segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

ENCARNAÇÕES DAQUELE QUE NA ULTIMA FOI CONHECIDO PELO GENOCIDIO: ADOLF HITLER

Alguns dos muitos ditadores das épocas pós-guerra foram exilados de outros orbes, lembrando que muitos desses encarnaram várias vezes, a exemplo de Hitler. Em uma de suas primeiras encarnações, ele foi um religioso que adquiriu grande conhecimento místico-esotérico na índia, inclusive a respeito da força da suástica. Depois, foi o Rei David, que utilizando-se de assassinatos e de guerras de conquistas unificou grande parte do povo judeu, porém mantendo um regime de escândalos, de corrupção e de terror sobre seus súditos que passaram, com o tempo, a odiá-lo. Posteriormente veio à Terra como Filipe II, o rei conquistador da Espanha, que sustentou um governo de subornos e de crueldades. Dizia-se católico apenas como base do poder, mas perseguia aqueles que defendiam o combate à pobreza, a aplicação da justiça e o altruísmo, exilando-os sob o manto de missões no exterior. Seu fracasso na tentativa de invadir a Inglaterra com a invencível Armada lhe deu motivos para evitar os britânicos, quando, reencarnado corno Hitler, procurou mantê-los longe da guerra em 1939 e depois não ousou a invasão da ilha, mesmo tendo superioridade numérica na época. E, a exemplo do que fez inicialmente como David na unificação dos judeus com o uso da força, tentou unificar os alemães de todo o globo pelo mesmo modo. Essa persistência de conquistar para unir é fruto de sua índole, ambicionando poder, liderança total e veneração pessoal. Tanto que, como Hitler, também tentou unificar a Europa em torno de seu regime, criando governos títeres e convocando voluntários locais para reforçar seus exércitos. Seu ódio pelos judeus derivou do modo como foi tratado pelo próprio povo quando era o rei David. Foi um brutal gesto de vingança pessoal pelo orgulho ferido. David pode ser amado pelos judeus de hoje que não o conheceram, mas não pelos de sua época que conviveram com ele.
Alguns dos muitos ditadores das épocas pós-guerra foram exilados de outros orbes, lembrando que muitos desses encarnaram várias vezes, a exemplo de Hitler. Em uma de suas primeiras encarnações, ele foi um religioso que adquiriu grande conhecimento místico-esotérico na índia, inclusive a respeito da força da suástica. Depois, foi o Rei David, que utilizando-se de assassinatos e de guerras de conquistas unificou grande parte do povo judeu, porém mantendo um regime de escândalos, de corrupção e de terror sobre seus súditos que passaram, com o tempo, a odiá-lo. Posteriormente veio à Terra como Filipe II, o rei conquistador da Espanha, que sustentou um governo de subornos e de crueldades. Dizia-se católico apenas como base do poder, mas perseguia aqueles que defendiam o combate à pobreza, a aplicação da justiça e o altruísmo, exilando-os sob o manto de missões no exterior. Seu fracasso na tentativa de invadir a Inglaterra com a invencível Armada lhe deu motivos para evitar os britânicos, quando, reencarnado corno Hitler, procurou mantê-los longe da guerra em 1939 e depois não ousou a invasão da ilha, mesmo tendo superioridade numérica na época. E, a exemplo do que fez inicialmente como David na unificação dos judeus com o uso da força, tentou unificar os alemães de todo o globo pelo mesmo modo. Essa persistência de conquistar para unir é fruto de sua índole, ambicionando poder, liderança total e veneração pessoal. Tanto que, como Hitler, também tentou unificar a Europa em torno de seu regime, criando governos títeres e convocando voluntários locais para reforçar seus exércitos. Seu ódio pelos judeus derivou do modo como foi tratado pelo próprio povo quando era o rei David. Foi um brutal gesto de vingança pessoal pelo orgulho ferido. David pode ser amado pelos judeus de hoje que não o conheceram, mas não pelos de sua época que conviveram com ele.

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