segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ano Novo

Por Jacó Alves
(Mensagem enviada ao nosso Grupo no Yahoo!)


Opa! Mais uma reflexão.....

Sempre, neste período de início de um novo ano, é comum ouvir coisas do tipo: “ano novo, vida nova”, “até que enfim acabou”, “ninguém merece este ano que passou”, e por aí vamos enveredando em nossas colocações um tanto pessimistas.

Como diz José Medrado, é muito interessante observarmos isto por dois motivos. O primeiro é a constatação de que adoramos responsabilizar os outros por nossas frustrações e desditas, pois nada é mais constrangedor que atestar o nosso fracasso, a nossa irresponsabilidade perante as decisões que tomamos na vida. O segundo motivo, adoramos marcos, pesamos que a partir de uma data as coisas irão mudar por si sozinhas.

A verdade é que a mudança de calendário não influencia em quase nada. É preciso que assumamos a posição de responsabilidade de nossas vidas e nossas decisões, tomando a consciência de que a vida é nossa.

O fim ou o início de seja lá o que for deve partir de nossa vontade, porque queremos e não porque é o fim ou início disto ou daquilo. Se a vida vai bem ou mal, a responsabilidade é nossa e não muda sem nossa vontade e empenho!

Tomemos as rédeas de nosso pensar. Para saber se está no caminho certo? Pergunte-se: É lícito? É ético? É moral? Vai fazer mal para alguém? O modelo de Cristo aprova?

Para não perder o costume sadio da auto-avaliação, segue um texto, de autoria desconhecida, para que reflitamos sobre as nossas atitudes diárias e suas conseqüências...

Abraços,

Jacó Alves


“Check-Up” do Evangelho

Concluída a minha oração, fui levado em sonho a um hospital espiritual, para fazer um “check-up” de rotina, e o que constatei me surpreendeu sobremaneira.

Quando o médico mediu minha pressão, verificou que estava baixa de ternura. Ao medir minha temperatura, o termômetro registro 40 graus de egoísmo.

Fiz um eletrocardiograma e diagnosticaram que eu necessitava de uma ponte de amor, pois minhas veias estavam bloqueadas, por não abastecer o meu coração com o tônus da solidariedade.

Ortopedicamente, tinha dificuldade de andar lado a lado com o meu próximo, e não conseguia abraçar o irmão necessitado, por ter fraturado o braço, ao
tropeçar na minha vaidade. Tinha miopia constatada, por não enxergar as criaturas além das aparências.

Obrigado Senhor, por nada exigir em sua consulta e pela sua grande misericórdia para com minhas imperfeições. Prometo, após ser medicado e receber alta do hospital, somente usar a terapia que me indicou: amor, fraternidade, perdão, paciência, oração, e que são remédios naturais e que estão no receituário do teu Evangelho.

Reconheço a necessidade de tomar novas atitudes em minha vida: ao levantar, chá de gratidão pela noite de repouso; ao entrar no trabalho, uma colher de sopa de bom dia companheiro, e, de hora em hora, um comprimido de paciência, com meio copo de humildade.

Ah! Senhor, ao chegar em casa, vou tomar uma injeção de amor fraterno com o carinho da família, e, ao deitar, repensando o dia, beber duas cápsulas de consciência tranqüila.

Agindo assim, tenho certeza, não ficarei mais doente e todos os dias serão de alegrias e realizações. Comprometo-me a prolongar este tratamento preventivo, durante toda minha vida, para que, quando retornar a essa pátria espiritual, seja equilibradamente.

Desculpe-me por ter usado mal o tempo que o Senhor me concedeu para o bem. Obrigado, Senhor, por me despertar para a realidade da vida espiritual.

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