terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mensagem recebida na reunião mediúnica de 24/08/2010 - FEIS


Crescer ou Crescer

 

Movimento circular é aquele que sempre retorna ao ponto de partida, reiniciando a marcha em sucessão.

Movimento retilíneo é aquele que traça uma jornada reta, sem desvios, sem abandonar o segmento e sua meta.

Além desses citados, existem outros e muitos movimentos. Movimento é uma animação, uma agitação, andamento. Tratando somente dos produtivos, temos um movimento à frente, e o que nos interessa é o movimento que nos projete nas conquistas de valor para a alma.

Como crescer é imprescindível no alcance da maturidade, resta entendermos o que significa crescermos de verdade.

Será que a pretexto da expansão do círculo material de trabalho, que se apresenta como uma necessidade do dia a dia, cresceremos somente aumentando o nosso espaço, a nossa área física?

Será que crescendo as paredes e as dimensões dos ambientes, ficaremos maiores aos olhos daqueles que nos vigiam os sentimentos e atitudes?

Será que crescendo o espaço físico, não crescerão nossas responsabilidades e aumentarão nossos compromissos?

Será que os cálculos da planta-baixa e os novos cortes, numa matemática projetada distribuindo melhor a disposição espacial nos trará também mais espaços no coração para acomodarmos os muitos atendimentos que devemos prestar com maior zelo e disposição de tempo?

Será que diante do novo que nos hospedará as intenções do servir, estaremos rejuvenescidos na nossa forma de trabalhar mais e fraternalmente?

 Pois os exemplos de instituições que crescem e decresce a disposição pela qualidade enfraquecida sobejam...

Será que a mudança de endereço, na nova identificação desse lar de amor, que leva no seu pórtico o nome respeitoso da nossa Mentora, faz parte da fachada íntima na individualidade responsável de cada trabalhador dessa Casa?

São esses e outros aspectos que devemos juntos refletir, agora e mais tarde a sós.

Pois o maior e o mais importante crescimento que se espera, não é o do espaço físico, mas aquele que se processa dentro de cada um, dilatando a percepção da nossa proposta verdadeira de expandir. sico, mas aquele que se processa dentro de cada um, dilatando a percepçde a sos. melhor titudes? 

Porque amigos, quando se aumentam as proporções de atendimento, paralelamente crescem as responsabilidades e os trabalhos.

E é fato que, quando aumentarmos a área da Casa, crescerá a necessidade de material humano para atendermos a demanda maior, na excelência no trato com o semelhante. Se não houver bastante interesse numa formação conceituada e responsável desse novo corpo de trabalhadores, a qualidade dos trabalhos executados na Casa pode decair, comprometendo a boa imagem já constituída.

Devemos estar vigilantes aos que já estão atuando e os que chegam agora, para que não haja ruídos entre os trabalhadores e os trabalhos.

Muitas vezes quantidade e qualidade vêm numa escala de valores inversos.

Então, sempre haverá alertas e cuidados na senda do progresso. Assim como há cálculos para melhor organizar os espaços físicos, devemos também projetar a ampliação humana, bem calculando-a em cada nova necessidade.

Essa Casa, com tudo que representa concretamente, carrega junto ao seu nome uma responsabilidade enorme e isso se dá por diversos e inegáveis fatores.

O esteio e modelo que ela representa para muitos é espantoso.

Primeiro, ela traz no seu esboço um nome apropriado, representativo do amor e fraternidade que sempre deve nortear seus passos, o que a fez conhecida e comentada pela irradiação que emana da Mentora que lhe empresta o nome. Assim todo aquele que agir em nome dessa instituição, bem ou mal, a estará representando.

Graças à vigilância constante da Espiritualidade e a consciência administrativa equilibrada em permeio de várias mentes pensantes, essa continua sendo uma Casa bem representada nos dois planos. Cada individualidade deve introjetar muito bem essa responsabilidade representativa no bojo dos seus deveres, passando essa imagem aos que vem de fora para atuar junto aos trabalhos no mesmo compasso, pois por toda sorte, de alguma forma, passam a representar também a instituição, seja por palavras, seja por documentos escritos, seja na alçada de influência ao publico que atende, seja como voluntário qualquer, todos temos que atender as normas da boa conduta e da seriedade dos compromissos, pois se deslizarmos, não tomba somente a criatura que se precipita, mas abala-se a credibilidade no conceito dessa Casa, construída no amor e na honestidade que o Espiritismo lhe empresta.

  Segundo item, atrelado a tudo que essa Casa representa para nós, está lá no alto o que ela representa a nível elucidativo e seu papel esclarecedor para milhares de espíritos, encarnados e desencarnados, numa importância indizível no mote educativo.

Vemos assim, que a cada explanação nossa, só crescem as vossas responsabilidades, as vossas obrigações...

Dentro dessa proposta de erguer essa Casa, que partiu do Plano Espiritual e encontrou acolhida em alguns corações humanos, tudo a nível não divisado pelos irmãos encarnados, a proposta principal, desde o início, sempre foi aclarar as consciências embrutecidas e os néscios. Disso não podemos nos afastar jamais.

Foi-se assim, juntando as peças desse quebra cabeça de proporções evangélicas, colocando-se as pessoas certas juntas, algo que não pode ser mesurado pelos valores humanos, para chegarmos até aqui, quando partimos a um novo período.

Resta-nos dizer que, assim como já esclarecido, educação atuante por entre os dois planos, construindo bases sólidas de entendimento e instrução é o real e maior valor dessa Casa, sendo cada um dos que nela mourejam, contabilizado pela contribuição responsável e sem personalismo que aplique nesse tentame educativo cristão.

Acabo de apontar mais um peso que repousa nos ombros de cada trabalhador dessa Casa, que tem por encargo, instruir-se melhor, se qualificar sem empáfia alguma, para então melhor esparzir a luz do esclarecimento espiritual apreendido junto a Doutrina.

Resta a terceira e mais importante emenda do nosso contrato áureo de trabalho, que é; nós não trabalhamos para satisfazer a verve da própria vaidade ou estamos aqui para agradar interesses mundanos, preocupados com a opinião deste ou daquele companheiro acerca de nós. Nós, todos, estamos aqui numa associação gloriosa para darmos o que temos de melhor, trabalhando na representatividade do Amor de Jesus pelos semelhantes.

Infelizmente os ataques aos trabalhadores existirão, mas não se atira pedras em árvores sem frutos. É através das provas duras que mostraremos o valor da nossa fé, sem nos prostrarmos ao chão, sem deserdarmos, como querem nossos adversários.

A aqueles que estão sobre constante cerco, recomendamos trabalhar, serviço e caridade são a única defesa que amortece as dores dessa perseguição.

E as nossas recomendações nunca cessam. Se o Mestre Amigo nos pediu vigilância e oração constante, como haveríamos de nos afastar desse seu tão sábio alerta.

E as recomendações são;

Ao servidor, fazer cada tarefa com a excelência do puro amor, depositando nela todo o seu interesse e responsabilidade.

Aos trabalhadores, recomenda-se muita união em exercícios de fraternidade, compreensão e tolerância.

As individualidades, usar muito da auto-avaliação diária, fazendo assim constantes reflexões acerca do próprio comportamento dentro e fora da Casa.

A direção da Casa, todos os envolvidos nela, vocês representam a linha de prumo que deve dar o traçado reto e equilibrado a ela. Sobre vós meus caros amigos, recai maior responsabilidade ainda, já que a palavra "dirigir" tem muitos sinônimos que a distingue em ação bem sucedida, e nesse caso, um único antônimo, que é a ruína. Na desventura de ver o jardim florido murchar e nele não medrar mais as flores perfumadas.

A vigilância nos passos que se erguem é constante, a Espiritualidade está atuante nesse processo, pois, como já dissemos antes, tempo de maiores responsabilidades e deveres se aproxima, arrumando as peças que atuarão com sinceridade nesse tabuleiro da vida.

Assim, as decisões deverão ser tomadas pela reunião das consciências, trazendo como relevo o bem comum da Casa na instrução dos frequentadores, atendidos e atendentes, com tranqüilidade e ponderação diante de cada nova proposta, decidida nunca por uma pessoa isolada.

Enfim irmãos, que nossa vangloria seja a do crescimento moral, que traz a madureza as nossas paixões, equilíbrio ao nosso comportamento e responsabilidade no nosso dever.

Que o Bem continue pautando as nossas exigências e que o trabalho em grupo continue nos ensinando essas lições maravilhosas entre o dar e o receber.

Jesus nos ampare e nos guarde os momentos sinceros.

 

  

Alberto Fonseca

Mensagem psicografada na reunião mediúnica da

Fraternidade Espírita Irmã Scheilla em 24/08/2010

 

 


Enviado por FEIS Informa


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