domingo, 26 de junho de 2011

Unindo prazer e lazer a reflexão






Realmente temos que "reduzir o passo" e sentir melhor as coisas ao nosso redor.. aproveitarmos melhor aquele instante.
Complementando o assunto, um bom texto. 
 
Somos inteiros ou apenas fragmentos?
Saia um pouco da rotina e pense em como anda sua vida...

Por Fernanda Lopes - Terapeuta holística
Neste exato momento em que você lê este artigo, você está fazendo quantas coisas mais? Quantas coisas existem em sua mesa no escritório? Quantas preocupações existem em sua mente? Quantas coisas pra fazer mais tarde... Quantas coisas que você deixou de fazer... Um verdadeiro turbilhão no cérebro!

Eu convido você neste momento a relaxar, a estar presente, a estar aqui, a estar no agora! A refletir o quanto você tem estado inteiro no que faz e quanto na maioria das vezes você está fragmentado? No dia de hoje relembre se enquanto você ouvia alguém você estava realmente ali entregue? Se quando alguém lhe deu um beijo ou demonstrou um olhar de carinho, você estava realmente ali entregue. Se no serviço que você desenvolvia sua cabeça estava por aí divagando. Se você foi capaz de sentir algo de novo em algo que você apenas intitulava como rotina.

Desacelere o passo por um instante e você perceberá que muitas vezes você é mais um dentre tantos maratonistas que vemos por aí. Sempre correndo, sempre tentando encaixar o tempo para tudo o que se quer fazer. E o pior, muitas vezes não sabendo nem para onde se está indo.

Mas a verdade é uma só. Fazemos a maior parte das coisas por fragmentos. Não sabemos criar nossos momentos sagrados. Sagrado é um momento especial, é o momento em que você deve sentir que não existe mais nada além daquilo. É estar presente, é largar preocupações, ansiedades ou qualquer outro sentimento ligado a um tempo que não existe. Não existe afinal futuro ou passado. Você está aqui, perceba!

Muitos colocam a desculpa nos momentos difíceis e que diante desses não é possível deixar de se preocupar. E quando você chega em casa, o seu local de descanso, você acessa seu momento sagrado? Você é capaz de dar risada junto com seu filho? Abraçar seu companheiro ou companheira... Conversar com as pessoas sem ter que ligar a tv? Prestar verdadeiramente atenção naquilo que você faz, naquilo que você diz, naquilo que você ouve, naquilo que você é?

Com a desculpa de atender tantos pedidos externos, você muitas vezes se esquece de você mesmo. Esquece de que se não cuidar bem de sua casa, ela tende a cair. E uma casa com rachaduras, não pode oferecer segurança a ninguém! É preciso saber fazer uma coisa de cada vez.

Fazer de cada instante um local sagrado, colocar a mente e atenção em cada instante, aprender, sentir cada situação e cada pessoa. Saber que não estamos passando por nossa vida acelerados e sem dar sentido a algo, saber que estamos vivendo e não somente existindo. Saber comer, comendo. Tomar banho, tomando banho! Amar alguém, amando! É simples assim! Faça o que estiver fazendo de forma inteira.

Dê funcionalidade para a sua vida. Reduza o passo! Saiba fazer bem, mesmo poucas coisas que você fizer. Dê conta do que você faz! Tire o peso dos seus ombros e coloque mais felicidade nas suas relações.

Quantas vezes você conflitou com o outro, simplesmente porque não esteve presente quando o outro gostaria de lhe falar sobre seus sentimentos ou sobre aquilo que pensava? Quando estamos presentes, estamos atentos, conscientes! E então com consciência, passamos a perceber coisas que antes não víamos. Começamos a acessar a sabedoria dentro de nós, passamos a ter mais respostas para nossa vida, estas que antes buscávamos apenas em conselheiros de fora. Se estamos conscientes, estamos plenos em saber quais são nossas necessidades reais. Eliminamos coisas que não servem mais em nossa jornada (e por vezes, são muitas), para então esvaziarmos. E leves, podermos fluir com o grande rio da vida, atentos à todos os "presentes" que nos são dados diariamente.

Esteja inteiro no que faz! Seja inteiro para as pessoas com quem convive! Deixe as pessoas conhecê-lo de forma completa! Abrace de forma completa, beije de forma completa, ame de forma completa, escute de forma completa! Trabalhe de forma completa, ria, chore, de forma completa! Sinta a vida através de todos os seus sentidos! Sinta o gosto, o calor, o toque de todas as coisas....

Se você parar um pouco, o mundo não atropelará você! É apenas a sua mente quem deu permissão pra isso!

Só se pode crescer e tornar-se uma árvore com raízes firmes, se você aprende primeiro a confiar que a chuva sempre completa o processo do seu crescimento!

 
 
 
 
 
 
 
 
Date: Tue, 14 Jun 2011 12:09:35 -0300
Subject: Fwd: unindo prazer e lazer a reflexão
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Queridos amigos: achei ótimo este texto, vale a pena refletir sobre os conceitos...pois ~eles estão em mutação....rsrsrs eu mesmo já tinha sentido alguma coisa no ar em relação alguns fatos da vida ...confiram bjs Kel
 

 
HEDONISMO por José A. Pimentel
 
Eu li em um dos livros do Ruy Castro que, ainda mais legal do que unir o útil ao agradável, é unir o agradável ao agradável. A exaltação do desfrute.
Há tempos venho ruminando sobre isso. Conheço muitas pessoas que vão ao cinema, a boates e restaurantes e parecem eternamente insatisfeitas.
Até que li uma matéria com a escritora Chantal Thomas na revista República e ela elucidou minhas indagações internas com a seguinte frase:

"Na sociedade moderna há muito lazer e pouco prazer"
Lazer e prazer são palavras que rimam e se assemelham no significado, mas não se substituem. É muito mais fácil conquistar o lazer do que o prazer.
Lazer é assistir a um show, cuidar de um jardim, ouvir um disco, namorar, bater papo. Lazer é tudo o que não é dever. É uma desopilação.
Automaticamente, associamos isso com o prazer: se não estamos trabalhando, estamos nos divertindo. Simplista demais.

Em primeiro lugar, podemos ter muito prazer trabalhando, é só redefinir o que é prazer.
O prazer não está em dedicar um tempo programado para o ócio. O prazer é residente. Está dentro de nós, na maneira como a gente se relaciona com o mundo. Chantal Thomas aborda a idéia de que o turismo, hoje, tem sido mais uma imposição cultural do que um prazer. As pessoas aglomeram-se em filas de museus e fazem reservas com meses de antecedência para ir comer no lugar da moda, pouco desfrutando disso tudo. Como ela diz, temos solicitações culturais em demasia.

É quase uma obrigação você consumir o que está em evidência. E se é uma obrigação, ainda que ligeiramente inconsciente, não é um prazer.

Complemento dizendo que as pessoas estão fazendo turismo inclusive pelos sentimentos, passando rápido demais pelas experiências amorosas, entre elas até o casamento.
Queremos provar um pouquinho de tudo, queremos ser felizes mediante uma novidade.
O ritmo é determinado pelas tendências de comportamento, que exigem uma apreensão veloz do universo.
Calma. O prazer é mais baiano. O prazer não está em ler uma revista, mas na sensação de estar aprendendo algo, destilando uma dúvida ou esclarecendo um fato.
Não está em ver o filme que ganhou o Oscar, mas na emoção que ele pode lhe trazer.
Não está em "faturar" uma garota, mas no sentimento único de encontro das almas.
Está em tudo o que fazemos sem estar atendendo a pedidos. Está no silêncio, no espírito, está menos na mão única e mais até na contramão.
O prazer está em sentir. Uma obviedade que merece ser resgatada antes que a gente comece a unir o útil com o útil, deixando o agradável pra lá.
 
 
Desejo a todos uma boa semana!
                  Rachel
Nova pagina 1


Enviado por Raimunda Gesteira/BA

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