sábado, 8 de janeiro de 2011

Mensagem de Ano Novo


Queridos amigos
 
Enquanto não escrevo a minha própria mensagem de ano novo, envio para vocês uma mensagem psicografada na Fraternidade Espírita Irmã Scheilla. Essa mensagem traduz muito bem o que eu desejo para todos neste ano de 2011. A transformação dos seres humanos em busca da construção de um planeta muito melhor no qual impere o amor, a paz, a fraternidade, a humildade e o respeito.
 
Grande abraço para todos,
Adriana.
 

Novo Ano

 

As estações da Terra se distinguem pelas características climáticas, dividindo as colheitas e estabelecendo convenções elas representam o calendário humano. 

Chega uma vez mais o final da duração do ano civil na folhinha, os dias de um ano se findam, trazendo nova contagem a um novo ano.

Sempre nessa passagem as vontades se enobrecem. Incontáveis indivíduos traçam novos roteiros, planejam mudanças, ensejando melhorias em suas vidas.

É normal a percepção que todos têm de que algo novo esteja por vir, "ensejando essas melhorias".

Há os que se concentram unicamente nos desejos da matéria, aspirando à ascensão financeira. Numerosas súplicas sobem ao Alto requisitando exatamente isso, e, só isso. Mas vontades e desejos são os mais variados revelando os tesouros que verdadeiramente comandam os corações humanos.

Conquanto a paz seja desenhada nos pensamentos, o amor requisitado, a fraternidade lembrada, o progresso idealizado, a grande contingência se liga primeiramente às aspirações da própria personalidade, querendo barganhar todo tipo de sonhos e conquistas.

Pela ótica espiritual, aquela que verdadeiramente move as tendências da alma, as legitimas conquistas do homem serão aquelas que ele consiga vencer sobre as próprias deficiências do seu caráter.

Deveria o homem estar preocupado primeiramente com sua índole, sua natureza e temperamento, pois na caminhada a diamantina de luz, estamos na Terra ainda atrasadíssimos se nos compararmos a outros orbes mais evoluídos.

Nas resoluções para o novo ano, a criatura deveria portanto mergulhar dentro de si para buscar, de maneira integra e sem se enganar, aquilo que nele deve sofrer a devida reparação do novo.

Perlustrando o íntimo, vamos perceber as "cangalhas" aonde viemos carregando os defeitos através do tempo, renitentes limalhas que estão imantadas a nossa identidade espiritual, denunciando para todos o quanto ainda devemos expandir nosso eu em direção a luz.

Ao deixarmos à carne, chegamos por aqui e nos debatemos com as muitas gangas de inutilidades. Já ligados aos operários do Bem, fora da matéria nos colocamos a trabalhar num serviço diferente. Com facilidade reconhecemos a dessemelhança marcante do nosso eu encarnado e prisioneiro das cobranças materiais, para essa do eu liberto do plano físico e consciente integral das suas limitações espirituais. As diferenças são deveras marcantes.

Nas escolas do Alto a passagem dos anos não nos interessa muito, pois não "buscamos" a mudança como quem ainda deve encontrar o que "mudar", já estamos imersos nessa mudança integral, nessa busca da essência real. Todo dia são novos dias, novos anos. Infelizmente ao mergulharmos na carne olvidamos a preponderância do espiritual e colidimos com as muitas e tentadoras ofertas ilusórias e inebriantes da matéria. Aí está o grande desafio humano! Aí está porque Deus nos reservou a arena humana; é nela que devemos mostrar a "mudança do eu".

Meus filhos, somente os fortes e imbuídos de autêntica vontade íntima podem vencer as tantas tentações da matéria densa. Os Santos não foram homens comuns, foram indivíduos que deixaram a sua marca moral na Terra, vencendo o eu, mostrando que é possível ao espírito vencer a carne.

Essa nossa grande jornada humana, depurando nossa essência até torná-la radiante aquisição da própria vontade é a grande lição que a Terra nos traz. Para uns uma estrada mais longínqua devido à personalidade algemada aos sabores físicos, outros, devido ao esforço próprio de se corrigir que dão início, já podem sentir o bafejar do hálito espiritual a lhes banhar todas as vontades e desejos.

Que a resolução do Novo Ano seja a de conquistar o próprio homem, já que, se cada um resolver começar a Nova Era dentro de si mesmo, abdicando do orgulho, descendo do pedestal da soberba humana para aceitar os fardos transformadores sem queixas ou máscaras, deixando que o amor inunde suas atitudes e palavras, quem sabe a transformação será intercambio vindouro de menor prazo. Pois, não basta ao homem continuar lendo o Evangelho de Jesus sem incorporar ao seu mundo interior suas lições seriníssimas, lições endereçadas unicamente a mudança do Planeta Terra, que se inicia em cada indivíduo encarnado, em cada individualidade que decida romper os dias do homem velho, e, sinceramente, queira fazer raiar dentro de si o Novo Homem.                  

             

 

Nunes Rocha

Mensagem recebida na reunião mediúnica da

Fraternidade Espírita Irmã Scheilla em 28/12/2010


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