pela chama violeta! Apenas vós podeis decidir (...)

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YVONNE PEREIRA E CAMILO CASTELO BRANCO

Pessoal,

DIA 29/11/11 estarei na FEIS - FRATERNIDADE ESPÍRITA IRMÃ SCHEILLA com o tema DESGOSTO PELA VIDA:SUICÍDIO,às 20 h.

Abraço fraterno,

Manoel Trajano


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Yvone Pereira e Camilo Castelo Branco



Entrevista de Yvonne Pereira sobre: O MARTÍRIO DOS SUICIDAS

Há 80 anos, 1926, um livro começava a ser escrito. Sem precedentes na literatura mediúnica, ele trazia as descrições de um homem e suas vidas, existências que culminaram com uma das piores tragédias que um espírito pode se imputar: o suicídio. Era a trajetória, o martírio, a esperança de recuperação, e a certeza de que para evoluir bastava tentar... O autor era um mundialmente famoso escritor português, Camilo Castelo Branco, que havia se suicidado em 1890, aos 65 anos, por não suportar a cegue ira que o acometia e que impedia de dedicar-se às letras, atividade que tanto amava. Como Espírito, escolheu a médium Yvonne Pereira para ditar seu infortúnio e essa opção não foi aleatória, Yvonne era única não só pelas impressionantes faculdades mediúnicas que possuía, mas também por ter sido contemporânea de Camilo em sua existência anterior, em Portugal, e por ter também se suicidado naquela vida. Essa condição foi fundamental para que Yvonne conseguisse repassar aos leitores exatamente o que Camilo desejava. O livro ganhou o nome de Memórias de um Suicida e é considerado o mais importante sobre o assunto, tanto pelas informações que contém quanto pela contribuição em ter livrado muitas pessoas desse ato desesperado. Memórias também foi responsável por trazer ao Brasil o trabalho executado pelo Centro de Valorização da Vida – CVV. Foi a partir da leitura do livro que, em 1962, criaram a instituição que tem finalidade única de prevenir o suicídio.

Comemorando então a importância de Memórias de um Suicida, a Maiêutica deste mês é uma compilação de duas entrevistas inéditas que Yvonne concedeu em 1979 a Mauro e Elisabeth Operti e a Altivo Carismi Pamphiro e que serão publicadas na íntegra no livro Pelos Caminhos da Mediunidade Serena, lançamento das Publicações Lachartre. O livro, organizado pelo biógrafo de Yvonne, Pedro Camilo, vai trazer uma coletânea de entrevistas nas quais a médium discorre sobre suas impressionantes faculdades, seus livros, os Espíritos com os quais conviveu, entre outras curiosidades. Pude lê-lo em primeira mão; uma preciosidade! E garante que as perguntas escolhidas para compor esta matéria são parcelas minúsculas das entrevistas inéditas; de certa forma isso muito me entristece, pois conferi a maravilha do todo. Consola-me, porém, o fato de que muitos irão procurar os livros de Yvonne justamente por vislumbrar seus conhecimentos nestas páginas ...

Como conheceu o Espírito Camilo Castelo Branco, autor do livro?

Quando tinha 12 anos vi o Espírito Camilo numa festa de aniversário de uma coleguinha, na cidade de Brasópolis, sul de Minas. Convidada para aquela festinha, fui e vi o Camilo muito triste, encostado numa mesa, com a mão no rosto; mas eu não sabia quem ele era. Mais tarde, observando um romance que uma tia lia, vi o retrato do Camilo e o reconheci. Havia afinidade entre nós. Camilo viveu em Portugal na época de meu suicídio em Lisboa (numa vida anterior a esta). Daí eu supor que o meu pai daquela vida e o Camilo foram contemporâneos, e naturalmente eu também. E como meu pai da vida passada era um intelectual calculo que eles se conheciam. Além disso, ainda havia com o Camilo a afinidade pelo suicídio.

Como se deu o início da produção de Memórias de um Suicida?

Em 1926 assisti a uma sessão na fazenda do president e do Centro Espírita de Lavras e vi o Camilo, que me deu sua primeira mensagem convidando-me para fazer um livro com ele – os bons Espíritos não impõem, eles convidam o médium. O Camilo começou, então, a me dar as primeiras mensagens no Centro Espírita de lavras. Mais tarde, reconheci que Memórias de um Suicida ficou muito incompleto; eram só as narrativas do Camilo. Tanto que a crítica hoje diz que, nesse livro, há 30% de Camilo e 70% de Leon Denis. De fato é isso mesmo. O livro estava incompleto; não havia explicações doutrinárias, conclusões filosóficas... O Camilo não conhecia a Doutrina Espírita para dizer tudo isso. Ele narrou o que se passou com ele. Esse livro ficou guardado por muito tempo... Comigo, como manuscrito, foram 25 anos, e só o entreguei no fim de 1954.

Por quê?

Bem, eu não o aceitei. Achava que era mistificação – eu não conhecia bem a Doutrina quando comecei a recebê-lo. Nem mesmo O Livro dos Médiuns eu havia estudado – e ele é a base dessa instrução toda sobre a vida no além-túmulo, inclusive da existência de casas, de hospitais etc. Acontece que esse noticiário todo não é novo, porque aquele grande médico sueco, Swedenborg, foi o primeiro que andou falando essas coisas, e com muito detalhe e beleza. Depois disso, as mensagens examinadas pelo Ernesto Bozzano falam também de relatos da vida de além-túmulo que foram recebidos antes da Codificação. Então, só depois que conheci tudo isso é que fiquei descansada. Acredito, porém, que muita coisa na obra é analogia, porque nós não temos palavras para descrever o que há no além-túmulo. Seria preciso que criássemos muitos termos, apreendêssemos mais alguma coisa para poder repetir, traduzir, tudo, tudo quanto os Espíritos querem falar.

Então como fez para escrever o que não pretendia?

O que me valeu, não só nesse livro c omo nos outros, é que vejo tudo quanto os Espíritos dizem. Vejo coisas que não conheço, muitos aparelhos que eu não acreditava que existissem! Via muitos aparelhos, inclusive para regressão de memória – parece uma cinta de ferro na cabeça! Eu não ficava muito em mim, porque do alto eu via meu corpo lá em baixo, escrevendo o livro. Quando acordava, estava com a cabeça toda dolorida, mas, com uma prece, aquilo tudo desaparecia e eu me sentia bem.

Seria como se você visse antes de escrever, para poder escrever melhor?

Por exemplo: quando escrevi sobre aquele poço, onde ficavam muitos suicidas, eu mesma não sabia o que era aquilo, se era criação mental dos Espíritos-guias ou daquelas mentes alucinadas. No mundo não há expressão para traduzir o sofrimento de um suicida. Olha que eu sofro isso desde pequena... Eu passava as noites inteiras com aquela aflição remanescente do suicídio. Era uma angústia indescritível! Eu senti essa angústia durante grande parte da minha vida e ela só começou a desaparecer depois da publicação do livro. Mas eu sofria muito quando eles me mostravam aquelas cenas todas. Posso descrever até o cheiro do enxofre e daquelas matérias do vulcão. Eu via aquilo escorrer... Via as paredes duras e delas descendo aqueles metais fétidos... Conversando com Chico, ele me disse que aquilo era um vulcão extinto.

Você via isso no momento em que estava escrevendo?

Não, eu vi antes. Desde pequena eu via essas cenas. Também fui suicida e sofri muitíssimo no além.

Então foi uma espécie de recordação?

Sim. Creio que aquela cinta que puseram na minha cabeça era para regressão de memória. Meu espírito foi salvo pelo Charles, mas ele não podia ir lá me retirar daquele antro. Ele serviu-se da linha da umbanda. É por isso que eu respeito a umbanda. Eu vi. Puseram uma corda por onde desciam os Espíritos de umbanda. Quando escrevi o romance, eles me puseram a tal cinta que creio, foi para provocar a regressão de memória. Aquilo doía muito. Então, havia uma cratera da qual fui retirada pelos Espíritos de umbanda através de uma corda. Eu respeito a umbanda por causa disso. Há muita coisa que não está certa na umbanda, não resta a menor dúvida; há muitas mistificações... Mas os Espíritos adiantados se servem desses Espíritos para fazer o bem. Quantas vezes eu fui com o Dr. Bezerra fazer esses trabalhos, na Terra mesmo, ou no astral inferior...

Você sentia tudo?

Minha mediunidade toda é desse tipo positivo, que sofre tudo. Se era afogado ou enforcado, eu chegava a ficar com o pescoço roxo, a carótida crescia, a língua vinha para fora, os olhos arregalavam... Era uma coisa horrorosa! Eu não via como ficava; os companheiros de trabalho me contavam depois. A conseqüência do suicà ­dio por queda de altura é, também, horrorosa, porque ele nunca chega embaixo. Já escrevi isso num livro meu. Ele fica se despenhando toda vida, sentindo que vai morrer e a queda não termina nunca, Léon Denis, que é um dos mais importantes continuadores da obra de Kardec, fala que essa tortura costuma vir com a reencarnação, pois o perispírito traz essas impressões, podendo dar origem a doenças nervosas que a medicina não cura. A única coisa que suaviza, que começa a curar é o Evangelho. Tenho uma sobrinha que todo mundo pensava que estava com indícios de mediunidade, mas ela tinha era obsessão e até convulsões, porque há casos de suicidas reencarnados, que trazem esses desequilíbrios nervosos que parecem epilepsia, mas não são. Para essa minha sobrinha, o Dr. Bezerra de Menezes escreveu uma das melhores mensagens que recebi na vida. Ela foi suicida! Agora se sabe que não há que se desenvolver a mediunidade. Ela não tem a menor condição para isso, pois tem o sistema nervoso completamente enfermo. O cérebro, também, não pode estar bom. Eu, por exemplo, depois que me dediquei muito à Doutrina, tenho que dar graças a Deus, porque me reequilibrei, mas a única coisa que reequilibra é, justamente, o trabalho do Evangelho, o trabalho doutrinário.

Como é o sofrimento de um suicida?

É o sofrimento superlativo e quem não foi suicida não pode saber, não pode fazer uma idéia do que é. Imagine uma aglomeração desses suicidas, que ficam numa confusão horrorosa e não compreendem o que está se passando, porque há vários tipos de suicidas juntos, no mesmo local, cada um com as suas reminiscências e as suas vibrações. Eles ficam desesperados porque se sentem "mortos-vivos", e são verdadeiros "mortos-vivos" porque se sabe que o fluido vital ainda está neles, demora para se dissipar – podemos ler isso em Gabriel Delanne. Uns ainda se sentem afogando – a gente vê o trecho do mar em que estão se afogando! - ; outros se vêem horrorizados com um trem de ferro; alguns se vêem desesperados com os venenos e outros com tiros no ouvido – e tudo isso na mesma região e ao mesmo tempo. Essas vibrações se chocam; é um verdadeiro inferno, não tenho outra expressão! São impressões que um ser humano que não foi suicida não pode avaliar. Eu compreendi muito bem porque também fui suicida, também estive lá. Como médium de incorporação, recebi tudo quanto foi Espírito suicida, e eu sentia as impressões e o sofrimento deles. Afogamento é a coisa mais horrorosa que se pode sentir. Agora, a morte por trem de ferro é a pior de todas; a pessoa fica numa confusão horrorosa, porque se vê vivo e catando os pedaços do corpo; e cada pedaço que cata ele sente que é seu, que está com ela e ao mesmo tempos não está. É algo que ninguém pode avaliar nem quase compreender.

Como são os hos pitais que amparam os suicidas?

São uma beleza mesmo! E note-se que essa esfera onde está o hospital é inferior, não é muito boa não. É outra dimensão, mas por aqui mesmo. Ali há muito sofrimento, mas é tudo muito bonito. Somente não há coloração. É quase tudo branco. Eles têm tudo lá: escadarias, móveis, aventais, flores... Tudo muito bonito. Até hoje eu vou lá. Entro por um corredor, subo uma escada à direita, torno a virar à esquerda. Uma vez eu fui durante o dia e me perguntaram: "Você aqui a esta hora?" Tenho certeza de que, quando eu desencarnar, vou para lá, porque esta minha existência é terapêutica de lá. Ainda sou paciente, estou internada lá. Então não tenho que ir para outra parte; até hoje eu vejo aqueles médicos, toda aquela gente e os reconheço. Reconheço até alguns daqueles personagens já reencarnados.

Você também fala sobre veículos usados para transportar os Espírit os suicidas. Poderia adicionar algum comentário sobre isso, inclusive falar também sobre os animais que você viu lá?

Antes de tudo, é preciso lembrar que quem escreveu o livro não fui eu, foram os Espíritos. Com relação aos meios de transporte, eu os vi de duas espécies. O primeiro era para retirar os Espíritos daquele vale, que é quase a Terra – estou desconfiada de que aquele Vale dos Suicidas não é no espaço coisa nenhuma, é aqui no perímetro da Terra... Quem retirava aqueles Espíritos eram os servidores da colônia, que utilizavam um veículo redondo, cheio de janelinhas ao redor. Era todo acolchoado no interior, muito bonito e cômodo. Os Espíritos sentavam-se e ficavam muito bem acomodados – acredito que esse conforto era, antes de tudo, um primeiro ato de caridade para aqueles Espíritos se consolarem; em cada detalhe percebíamos a ação da misericórdia divina.

Não sei de que material aquilo era feito. Pelos conhec imentos que tenho sobre o mundo espiritual, sei que era alguma matéria, porque coisa imaterial não pode existir, senão seria o nada – a eletricidade, por exemplo, é um formidável elemento, mas não a vemos, vemos só os seus efeitos. Aqueles veículos subiam no ar e rodavam, como dizem que fazem os discos voadores. Quando eles chegavam na entrada da colônia, os passageiros desciam e entravam por um portão. Todos preenchiam uma espécie de ficha, onde se anotava tudo: nome, local em que viveram, gênero do suicídio que tiveram, grau de instrução, orientação religiosa, etc. Dali é que eles seguiam finalmente, para a colônia propriamente dita. Ali era só entrada. Nesse momento é que mudava o meio de transporte, surgiam, então, as carruagens, muito bonitas, muito artísticas. Havia até trenó com cachorros e carruagens puxadas por cavalos muito lindos, todos brancos. Na colônia tudo era branco, até os cavalos. As crinas iam revoltas, agitadas pelo vento.

Eram perispíritos de animais?

Acredito que sim pelos conhecimentos que tenho sobre esse assunto nas obras clássicas da Doutrina. Não nas de Kardec, mas de Gabriel Delanne. Podemos concluir que poderia ser, porque se até as plantas têm perispírito, como muito bem nos indica André Luiz, que dirá um animal, um mamífero. Acredito que fossem os perispíritos dos cavalos. Mas poderia ser, também, uma construção mental dos Espíritos, porque no além-túmulo podemos construir tudo, justamente com esse elemento do mundo espiritual que vem a ser fluido cósmico universal, cujas modificações são quase infinitas, como dizem as obras clássicas. Vi também aves enfeitando os jardins do hospital. Seriam os perispíritos de aves? Isto eu não posso garantir. Não sei. Poderia ser também criação dos Espíritos para enfeitar o ambiente, porque aqueles fundadores da colônia eram verdadeiros artistas; enfeitavam o mais possível . Eu me lembro de ter visto lá, numa enfermaria onde ficou o Camilo Castelo Branco e aqueles seus companheiros, um quadro da Virgem, de Murilo, muito bonito, verdadeira arte. Aquele quadro não era estático, ele se movimentava. E isso o que é? Não tenho como explicar tudo... Pode ser uma analogia. Nós não temos palavras para explicar essas coisas do mundo espiritual. Ainda estamos muito bisonhos nesse sentido.

O livro tem produzido frutos, tanto no sentido de salvar criaturas do suicídio como na criação de obras do movimento espírita...

Sim. E uma dessas obras é o Centro de Valorização da Vida, CVV. Esse movimento é mundial, mas ainda não havia no Brasil. Jacques Conchon, espírita de São Paulo, criou essa instituição influenciado pelo Memórias de um Suicida, por causa do apelo que o livro faz para que os homens criem algo para evitar o suicídio... Eles fazem plantão noite e dia... São verdadeiros abnegado s... Jacques Conchon disse que a situação mais difícil de recuperar um candidato a suicídio é o caso de amor, porque aí eles não podem fazer nada. Se o problema é doença, eles tratam, põem em hospital; se é financeiro, alugam casa, compram mobília, arranjam emprego. Tudo isso é causa de suicídio. Já os casos de amor são mais difíceis. Em 15 anos eles perderam dez casos. Eu creio que a proporção é grande. Eram todos casos de amor... Isso talvez se dê porque não se pode controlar o coração de uma pessoa. Se alguém é abandonado pelo outro a quem ama, o que fazer? O remédio para uma pessoa apaixonada que é desprezada é a conformidade com a situação, é voltar-se para Deus ou, então, seguir o conselho do Léon Tolstoi: arranjar um outro amor. Léon Tolstoi dá esse conselho. No livro Sublimação ele fala: "Não vale a pena se matar nem se desesperar; arranja outro amor. Porque o nosso coração não pode viver sem amar e ser amado".

É da natureza humana...

Não, meu filho, é da natureza divina! Porque Deus é amor e somos descendentes de Deus. É o melhor conselho, o de Tolstoi.

Como enxerga o seu trabalho como médium?

É engano pensar que eu esteja em missão. Não recebi uma missão. Todo meu trabalho foi de reparação dos meus erros. A misericórdia de Deus dá, para grandes criminosos do passado, a mediunidade, para que ele, numa única existência, possa resgatar muita coisa, pois a mediunidade beneficia muita gente! O médium normalmente nem sabe o quanto beneficia. Aliás, o meu dever inadiável, inapelável, era só receber Memórias de um Suicida. Se eu o escrevesse estaria bem, não precisava escrever outro. Mas a misericórdia divina me deu mais, pois até agora tenho mais de dez publicados. Mas o que eu devia fazer era esse, só. Pude fazer mais alguns e, quem sabe, ainda posso publicar outros? Minha at ividade mediúnica é um resgate. À proporção que iam saindo os meus livros, a angústia ia amenizando. Hoje eu sou uma criatura completamente equilibrada, não tenho mais essa angústia. Haja o que houver na minha vida, essa angústia não existe mais em mim.

Fonte: Extraído da Revista Universo Espírita – ano de 2006
Postado por Dalmo Duque dos Santos às 11:09 0 comentários



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Manoel Trajano
Eng.Especialista em Segurança do Trabalho e Gás Natural
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