
Nossa vida nunca pode ser somente pouso nem somente guerra.
Entre as lutas e os descansos estamos posicionados para que
aprendamos a superar todos os limites de nosso ser, vencendo
nossas inclinações à preguiça e aprendendo a cultivar forças nas
vibrações íntimas da alma durante os desafios dos problemas.
Se o repouso é garantia para a recuperação do corpo e o refazimento
do espírito ao contato com belezas e bons sentimentos, não nos
devemos deixar arrastar pelo ócio que intoxicaria nossos tecidos
fluídicos com o narcótico da preguiça que produziria tempos
difíceis pela frente.
Se as lutas da vida são os momentos decisivos para a aferição
de nossa capacidade de resistência e combate, lembre-se de
que não estarão para nos fornecerem medalhas ou troféus de
lata e, sim para avaliarem como é que cada um reage às provocações
e às dificuldades.
Não é mais válido vencer de qualquer jeito.
É necessário obter a vitória através da vivência de princípios, sem os
quais, o crime, o engodo, a mentira, a força, a violência, acabariam sendo
ferramentas de um sucesso na vida que corresponderia tanto quanto
corresponde sempre a um fracasso moral do espírito reencarnado.
Não basta vencer. É preciso VENCER-SE.
E para tanto, é indispensável CONHECER-SE.
E depois de conhecer-se, é urgente DOMINAR-SE.
Assim, as lutas da vida esperam de nós comportamentos compatíveis
com a nobreza de princípios que adotemos como norma de conduta.
(Texto extraído do livro:Sob as Mãos da Misericórdia,
Lucius/André Luiz Ruiz)
Enviado por Marluce Faustino/RJ
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