segunda-feira, 23 de novembro de 2009

TELEVISIONAMENTO DO MUNDO ESPIRITUAL

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Do livro "Devassando o Invisível", de Yvonne A. Pereira, vamos transcrever um tópico das páginas 177/8:

"No ano de 1915, no decorrer de memorável sessão a que assistiram nossos pais, em seu próprio domicílio, na cidade de São João Del-Rei, em Minas Gerais, e na qual servia o médium Silvestre Lobato, já falecido - o melhor médium de incorporação por nós conhecido até hoje -, o Espírito do Dr. Bezerra de Menezes anunciou o advento do Rádio e da Televisão, asseverando que este último invento (ou descoberta) facultaria ao homem, mais tarde, captar panoramas e detalhes da própria vida no Mundo Invisível, antecipando, assim, que a Ciência, mais do que a própria Religião, levaria os espíritos muito positivos a admitir o mundo dos Espíritos, encaminhando-os para Deus.
A revelação foi rejeitada pelos componentes da mesa. O médium viu-se acoimado de invigilante, convidado a orar e vigiar, e o Espírito comunicante "doutrinado" como mistificador e perturbador da ordem e da bom-senso. No entanto, parte da profecia já foi cumprida. E não será difícil que a segunda parte o seja também, quando o homem se tornar merecedor da graça de entrever o Além-Túmulo através de seu aparelho televisor..."

Não duvidamos que tal aparelho venha a ser descoberto, com base na atual televisão, por uma Humanidade mais adiantada que a nossa. Seria o desaparecimento repentino do Materialismo e o surgimento de uma nova Humanidade; mas esse tempo pode vir muito longe.

Antes disso, a televisão terá que cumprir uma gloriosa missão de aproximação dos povos. Todos os meios de comunicação internacional servirão para destruir preconceitos nacionalistas, aproximando os povos. O Rádio e a Televisão não respeitam fronteiras políticas e geográficas e terão que dar imenso impulso ao Esperanto e às outras idéias universalistas, uma das quais é a moral universal do Evangelho.

Todo o progresso conduzirá ao triunfo final do bem e um dia o homem merecerá a felicidade dever abolidas as fronteiras entre os mundos visível e invisível, como predisse naquela sessão de 1915 o grande Bezerra de Menezes.

Durante os 48 anos decorridos, descobertas e inventos nos aconselham a riscar do dicionário a palavra "impossível", como fez há muitos anos o sábio Sir Oliver Lodge.

Fonte: Reformador - fevereiro, 1964
Responsável pela transcrição: Wadi Ibrahim
Enviado por Marluce Faustino/RJ

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