domingo, 8 de novembro de 2009

Jamais devemos temer a morte

Amigos.
Sei que todos nós temos receio da morte. Por isso, transcreví este testo para vcs, que achei maravilhoso, e que me trouxe mais tranquilidade e Fé nestes momentos tão conturbados que estamos vivendo.
Ele foi canalizado por Josefa Rosalía Luque Alvarez (Hilarião de Monte Nebo), tirados do livro Arpas Eternas vol. 4.

Jesus falou:

“Jamais devemos temer a morte, nem aguarda-la com medo ou com horror.
Que é a vida?... Que é a morte?...
A vida num planeta inferior, como a Terra, para a alma adiantada em seu progresso espiritual, é um desterro de sua pátria verdadeira, da qual conserva recordações que lhe produzem profunda nostalgia, é uma escravidão em duras cadeias que a impedem de realizar suas aspirações na medida de suas capacidades; é um obscuro presídio através de cujas grades chegam apenas os tênues resplendores da divina claridade, na qual tantas vezes se extasiou.
A morte é à volta à pátria verdadeira, tão profundamente amada e desejada com tanto fervor, é o romper-se das cadeias que atuam a alma a uma grosseira vestimenta de carne que a faz assemelhar-se aos animais!...
É o abrir-se dos ferrolhos do presídio e sentir novamente a glória da liberdade que a torna dona da imensidão infinita onde reina a harmonia, a beleza, a paz, o bem e o amor!
... É justo amar tão desmedidamente a vida? É justo abrigar tanto horror à morte?
Sob duas formas devemos considerar a vida física nos planetas inferiores: como uma expiação por graves transgressões à Lei Suprema do amor aos nossos semelhantes, ou como uma mensagem divina de amor para Humanidade no meio da qual entramos na vida carnal.
Em ambos os casos, não podemos encontrar lógica alguma ao nosso apego à vida nem ao nosso terror à morte.
Se estamos encarnados por expiação, quanto mais ligeiro a terminarmos, tanto melhor para nós. Se, por outro lado, estamos aqui como mensageiros do Pai Celestial, uma vez transmitida fielmente à mensagem, não haveremos de desejar voltar ao Pai que nos enviou?
Ela é bela e desejável, se procuramos afastar-nos desse prisma ilusório e enganoso por intermédio do quais os espíritos da Terra costumam ver as Leis de Deus e seus soberanos desígnios.
Eles subjugam tudo à matéria, e vivem como se não existissem nada mais que o pouco que é percebido pelos seus sentidos físicos.
Para eliminar, pois, este grande erro e pavor da morte, é necessário levar as almas a se convencerem plenamente de sua eterna existência no seio de Deus, onde continuam vivendo já aliviadas do peso da matéria.
Quando um espírito adiantado deixa a matéria, através da qual deu e conquistou muito amor na vida física, se mantém tão unido a quem amou e por quem foi amado como a luz de uma lâmpada com aqueles aos quais ilumina; como a água cristalina que os lábios sedentos absorvem; como o perfume do incenso quando o queimamos num piveteiro.
A luz da lâmpada, a água que bebemos e o perfume que aspiramos entram em nós de um modo tão perfeito que podemos dizer com toda a verdade: esta luz que me ilumina é minha; este perfume que aspiro é meu; esta água que bebo é minha, porque estou dentro e fora de mim mesmo.
Desta sorte, vivem em nós e se integram em nós aqueles seres amados que deixaram a escravidão da matéria pela liberdade do espírito.
Logo os mortos vivem, pensam e agem, mui provavelmente, de modo mais decisivo e eficiente, pois não podem temer nada nem ninguém, nem vinganças nem represálias, nem ciladas de espécie alguma.
A morte é como uma fada branca e boa que nos veste suas roupagens de luz e nos solta a voar pelos campos infinitos!...”

Grande abraço.
Lúcia Maria.

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