quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Mensagem da Terça 07 de fevereiro 2012



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Maria <mariamcr21@gmail.com>
Data: 9 de fevereiro de 2012 07:04
Assunto: Mensagem da Terça 07 de fevereiro 2012
Para:




---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Tom Almeida <tomalmeida999@gmail.com>
Data: 8 de fevereiro de 2012 22:35
Assunto: Mensagem da Terça 07 de fevereiro 2012
Para: Esp maria rosa Scheilla <mariamcr21@gmail.com>


A mensagem de ontem foi bastante distinta e diferente.
 

Os que se venderam aos níqueis de cobre, fazendo da medicina uma atividade meramente comercial, lamentarão profundamente os enganos nesse campo de ação.

Vivemos o desastre da ética humana entre os médicos, que hoje atuam mais como mercantilistas do que profissionais preocupados em restabelecer a saúde física e moral do indivíduo. Falamos dessa maneira porque não são poucos os doutores comerciantes da medicina, que olham os semelhantes não como criaturas que precisam de auxílio, amparo e conhecimento facultativo a suas problemáticas de saúde, vendo neles somente a possibilidade do lucro, tratando a vida humana com reconhecida indiferença e interesses premeditados.

 
 

 

Nobre profissão

 

O trabalho vem contribuir para o crescimento do ser humano. Através da labuta material o ser adquire inúmeros aprendizados, condicionando sua alma na procura do bem estar e do progresso.  Trabalha-se para satisfazer às necessidades, que se ampliam conforme a civilização se torna mais complexa e dinâmica.

A disposição ao trabalho varia para cada criatura e as vocações também. Na Terra são inúmeras as profissões que permitem ao homem explorar seus talentos, além disso, concedem outras oportunidades, educando-o para aptidões que ainda não possui.

Dentre as muitas profissões edificantes para o homem, uma se apresenta nobilíssima, habilitando-o a resgates proeminentes na quitação de dívidas do pretérito, ou, pode vir a transformar-se em pesado e penoso endividamento para o espírito, devido a sua carga de responsabilidades e deveres perante a sociedade e a vida.

Pelas obrigações diretamente ligadas a sua formação no conhecimento profissional, a medicina pode representar para o espírito que a abraça, um futuro de paz, caso respeite-a na devida dedicação e pendor que ela cobra, bem como, um pós-morte tormentoso, preso as teias punidoras do remorso, caso ele esqueça-se das responsabilidades inerentes a profissão. 

A Medicina não pode, por qualquer circunstância, diante de qualquer desculpa, ser exercida como comércio. Aqueles que junto a ela anelam pela ascensão monetária em primeiríssimo plano, esquecendo-se dos códigos da ética médica e do sacro-santo sacerdócio que é a pratica da medicina, hão de amargar a oportunidade perdida num futuro de dolorosas lágrimas.

Os que se venderam aos níqueis de cobre, fazendo da medicina uma atividade meramente comercial, lamentarão profundamente os enganos nesse campo de ação.

Vivemos o desastre da ética humana entre os médicos, que hoje atuam mais como mercantilistas do que profissionais preocupados em restabelecer a saúde física e moral do indivíduo. Falamos dessa maneira porque não são poucos os doutores comerciantes da medicina, que olham os semelhantes não como criaturas que precisam de auxílio, amparo e conhecimento facultativo a suas problemáticas de saúde, vendo neles somente a possibilidade do lucro, tratando a vida humana com reconhecida indiferença e interesses premeditados.

Com franqueza, é verdade que ainda encontramos verdadeiros esculápios, aqueles que jamais se esquecem do juramento perpetrado no dia da sua formatura, e, dando honradez a essa profissão tão nobre, transitam pelas clínicas, hospitais e salas médicas, dando exemplos de altruísmo, abnegação e tato para lidar com enfermos de toda ordem, mostrando à sociedade a responsabilidade enorme de instruir, cuidar e curar vidas, dando esperanças e renovando a confiabilidade na fraternidade humana.

Outros tantos seguem em sentido oposto, decorrentes da rotina profissional em que vivem, demonstram frieza além da conta e insensibilidade mordaz para lidar com as calamidades individuais e familiares ligadas ao sofrimento da doença. Esses irmãos, quando deixarem o envoltório carnal, serão perseguidos por aqueles mesmos que foram por eles maltratados e que conservaram nos seus espíritos mágoas e ódios por estes que deveriam tê-los assistido e medicado com presteza e dignidade.

É com pesar que daqui observamos uma vertente progressiva de médicos preocupadíssimos com os lucros da profissão, sem ética e sem pudor, canalizando grande soma de energia para alcançarem notoriedade através do enriquecimento apelativo pela medicina, pouco preocupados com os exemplos da avidez ao ouro, que estão deixando como rastro ensombrado aos residentes e futuro doutores.

Enquanto na Terra não for observada as particularidades dos dois pólos que regem a vida, um carnal e outro espiritual, juntos a responder pelas problemáticas da compleição humana, traduzindo a saúde do corpo como um feixe energético de ligações extra organismo físico, com muitos vícios e enfermidades originárias do espírito, devendo ser tratado de forma holística o homem, essa Casa planetária ainda estará engatinhando nos avanços biológicos junto às criaturas humanas.

Esperamos que as transformações tão aguardadas sejam bem registradas pelos profissionais da medicina e que os hospitais da Terra sejam melhor geridos na importância da vida e não do dinheiro.

Que o amor de Jesus, nosso amorável Amigo e grande médico das nossas almas, possa manter-nos saudáveis e cheios de vigor nos embates da vida.

 

Fausto

Mensagem psicografada na reunião mediúnica da

Fraternidade Espírita Irmã Scheilla na terça-feira 07/02/2012



Salvador-Bahia

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