sexta-feira, 12 de março de 2010

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Alzheimer: é possível evitar

Alzheimer acima de tudo é uma moléstia
 que reflete o isolamento do espírito

AMÉRICO CANHOTO

Oportuna e elucidativa a reportagem: Alzheimer: doença silenciosa de Jaqueline Falcão (para o Jornal Diário de S.Paulo) veiculada pelo Jornal dos Espíritos. Queremos dividir com os leitores um pouco de algumas das observações pessoais a respeito dessa moléstia, fundamentadas em casos de consultório e na vida familiar – temos dois casos em nossa família. Achamos importante também analisar o problema dos "cuidadores" do doente (família). Além de trazer à discussão o problema da precocidade com que as coisas acontecem no momento atual. Será que as projeções estatísticas de alguns anos atrás valem para hoje? Serão confiáveis como sempre foram? Se tudo está mais precoce, o que impede de doenças com possibilidade de surgirem lá pelos 65 anos de idade apareçam lá pela casa dos 50 ou até menos? Daí, com que idade devemos começar a nos preocupar com a possibilidade de um dia manifestarmos a doença?
Alerta - É incalculável o número de pessoas de todas as idades (até crianças) que já apresentam alterações de memória recente e de déficit de atenção (primeira fase da doença de Alzheimer). Lógico que os motivos são o estilo de vida atual, estresse crônico, distúrbios do sono, medicamentos, estimulantes como a cafeína e outros etc. Mas, quem garante que nosso estilo de vida vai mudar? Então, quanto tempo o organismo suportará antes de começar a degenerar? É possível que em breve tenhamos jovens com Alzheimer?
Alguns traços de personalidade das pessoas portadoras de Alzheimer – Em nossa experiência, temos observado algumas características que se repetem: costumam ser muito focadas em si mesmas. Vivem em função das suas necessidades e das pessoas com as quais criam um processo de co-dependência e até de simbiose. Seus objetivos de vida são limitados (em se tratando de evolução). São de poucos amigos. Gostam de viver isoladas. Não ousam mudar. Conservadoras até o limite. Sua dieta é sempre a mesma. Criam para si uma rotina de "ratinho de laboratório".  São muito metódicas. Costumam apresentar pensamentos circulares e idéias repetitivas  bem antes da doença se caracterizar. Cultivam manias e desenvolvem TOC (transtorno obsessivo compulsivo) com freqüência. Teimosas, desconfiadas, não gostam de pensar. Leitura os enfastia. Não são chegadas em ajudar o próximo. Avessas á prática de atividades físicas. Facilmente entram em depressão. Agressivas contidas. Lidam mal com as frustrações que sempre tentam camuflar. Não se engajam. Apresentam distúrbios da sexualidade como impotência precoce e frigidez. Bloqueadas na afetividade e na sexualidade. Algumas têm dificuldades em manifestar carinho, para elas um abraço, um beijo, um afago requer um esforço sobre-humano.
Gatilhos que costumam desencadear o processo - Na atualidade a parcela da população que corre mais risco, são os que se aposentam – especialmente os que se aposentam cedo e não criam objetivos de vida de troca interativa em seqüência. Isolam-se. Adoram TV porque não os obriga a raciocinar, pois não gostam de pensar para não precisar fazer escolhas ou mudanças. Avarentos de afeto e carentes de trocas afetivas quando não podem vampirizar os parentes, deprimem-se escancarando as portas para a degeneração fisiológica e principalmente para os processos obsessivos. Nessa situação degeneram com incrível rapidez, de uma hora para outra.
Alzheimer e mediunidade – No decorrer do processo os laços fluídicos ficam tão flexíveis que eles falam com pessoas que não enxergamos nem sentimos. E uns mais outros menos, nos transmitem o que dizem os desencarnados ou são usados de forma direta para comunicações. Sua condição fluídica permite que acessem com facilidade o filme das vidas passadas (bem mais a última) – muitas vezes nesses momentos, nos nomeiam e nos tratam como se fossemos outras pessoas que viveram com eles na última existência e nos relatam o que "fizemos" juntos, caso tenhamos vivido próximos na última existência. Vale aqui uma ressalva, esse fato ocorre em muitos doentes terminais e em algumas pessoas durante processos febris – isso não quer dizer que a "mediunidade de tarefa" seja responsável pela doença nem ao contrário. Até por sinal nunca conheci alguma pessoa portadora de Alzheimer que tenha sido tarefeira usando a sua mediunidade a serviço de Jesus; claro que pode haver, mas eu nunca vi.
Obsessão – É bem comum que a doença insidiosamente se instale através de um processo arquitetado por obsessores, pois os que costumam apresentar essa doença não são muito adeptos da ajuda ao próximo e do amor incondicional; daí ficam vulneráveis às vinganças e retaliações. É raro que bons tarefeiros a serviço do Cristo transformem-se em Alzheimer. Mas, quem é ou quais são os alvos do processo obsessivo? O doente ou a família?
Alzheimer - o umbral para os ainda encarnados – O medo de dormir reflete, dentre outras coisas, as companhias espirituais nada agradáveis. Os "cuidadores" desses pacientes tem mil histórias a contar e muitos depoimentos a fazer. Esse assunto merece muitos comentários.
O espírito volta para a vitrine – Tal e qual o espírito que reencarna; pois na infância nosso espírito está na vitrine, já que ainda não sofreu a ação da educação formal. Esse tipo de doença libera toda a nossa real condição que, perde passo a passo as contenções da personalidade formal e mostra sua verdadeira condição: nua e crua.. Para quê? Quem pode se beneficiar com isso? Serão os familiares mais atentos? Os profissionais da saúde? Na nossa família tivemos um caso curioso, nosso paciente se beneficiava na parte cognitiva com a medicação específica mas, tivemos que suspendê-la, pois, ele que antes parecia um "docinho de coco", com o evoluir da doença sua personalidade agressiva antes contida, manifestava-se de tal forma que, tornava inviável o uso da medicação, porque ninguém podia com ele nem o suportava (chegou a ser expulso de uma clínica especializada pois do nada agredia os outros internos) – na decisão de consenso optou-se por manter as tradicionais "camisas de força" (remédios que todos conhecem).
Os cuidadores – Mesmo que todos morramos de medo de ter que "cuidar de uma antiga criança mal educada" como se tornam os portadores dessa doença; ela não deixa de ser uma oportunidade ímpar de desenvolvermos qualidades espirituais a "toque de caixa", rapidinho, rapidinho. Feliz de quem encara essa tarefa sem dia sem noite, sem férias. Pena que algumas pessoas não sejam capazes de suportar tal tarefa com calma – Quem se arrisca a encarar com bom humor e realizar o que for possível ajudando a esse irmão? Serão os cuidadores vítimas ou felizardos? O que isso tem a ver com o passado? Cada qual que decida...
Quantos cuidadores se tornarão doentes? – Alerta: "Cuidadores" costumam não aprender nada e, repetem a lição para os outros, tornam-se ferramentas de aprendizado.
O que é possível aprender como cuidador? Paciência, tolerância, aceitação, dedicação incondicional ao próximo, desprendimento, humildade, inteligência, capacidade de decidir por si e pelo outro. Amor.
Para o "cuidador" é diferente o Alzheimer rico do pobre? – O que mais se vê é o pobre sendo cuidado pela família e o rico sendo cuidado por terceiros. Quem ganha o que e quanto? Terceirizar tem algum mérito? Tornar-se doente de Alzheimer na classe média é uma loteria; por quem ou onde seremos "cuidados"?
Cuidador ou responsável? – Tal e qual na infância temos pais ou responsáveis, neste caso vale a mesma analogia.
O que o cuidador ganha ou perde? - Vale a pena abdicar de uma tarefa de vida para cuidar de uma pessoa que tudo fez para ficar nessa condição de necessitado? – Quem ou o que dita os valores? Quem ganha ou perde o que? Em qual condições? – Na dúvida chame Jesus, Ele explica tudo muito bem...
O problema da obsessão – Quem obsidia quem? Cuidador e doente são antigos obsessores um do outro – não é preciso recuar muito no tempo, pois mesmo nesta existência, com um pouco de honestidade dá para analisar o processo em andamento; na dúvida basta analisar as relações familiares, como as coisas ocorreram. Não foi possível? – não importa; basta que hoje, no decorrer do processo da doença, avaliemos o que nos diz o doente nas suas "crises de mediunidade": você fez isso ou aquilo, agora vai ver! – preste muita atenção em tudo que o doente diz, pois aí, pode estar a chave para entendermos a relação entre o passado e o presente. Quem ganha e quem perde a briga? O doente parece estar em situação desfavorável, pois aparentemente perdeu a capacidade de arquitetar, decidir – mas, quem sabe ele abriu mão disso, para tornar-se simples instrumento de outros desencarnados que estão em melhores condições de azucrinar a vida do inimigo (alianças e conchavos) – Quem sabe?
A dieta influencia – Os portadores da doença costumam ter hábitos de alimentação sem muita variação centrada em carboidratos e alimentos industrializados.. Descuidam-se no uso de frutas, verduras e legumes frescos, além de alimentos ricos em ômega3 e ômega6, devem consumir mais peixe e gorduras de origem vegetal (castanha do Pará, nozes, coco, azeite de oliva extra virgem, óleo de semente de gergelim). Estudos recentes mostram que até os processos depressivos podem ser atenuados ou evitados pela mudança de dieta.
Doença silenciosa? – Nem tanto, pois avisos é que não faltam, desde a infância analisando e estudando as características da criança, é possível diagnosticar boa parte dos problemas que se apresentarão para serem resolvidos durante a atual existência, até o problema da doença de Alzheimer. Dia após dia, fase após fase o quadro do que nos espera no futuro vai ficando claro. Basta analisar, pois ela como todas as outras não é silenciosa é berrante – mas, cuidado com os cala a boca que não te perguntei nada: remédios e similares. Fique esperto: Evangelize-se (no sentido de praticar não de apenas conhecer) para não precisar voltar a usar fraldas nem passar cocô nas paredes e ser tratado pela sua família como um "retardado".
O mal de Alzheimer é hereditário? Pode ser transmitido? – Sim pode, mas não de forma passiva inscrito no DNA, e sim, pelo aprendizado e pela cópia de modelos de comportamento. Lógico que pode ser contagioso; mas pela convivência descuidada fruto de uma educação sem Evangelização.
Remédios resolvem? – Ajudar até que ajudam; mas resolver é impossível, ilógico e cruel se, possível fosse – pois, nem todos tem acesso a todos os recursos ao mesmo tempo. Remédios usados sem a contrapartida da reforma no pensar, sentir e agir podem causar terríveis problemas de atraso evolutivo individual e coletivo; pois apenas abrandam os efeitos sem mexer nas causas. Tapam o sol com a peneira.
Remédios previnem? – Claro que não – apenas adiam o inexorável. Quanto a isso, até os cientistas mais agnósticos concordam. Um dos mais eficazes remédios já inventados foram os grupos de apoio á terceira idade. A convivência saudável e as atividades que possam ser feitas em grupo geram um fluxo de energia curativa. A doença de Alzheimer acima de tudo é uma moléstia que reflete o isolamento do espírito que se torna solitário por opção. O interesse pelos amigos é um bom remédio.
Há vacina? – Lógico que sim. Desde que saibamos separar a vacina ativa da passiva. O ato de nos vacinarmos contra a doença de Alzheimer é o de estudar as características de personalidade, caráter e comportamento dos que a vivenciam, para que não as repitamos. A melhor e mais eficiente delas é o estudo, o desenvolvimento da inteligência, da criatividade e a prática da caridade. Seguir ao pé da letra o recado que nos deixou o Espírito da Verdade: "Amai-vos e instruí-vos". Quer evitar tornar-se um Alzheimer? Torne sua vida produtiva, pratique sem cessar o perdão e a caridade com muito esforço e inteligência.
Muito mais há para ser analisado e discutido sobre este problema evolutivo que promete nos visitar cada dia mais precocemente, além das dúvidas que levantamos esperamos que os interessados não se furtem ao saudável debate.
Até breve. Muita paz.
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Alzheimer: doença silenciosa

Sinais de alerta: alterações de memória e personalidade

Jaqueline Falcão (para o Diário de S.Paulo)

Alterações de memória e de personalidade, dificuldade em se comunicar ou executar simples tarefas, como pentear os cabelos ou vestir uma camisa com botões, são sintomas que ajudam a identificar o problema que atinge os idosos. Estima-se que cerca de 18 milhões de pessoas em todo o mundo sejam portadoras da doença de Alzheimer. No Brasil esse número pode chegar a 1,2 milhão - 10% com idade acima dos 65 anos. De acordo com pesquisa da Alzheimer's Disease Internacional (ADI), a cada sete segundos é diagnosticado um novo caso. A doença, degenerativa, acomete o sistema nervoso central e atinge regiões responsáveis por memória e por outras funções cognitivas. Não há cura. O paciente morre entre oito e doze anos.
Alzheimer é silenciosa. Para médicos, o grande foco atualmente é o diagnóstico precoce. "Hoje em dia a busca pelo diagnóstico precoce é a condição mais importante quando se tem o que fazer pelo paciente. A doença não tem cura, mas temos alguns medicamentos que ajudam o paciente. Quanto mais precoce, maior a chance de o remédio ter ação "para este paciente", explica o neurologista Renato Anghinah, do grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo.

Personalidade
Os principais sintomas, que devem servir de alerta para o paciente e familiares, são as alterações de memória e de personalidade, dificuldade em se comunicar ou executar simples tarefas, como pentear os cabelos e vestir uma calça ou camisa com botões. O principal fator de risco é a idade. Quanto mais a pessoa viver, maior o risco de desenvolver o problema. Até os 60 anos, a incidência é de 1,5 pessoa a cada 2000. Dos anos 60 aos 70 anos, sobe de uma a cada 50 pessoas. Entre 70 e 80 anos, a chance de ter este mal sobe para uma a cada dez pessoas. E dos 80 aos 85 anos, fica maior: uma em quatro pessoas.
O neurologista do HC alerta que no últimos anos o comprometimento cognitivo leve poderia ser uma fase pré-clínica da doença. Ele explica que não chega a ser um quadro de demência do doente e também não significa que vai se transformar em doença de Alzheimer. "Mas esta pessoa terá uma taxa quatro vezes maior de evoluir para a doença. E não há indicação de tratar paciente com medicação, o que precisa ser observado. Se apresentar os sinais de Alzheimer, podemos iniciar o tratamento precocemente", diz Anghinah.
O diagnóstico da doença é clínico, ou seja, feito dentro de consultório e não com exames em aparelhos. Segundo o neurologista do HC, as queixas de memória - um dos sinais da doença - não são o suficientes para confirmar um quadro de Alzheimer. "Muitas vezes, o problema da memória pode estar relacionado à sobrecarga emocional, estresse no trabalho, falta de sono e medicamentos", compara Anghinah.
É por esta razão que o diagnóstico acontece, na maioria das vezes, quando a doença chegou à fase moderada. Neste estágio, além da falta de memória, o doente não consegue executar tarefas simples como montar um o sanduíche, esquece onde guardou alguns objetos e perde a noção para se vestir - chega a inverter a ordem de pôr as peças de roupa, como colocar a peça de baixo por cima da calça.
Para a neurologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Paulo Bertolucci, o diagnóstico tardio ocorre por culpa tanto da população quanto dos profissionais. "Os médicos precisam de mais preparo já que o diagnóstico é clínico. Se fizessem um teste rápido de memória no paciente faria muita diferença. Já a população tem uma parcela de culpa por ainda acreditar que a falta de memória se trata de apenas um processo normal de envelhecimento", avalia Bertolucci. A morte do paciente ocorre quando todo o cérebro é atingido pela doença.

Doença de Alzheimer
Entenda cada fase da doença.
Fase inicial - começa a afetar a memória. A pessoa lembra de coisas do passado, mas não se recorda do que ocorreu de manhã. À noite, por exemplo, não consegue lembrar o que almoçou. Assim, torna-se uma pessoa repetitiva.
Fase moderada - Nesta fase, já começa a ter prejuízos para conseguir se alimentar, executar tarefas simples (montar sanduíches com frios), dificuldades em manter a higiene. A pessoa perde noção para se vestir e não consegue enfiar a mão na manga da camisa, por exemplo. Pode trocar o dia pela noite.. Perambula pela casa.
Fase avançada - O esquecimento está cada vez mais intenso. Nesta fase já precisa de alimentação assistida porque não consegue mais comer sozinha. Também não consegue tomar banho, nem se vestir sozinho e não mantém sua higiene pessoal. Começa a usar fraldas por não conseguir controlar seus instintos. Não fala mais. Tem gente que não dorme nem de dia e nem à noite.
Fase terminal - O paciente está na cama. Só geme e fica na postura fetal.

Sugestões

- A partir dos 60 anos, queixas de memória não podem ser desprezadas. É bom consultar o médico para checar.
- Nem toda queixa de memória, por outro lado, significa Doença de Alzheimer. Se uma em quatro pessoas tem a doença a partir dos 80 anos, lembre-se que três não a terão.

Remédios retardam evolução
Os medicamentos inibidores ajudam, por um período de seis meses a 18 meses, a retardar a progressão da doença. "Têm efeitos por algum tempo. Depois, a resposta é perdida. É algo provisório", afirma Paulo Bertolucci, neurologista da Unifesp.
"Galantamina, rivastigmina e donepzil recebem indicação para a fase inicial da doença. O paciente fica estável por até um ano e meio, mas os neurônios continuam morrendo. Claro que a progressão da doença é mais lenta do que se a pessoa estivesse sem remédio. Há dois anos, a memantina é associada a um dos inibidores a partir da fase moderada da doença", descreve o neurologista do Hospital das Clínicas, Renato Anghinah.
No Brasil, o laboratório farmacêutico Janssem- Cilag, lançou o Reminyl ( galantamina ), um medicamento de ação prolongada para o tratamento da doença de Alzheimer em estágios leve e moderado. O medicamento tem somente uma dosagem diária, com ação prolongada.

Efeitos
Estudos clínico com Reminyl envolvendo 971 pacientes mostrou que os portadores tiveram melhoras significativas. Entre os benefícios apresentados pelo medicamento podem se destacar: retardo dos sintomas neuropsiquiátricos, manutenção da capacidade funcional e diária em até um ano, menos efeitos colaterais.


 
 
Enviado por Marluce Faustino/RJ

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