quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Mensagem - Correção


Correção:
Onde se deveria ler sepulcros caiados está Sepulcros caídos - está marcado no texto abaixo



Corruptível tendência

A política é algo enraizada na conduta dos que desejam avidamente o poder.

A corrupção que hoje se infiltra em todas as vertentes sociais, penetrando desafiadora entre as religiões escravas da dominação humana não é algo novo, mas prática de vestígios seculares.

O cenário da palestina nos traz a restauração dessas chagas que teimam exalar odores causticantes do tempo do ontem, tão aproximado dos dejetos atuais.

O templo religioso naquela época representava a organização administrativa, o que seria no tempo atual o governo estatal. Embora considerado um lugar santo pelos judeus, por entre seus pórticos e nos limítrofes que o circundava havia um verdadeiro covil de interesses mundanos.

Existiam banquetas que comerciavam todo tipo de bagatelas. Animais eram trazidos e vendidos para o sacrifício no altar, vasos de alabastro carregavam perfumes finos para a tradição da oferenda, todo tipo de especiarias era revendida, o comercio era intenso e sua praça principal ali estava. Jerusalém era estação para muitos peregrinos que vindos em caravanas organizadas, chegavam de sítios distantes trazendo consigo utensílios e moeda estrangeira, que eram livremente comercializados a porta do templo com consentimento dos sacerdotes, que proferiam lucro em tudo ou amaldiçoavam o comerciante que se negasse a dividir com os religiosos seu lucro, tornando pecaminoso seu artigo, que seria assim evitado pelo povo temente das ordens impostas pelos sacerdotes.

Como vemos os sumos sacerdotes não só sabiam de toda ambição e cobiça que aconteciam as portas do templo, como dela tinham o controle e participavam capitalizando lucro. Eram eles os pontífices da soberba e do interesse. Orgulhosos, se achavam superiores em conhecimento e estirpe, usando da sua dominação religiosa das massas para angariar influência política junto aos colonizadores romanos, esmiuçando ainda mais o povo simples e vergado pelos tantos impostos que recaiam duramente sobre aqueles os que pouco tinha.

Os rabis usavam do conhecimento conquistado a base de muita leitura e estudo dos textos sagrados para lançar rituais esdrúxulos e absurdos, provindos de interpretações meramente humanas, colocando o fanatismo que lhes dominava a consciência junto a explanações de cunho radical que escravizava a fé de toda uma nação.

Triste quadro se apresentava na Palestina politicamente corrompida pelos interesses escusos que se repletavam.

Os fariseus eram dominados por Roma e dominadores das consciências pouco esclarecidas. O Sinédrium era dominado por uma corja infame que dizia com os lábios honrar a Deus, mas suas ações e intenções eram a do interesse premeditado, contrarias a qualquer ato sensível as necessidades alheia.

Aquela sociedade de então era tão dura e mesquinha que os doentes de lepra eram considerados impuros e quem os auxiliasse mesmo com uma simples alimentação, era denunciado e castigado pelas autoridades. Os enfermos tinham que se afastar da urbe e se escondiam nas cavernas, sofrendo todo tipo de privações.

Na cobertura desse bolo, vinha como glacê o poderio de César. Roma mantinha as culturas e tradições das terras conquistadas e os colonos podiam sustentar seus cultos religiosos, contanto que nenhuma insurgência contra a Águia fosse observada. A mão férrea dos Césares, nada obstante tornava as colônias usurpadas cativas por enormes e constantes contribuições aos cofres dos governantes, representado naquele momento da historia por Pilatos como então prefeito da Judéia, cargo que lhe veio à mão através de manobras políticas arguciosas e conchavos pessoais. Ávido, Pôncio Pilatos de tudo fez para ter o poder administrativo da Judéia, consciente de todas as oportunidades de enriquecimento que a região lhe proporcionaria.

Pintado assim rapidamente, na modéstia das nossas cores, divisamos esse cenário corrompido por onde caminhou Jesus.

Nos templos espalhados pela palestina e nos estudos da Torah, os doutores da lei perpassavam os trechos das escrituras onde os profetas antigos falavam sobre o Messias que viria. O Cristo já era aguardado. Todavia ao caminhar entre eles, não o puderam reconhecer como tal. A perfídia e a corrupção da época não poderiam aceitar a Jesus. O Mestre era adversário a tudo aquilo representado pela cobiça e a corrupção. Jesus lhes desnudava a alma corrompida e orgulhosos que eram, os judeus o odiaram por lhes despir a perfídia e planejaram consecutivamente sua morte.

Quando a luz adentra um ambiente a treva deve bater em retirada deixando de existir. Jesus representava a morte da rapina que dominava aqueles corações bandidos. Jesus era a palavra que negava o trabalho do engano, as maneiras falsas e traiçoeiras com as quais eles dividiam as poses alheias. Jesus era a verdade em meio à mentira dominadora e interesseira. Jesus era a negação dos ritos e radicalismo usados para anestesiar as mentes e melhor manipulá-las. Jesus era ainda o verbo ciente da real verdade, que caindo sobre eles os diminuía moralmente e a soberba judia não podia suportar o peso de ver rasgada em público as ilusões que construíam na sociedade ultrajada.

Assim, como muitos pensam, os planos para assassinar Jesus não partiram diretamente das trevas, vieram dos homens do seu tempo, que meditando na maldade de suas intenções, atraíram para a superfície do orbe as grotescas criaturas que engendraram a crucificação infame.

Mas meus irmãos, tantos séculos vencidos e ainda hoje os sepulcros caídos se arvoram governantes das nações, pastores do povo, sábios na interpretação das escrituras ao seu bel interesse, ministro das religiões separatistas, administradores do capital público..., para uma vez mais escravizar os homens com as suas ânsias de poder e riqueza, no seu vício corruptível que nunca deixa de pulsar.

Mais de 20 séculos não foram bastante para banir da sociedade os hipócritas, os fariseus.

Só nos resta aguardar, aguardar que a Justiça Divina venha nos resgatar desse seqüestro que a humanidade é refém e que as luzes de uma Nova Aurora brindem o horizonte das mudanças que estão por vir.

Aguardemos trabalhando e confiando.

Pe Alberto Fonseca

Mensagem psicografada na reunião mediúnica da

Fraternidade Espírita Irmã Scheilla em 26/08/2010





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