domingo, 24 de junho de 2012

Divaldo Franco Encerra em Viena o Ciclo de Conferências na Europa






Internacional
Ano 6 - N° 266 - 24 de Junho de 2012
www.oconsolador.com.br
PAULO SALERNO
pgfsalerno@gmail.com
Porto Alegre, RS (Brasil)

 
 

Divaldo Franco encerra em Viena o ciclo de conferências em terras do Velho Mundo

Na etapa final de sua recente jornada por cidades da Europa, o orador falou na República Eslovaca e na Áustria

 
Mais dois países receberam a visita e a palavra do estimado confrade, que concluiu em Viena, Áustria, o ciclo de conferências que teve início no mês de maio.

Bratislava/República Eslovaca – 11 de junho 

Saindo de Viena no meio da tarde, Divaldo Franco, o Paladino Moderno do Evangelho, viajou até Bratislava, capital da República Eslovaca, para proferir uma conferência sobre Mediunidade: Desafios e Bênçãos, às 18h00min. O evento foi realizado no Cultus RuÅ?inov, RuÅ?inovská 28/ sál č. 275, Bratislava, das 18h00min às 21h00min. O intérprete para o idioma eslovaco foi Josef

Jackulak (na foto, ao lado de Divaldo), brilhante como sempre.
 

O Grupo de Estudos Espíritas Amigos de Allan Kardec, de Bratislava/República Eslovaca e a Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec, de Viena/Áustria, promoveram o evento que contou com a presença de 48 pessoas (foto). Divaldo, que visita Bratislava há mais de vinte anos, reencontrou amigos e conhecidos em uma confraternização  espiritual  que  a  todos

contagiou. O Sublime Peregrino de Jesus, citando Cícero, o grande filósofo latino, que dizia que a história é a pedra de toque que desgasta o erro e faz brilhar a verdade, chamou a atenção para os fatos históricos que apresentaria no decorrer de seu trabalho.

   

O conferencista e médium Divaldo Franco, em sua explanação, percorreu os fatos históricos para afirmar que a mediunidade não é uma criação do Espiritismo, mas que, ao longo dos tempos, ela sempre existiu. Heródoto de Halicarnasso narra os fatos ocorridos com o Creso, Rei da Lídia e as manifestações mediúnicas marcantes anunciando fatos que se dariam no futuro. 

A clarividência de ApolÃ?nio de Tiana ocorrido na cidade de Éfeso.

Dante Alighieri que depois de morto falou ao seu filho Jacopo informando onde estavam guardados os treze cânticos a respeito do céu, completando, assim, a sua obra A Divina Comédia; A clarividência do Papa Pio V ao informar a vitória da Igreja na Batalha de Lepanto na hora que ela ocorria; A comunicação mediúnica entre o Cardeal Eugênio Pacelli e o Papa Pio X, desencarnado, informando-o que seria eleito o próximo Papa e com grandes responsabilidades a cumprir. Estes são alguns casos apresentados e que atestam a existência da mediunidade desde remotas eras.

No Século XIX o Professor Hippolyte Léon Denizard Rivail – Allan Kardec -, após estudar os fatos mediúnicos que ocorriam em sua época, lançou, sob orientação dos benfeitores da humanidade, a monumental obra O Livro dos Médiuns, demonstrando que a mediunidade não é uma graça divina, nem privilégio, tão pouco é fenÃ?meno diabólico. Demonstrou, pelos fatos, que todos possuem este sexto sentido, ou seja, a mediunidade.

Sobre os desafios da mediunidade, o notável orador e médium Divaldo Franco, disse que é necessário realizar a transformação moral para melhor, evitando os transtornos psicológicos, a depressão, o pânico, os estados perturbadores da mente, as obsessões que infundem medo, pavor e desconfiança. Destacou que a mediunidade merece ser estudada em seus vários aspectos.

A mediunidade está em toda a parte. O espiritismo veio para dar dignidade à mediunidade, que deve ser exercida gratuitamente, que não é uma profissão, é consoladora. A mediunidade com Jesus está vinculada profundamente ao Espiritismo. Onde está a criatura humana aí estão suas virtudes e suas imperfeições. Jesus está acima de todos os filósofos e pensadores por ter posto em prática tudo o que Ele falou. Foi o único a falar sobre o amor, vivenciando-o e dizendo que há um deus interno em cada criatura. Jesus é o amor de Deus em nós.

Encerrada sua conferência, Divaldo respondeu a várias questões, oportunidade que teve para aprofundar alguns pontos, aclarar outros. Vale a pena amar. Feliz é aquele que ama. Quando a criatura humana ama consegue decifrar todas as equações do mundo. Com esses pensamentos o nobre orador agradeceu a oportunidade do trabalho, recebendo a gratidão do público em forma de aplausos e de um ramalhete de flores. 

Viena/Áustria – 12 de junho 

A acolhedora sede da Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec - VAK -, na Spengergasse, 10/3, Wien – Áustria, esteve repleta com mais de cinquenta pessoas (foto) ávidas para dessedentarem-se sobre os aspectos do médium e da mediunidade. O tema era palpitante, Mediunidade: Desafios e Bênçãos, o orador foi o fenomenal Divaldo Franco.

Orador e tema, uma combinação que empolga as pessoas para assistir, prestar atenção e aprender.

   

Os dirigentes Josef e Rejane desdo-braram-se para acolher o público que recebeu uma verdadeira aula sobre mediunidade, com a colaboração da intérprete para o idioma alemão Edith Burkhard (foto). Os estudos, reflexões e análises de George Ivanovich Gurdjieff, Peter Ouspensky e Robert de Ropp foram apresentados pelo Sublime Peregrino de

Jesus, despertando a consciência dos presentes com relação aos compromissos autoiluminativos.

Segundo Ouspensky, apoiado nos estudos de Gurdjief, há dois tipos de ser humano, o fisiológico e o psicológico. O fisiológico apresenta as seguintes características: Egocêntrico; Impiedoso; Ególatra; Imaturo psicologicamente; Escravo das sensações; e Egoísta. O ser psicológico é caracterizado por: Maturidade afetiva; Reflexivo; Altruísta; Sociável; Empático; e Religiosidade.

Joanna de Ângelis, Benfeitora Espiritual, com algumas dezenas de obras publicadas através da mediunidade de Divaldo Franco, apresenta uma série de reflexões sobre as características do ser humano e que se encontram no livro O Ser Consciente. De acordo com Ouspensky, a evolução do homem é a evolução de sua consciência. Com relação ao autoconhecimento ele afirma: o homem não conhece nem os próprios limites, nem suas possibilidades. Não conhece sequer até que ponto não se conhece.

Ouspensky afirma que o homem é uma máquina e Gurdjieff disse que... É possível deixar de ser máquina, mas, para isto, é necessário, antes de tudo, conhecer a máquina... Quando a máquina se conhece, desde esse instante deixou de ser máquina. Já começa a ser responsável por suas ações.  Outro ponto relativo à mediunidade foi ressaltado pelo nobre conferencista: a consciência. Joanna de Ângelis, no livro Autodescobrimento – cap. 3, diz: O desabrochar da consciência é um trabalho lento e contínuo, que constitui o desafio do processo da evolução. Inscrevendo no seu âmago a lei de Deus, desenvolve-se de dentro para fora a esforço da vontade concentrada, como meta essencial da vida.

Visando oferecer dados para uma análise judiciosa por parte de cada um, Divaldo apresentou os cinco níveis de consciência, de acordo com Robert de Ropp. 1. Consciência de sono sem sonhos; 2. Consciência de sono com sonhos; 3. Consciência desperta; 4. Consciência de si mesmo; e 5. Consciência cósmica. Vianna de Carvalho, Espírito, no livro Médiuns e Mediunidades, psicografia de Divaldo Franco, apresenta vários esclarecimentos sobre a consciência.

Antes de finalizar esse brilhante trabalho, Divaldo apresentou as questões relativas aos biorritmos celebrais e que são de capital importância para o exercício da mediunidade com Jesus. Aplaudido com muito entusiasmo, o incansável orador agradeceu pelo carinho, amor e dedicação com que cada um lhe recebeu. 

Viena/Áustria – 13 de junho

Após ter estado em 14 países e 26 cidades, Divaldo Franco, o incansável Paulo de Tarso dos dias atuais, realizou mais uma atividade para externar sua gratidão aos que facilitaram sua tarefa de divulgar a Doutrina Espírita em terras europeias, encerrando a atual jornada.

Sob a coordenação de Josef e Rejane (foto), dirigentes da Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec – VAK -, Divaldo denominou esta atividade extra como a noite da gratidão. Realizando um pequeno histórico de suas atividades na Europa, iniciadas em 1º de agosto de 1967 em Portugal e Espanha, ambos os países sob regime ditatorial de Salazar e Franco,

respectivamente.  

Exteriorizando seu sentimento de gratidão, o sublime peregrino de Jesus, nomeou algumas pessoas que lhe facilitaram a tarefa de divulgador da Doutrina Espírita. Em Portugal, com um trabalho na área espiritualista, o nome lembrado foi o de Eduardo de Matos, que maninha a Revista Fraternidade e um belo movimento com o mesmo nome, e recordou-se de Izidoro Duarte dos Santos, editor da revista Estudos Psíquicos. Destacou esses nomes de primeira hora para homenagear e agradecer todos os demais que se seguiram ao longo de sua trajetória de divulgador incansável do Espiritismo.

Na jornada atual foram 21 conferências, em media com duas horas de duração cada, 05 seminários de 6 horas, 11 minisseminários entre 3 e 4 horas.

Para que tudo isso pudesse ser realizado foi necessário um planejamento cuidadoso para que nada pudesse dar errado e que se iniciou com seis meses de antecedência. O exercício de uma disciplina férrea para seguir o planejado, a atividade psicográfica que não é interrompida, atender seu trabalho em Salvador, cuidar da correspondência diariamente, telefonemas para dar continuidade e controlar a execução das atividades da Mansão do Caminho, foram diligentemente executados, pois que nada pode sofrer solução de continuidade.

O mundo novo, disse o nobre médium, tem que começar em nós. Sua gratidão foi endereçada a Deus, a Jesus, a cada um e a todos, a cada cidade, a cada casa espírita ou familiar que lhe abriu as portas, a cada pessoa que perto ou longe da atividade fim, a cada um que orou ou executou a tarefa que lhe competia em seu âmbito de ação. Finalizou a noite da gratidão dizendo que o que importa é que

Parte do público em Viena

Divaldo com amigas

Divaldo com amigos

continuemos amando-nos uns aos outros, divulgando o Espiritismo em nome de Jesus, o meigo Rabi da Galileia

Joanna e Ângelis e os espinhos da jornada  

Ainda em Viena, Divaldo aproveitou o momento em que estavam presentes diversos espíritas militantes na Áustria, Espanha e Brasil, para ler uma mensagem de Joanna de Ângelis intitulada Espinhos na Jornada Cristã, que ele psicografou no dia 7 último, em Helsinque. Ei-la, na íntegra:

ESPINHOS NA JORNADA CRISTÃ

O pântano silencioso, às vezes, com águas tranquilas, guarda, na sua intimidade, a vaza fétida e venenosa.

A roseira que esplende de belas flores perfumadas, cobre as suas hastes com espinhos pontiagudos.

Na aparência a água destilada e o ácido sulfúrico têm a mesma apresentação.

As plantas carnívoras atraem as suas vítimas exalando suave doce perfume...

O Sol que aquece a vida e a mantém, é portador também dos raios infravermelhos e ultravioletas que danificam o organismo.

Sorrisos de amabilidade também ocultam infames traições e crueldades.

A calúnia, a perversidade, a perseguição, nem sempre apresentam-se com as características que lhe são peculiares, mantendo-se ocultas nos disfarces da hipocrisia e da desfaçatez.

É natural, portanto, que na estrada sublime do Evangelho, estejam escondidos espinhos que dificultam a marcha do viajor dedicado e tomado pelas emoções superiores.

São eles que testificam os valores de que o mesmo se encontra revestido, pois que, se o seu devotamento não é autêntico, logo foge do compromisso, queixando-se de dificuldades e de sofrimentos.

Quando alguém elege o serviço de Jesus na Terra, pode ter a certeza de que a incompreensão o segue em pós, a inveja o atinge com as setas da calúnia e da deslealdade, justificando-se de mil maneiras, a fim de ocultar a face inferior que lhe é peculiar.

Todos aqueles que foram fiéis ao Mestre ao longo dos séculos, padeceram as injunções penosas do caminho elegido para O acompanhar.

Não apenas, porém, os servidores da Verdade, mas todos os indivíduos que se destacam na comunidade pelos valores de nobreza e de dedicação à causa do Bem e do progresso das demais criaturas, são convidados ao pagamento pela glória de servir.

A sua caminha é sempre marcada por dores inconcebíveis, por competições infames e por injunções inacreditáveis, especialmente no meio de quantos deveriam comportar-se de maneira diferente.

Sucede que a Terra é ainda o mundo de provações e ninguém consegue avançar no rumo soberano da Grande Luz sem vencer a sombra exterior, após haver superado a própria sombra interior...

Por essa razão é reduzido o número de pessoas dedicadas à construção da harmonia e da fraternidade, sendo muito mais fáceis e expressivas aquelas que aderem ao comodismo, à indiferença, à acusação indébita, à infâmia, defendendo a sua área de dominação.

Quando se trata de uma revolução positiva e idealista, há uma recusa quase generalizada, por parte daqueles que se encontram satisfeitos consigo próprios, suas alegrias fisiológicas e interesses egotistas.

As ideias novas e progressistas incomodam, e além disso, os invejosos que não são capazes de superar os paladinos dos movimentos renovadores, atacam-nos ferozmente, porque gostariam de estar no seu lugar, sem o conseguir.        

*

Sempre encontrarás espinhos sob a areia fina da estrada ou pedrouços no terreno a conquistar.

Desde que te candidatas ao serviço do Mestre Jesus, não podes anelar por aquilo que Ele não rejeitou, embora sendo o Eleito de Deus.

Toda a Sua vida esteve sob acusações falsas, perseguições mesquinhas, injunções más, forjadas pelos inimigos da Humanidade, que dela somente se beneficiam sem qualquer contribuição favorável.

Nunca esperes retribuição pelo que faças de dignificante e honorável.

Que te bastem as satisfações e prazeres da ação desempenhada e não os efeitos a que deem lugar.

A tarefa do semeador é distribuir as bênçãos de que se faz instrumento e seguir adiante.

Quanto possível, deves erradicar a erva má que lhes ameace o desenvolvimento, quando na condição de plântulas frágeis, resguardá-las das intempéries e dos inimigos naturais, sem preocupar-te contigo.

Igualmente, não guardes qualquer ressentimento em relação àqueles que se divertem com os teus sofrimentos, que se comprazem com as tuas aflições na seara.

Eles também não passarão incólumes, pois que a vereda é a mesma para todos.

Mesmo agora, com sorrisos e esgares, aparentando felicidade, encontram-se enfermos, sofridos, necessitados...

Todos aqueles que se apresentam como privilegiados de hoje serão chamados aos testemunhos amanhã.

Quem hoje sofre, avança para as cumeadas da interação com o Pai, através do devotamento e da sinceridade dos seus atos.

Desse modo, quanto mais diatribes te atirem, mais convicção segurança adquires em torno da excelência do trabalho ao qual te afervoras.

Teme, porém, quando facilidades e aplausos te acompanharem no serviço. São muito perigosos, porquanto constituem retribuição pelo que foi realizado, ou apenas simulações e hipocrisias, e isso equivale a um tipo de pagamento à vaidade e à presunção.

Desde que trabalhas sob o comando do Mestre a Ele cabem as bênçãos do futuro da tua cooperação, e a ti a alegria de estares ao Seu lado.

Todos aqueles que O acompanharam, com exceção do discípulo amado provaram os rudes testemunhos, inclusive, o holocausto da própria vida.

Que esperas, por tua vez?!

Resta-te, somente, servir mais e melhor, consciente de que o teu grão de mostarda é também valioso no conjunto da semeadura de luz.

Alegra-te, pois, quando caluniado, vilipendiado, sem razão atual, porquanto, estarás expungindo, o que representa uma verdadeira dádiva dos Céus.

Enquanto alguns estão comprometendo-se, tu caminhas redimindo-te, pouco importando-te com, a maneira pela qual isso acontece.

Tem, pois, compaixão dos teus adversários e sê-lhes amigo desconhecido e maltratado.

São poucos os seres humanos que desejam tornar-se amigos, servir, durante a caminhada que lhes é rica de carências, pródiga de diversões e escassa de abnegação.                        

*

Onde estejas, com quem te encontres, nunca deixes de assinalar a tua presença com a ternura, a misericórdia, a alegria de amar e de servir.

As pegadas mais fortes são aquelas transformadas em luzes que brilham apontando o rumo de segurança.

Caso tenhas coragem, após sofreres os acúleos da estrada, retira-os, a fim de beneficiares todos aqueles que venham depois de ti.

Que a tua dor não seja por eles experimentada, nem os teus suores de sofrimentos íntimos derramem-se pelas faces dos futuros divulgadores do Infinito Amor.

                                               Joanna de Ângelis

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na manhã de 7 de junho de 2012, em Helsinque, Finlândia.)  

O balanço derradeiro 

A jornada doutrinária na Europa, recém-concluída, sagrou-se de sucesso ímpar. O público participante foi o maior desde o distante ano de 1967, quando Divaldo iniciou seu trabalho na Europa. São quase quarenta e cinco anos de labor doutrinário, levando o conhecimento contido nas Obras Básicas da Doutrina Espírita, as mensagens cristãs de fraternidade, de solidariedade e de amor.

Incentivador nato, ombreou com os trabalhadores do Cristo, muitos deles brasileiros radicados na Europa, a perseverarem no estudo, na divulgação, no atendimento aos necessitados de consolação, na constituição de núcleos visando à fundação de instituições espíritas. Podemos afirmar categoricamente que os objetivos iniciais estão consolidados, quase todos, e produzindo ricos e enobrecedores resultados.

Na atualidade, inúmeros outros expositores espíritas brasileiros estão trilhando os caminhos abertos por Divaldo Pereira Franco. Foram anos de labor intenso, superando obstáculos em terras estrangeiras e a ação hostil de governos intolerantes ao pensamento espírita. Ainda hoje, este ícone do movimento espírita custeia suas passagens aéreas de ida e volta ao Brasil com seus recursos próprios. Faz bem pouco tempo, a partir da organização do movimento espírita europeu, é que os deslocamentos e hospedagens na Europa deixaram de ser sua responsabilidade.

A força e a dedicação de Divaldo são inusitadas. Atravessando fronteiras geográficas e linguísticas, vencendo o tempo, o clima, consegue superar o desgaste físico e mental para estar integrado com nossos irmãos de ideal espírita e simpatizantes. Reflitamos sobre o nosso esforço em vencer pequenas dificuldades, sejam materiais ou de relacionamentos interpessoais.

Exuberante em seus 85 anos de idade, com 65 anos de experiência no campo da oratória, profundo conhecedor da Doutrina Espírita, Divaldo Pereira Franco é reconhecido, nacional e internacionalmente, como um grande espírita. Sua obra no campo da psicografia, da mediunidade, da oratória e da caridade, conforme atesta a atividade desenvolvida na Mansão do Caminho em Salvador/BA, torna-o digno de louvor.

Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo é o semeador de sentimentos nobres nas mentes e corações humanos. Neste longo trabalho doutrinário, realizado recentemente na Europa, o Peregrino de Jesus teve a oportunidade de constatar que sua dedicação e seu esforço de quase 45 anos em terras europeias, juntamente com a colaboração de inúmeras pessoas lá radicadas ou nativas, está produzindo resultados alvissareiros.

No passado, os grandes missionários do doce e meigo Rabi da Galileia testemunharam sua fé, muitos com a própria vida. Na atualidade os testemunhos se dão no campo da honra, da moral. Não se apedreja mais, não se imola mais nas fogueiras, nos circos, mas lançam-se calúnias, diatribes, visando criar máculas no trabalho digno, amoroso, fraternal e promotor da criatura humana desvalida, como assistimos, ciclicamente, nos arraiais espíritas.



 

 


 

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