A partir do material sobre as BURKAS que está circulando na internet através dos e-mails,gostaria de compartilhar uma reflexão:
Infelizmente esta é uma realidade do nosso mundo atual e que está confirmada no ótimo livro"Sobre o Islã" de Ali Khamel,escritor e jornalista,que,na condição de judeu desscreve esta realidade de uma forma equilibrada,imparcial e que chega a dizer que isso ainda existe de uma forma minoritária,influenciada por grupos radicais. Recentemente no Esporte Espetacular foi feita uma reportagem daquelas mulheres que jogam futebol,praticam atletismo,entre outras modalidades e muitas usam porque querem e não porque são obrigadas,talvez por força cultural de que desde pequenas principalmente nos períodos de maior imposição de seus pais e sociedade,fizeram-nas acreditar na necessidade de usar as Burkas.O próprio autor do livro considera o atraso e primitivismo das civilizações ali que se degladiam pela intolerância étnico-religiosa e que tem muito a ver com alterações do prórpio Alcorão de acordo com suas conveniências em algumas localidades,como o fizeram Oktub e seu discípulo,Bin Laden.Da mesma forma vemos dissidências de Igrejas fazerem "lavagens cerebrais" em fiéis como sempre foi feito na História para controlar,influenciar e conduzir de acordo com suas ideologias e ainda hoje vemos isso em várias linhas de pensamento e espiritualistas.As interpretações diferentes,deturpadas dos profetas como Maomé,Jesus entre outros,intencionalmente ou por ignorância levaram o ser humano a caminhos dos mais variados e que muitas vezes levam a violência,a repulsa,a exclusão. Para eles do fundamentalismo ou totalitarismo islâmico não existe o suicida e sim o mártir que encontrará no Paraíso as 32 virgens que lhe esperam e sua família ainda recebe um valor pago pelo ato.São questões que não convém julgamento e sim a busca do esclarecimento,do dicernimento e do equilíbrio.A condenação a morte pelo adultério ou mutilação do clitóris quando pequena para não se ter prazer quando adulta é também um ponto de atraso pela ótica da Espiritualidade Maior e assim como nos espantamos com tudo isso eles também se espantam com nossa liberdade irrestrita,desmedida,inconsequente,consumista.Estamos muito longe da perfeição também,a caminhada é longa. Nossos jovens também e muitos adultos são hipnotizados pela televisão diariamente e pela internet e é muito fácil olharmos para a janela do vizinho e não nos melhorarmos.
O ser humano precisa se unir,unificar seus caminhos em prol do bem e da caridade moral e material.Os heróis de verdade estão por aí nas ações humanitárias na América Latina,na África,no Oriente Médio.Precisamos rever nossos atos e construirmos um mundo melhor,agora.
Infelizmente esta é uma realidade do nosso mundo atual e que está confirmada no ótimo livro"Sobre o Islã" de Ali Khamel,escritor e jornalista,que,na condição de judeu desscreve esta realidade de uma forma equilibrada,imparcial e que chega a dizer que isso ainda existe de uma forma minoritária,influenciada por grupos radicais. Recentemente no Esporte Espetacular foi feita uma reportagem daquelas mulheres que jogam futebol,praticam atletismo,entre outras modalidades e muitas usam porque querem e não porque são obrigadas,talvez por força cultural de que desde pequenas principalmente nos períodos de maior imposição de seus pais e sociedade,fizeram-nas acreditar na necessidade de usar as Burkas.O próprio autor do livro considera o atraso e primitivismo das civilizações ali que se degladiam pela intolerância étnico-religiosa e que tem muito a ver com alterações do prórpio Alcorão de acordo com suas conveniências em algumas localidades,como o fizeram Oktub e seu discípulo,Bin Laden.Da mesma forma vemos dissidências de Igrejas fazerem "lavagens cerebrais" em fiéis como sempre foi feito na História para controlar,influenciar e conduzir de acordo com suas ideologias e ainda hoje vemos isso em várias linhas de pensamento e espiritualistas.As interpretações diferentes,deturpadas dos profetas como Maomé,Jesus entre outros,intencionalmente ou por ignorância levaram o ser humano a caminhos dos mais variados e que muitas vezes levam a violência,a repulsa,a exclusão. Para eles do fundamentalismo ou totalitarismo islâmico não existe o suicida e sim o mártir que encontrará no Paraíso as 32 virgens que lhe esperam e sua família ainda recebe um valor pago pelo ato.São questões que não convém julgamento e sim a busca do esclarecimento,do dicernimento e do equilíbrio.A condenação a morte pelo adultério ou mutilação do clitóris quando pequena para não se ter prazer quando adulta é também um ponto de atraso pela ótica da Espiritualidade Maior e assim como nos espantamos com tudo isso eles também se espantam com nossa liberdade irrestrita,desmedida,inconsequente,consumista.Estamos muito longe da perfeição também,a caminhada é longa. Nossos jovens também e muitos adultos são hipnotizados pela televisão diariamente e pela internet e é muito fácil olharmos para a janela do vizinho e não nos melhorarmos.
O ser humano precisa se unir,unificar seus caminhos em prol do bem e da caridade moral e material.Os heróis de verdade estão por aí nas ações humanitárias na América Latina,na África,no Oriente Médio.Precisamos rever nossos atos e construirmos um mundo melhor,agora.
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