sábado, 7 de maio de 2011

Mensagem - 24/04/2011


Aos que negam a vida

 

Falar sobre a morte biológica do corpo é tocar em assunto bastante delicado que apavora grande parte dos encarnados.

Conquanto a religião seja a ligação consciente com o Criador, muitas das doutrinas evangélicas negam a continuação da vida pela devida apropriação do espírito na continuidade das suas paixões e conquistas no patrimônio inviolável de cada alma. Assim, negam de forma contundente a reencarnação, o regresso do ser ao mesmo palco onde dantes viveu para remenear a epopéia carnal, tendo nova vestimenta, refazendo uma vez mais os passos na ascensão do progresso espiritual a que cada ser está destinado.

Realmente isso ainda acontece mesmo quando todas as frentes paranormais indicam a preexistência da consciência inteligente após o decesso da vida física, quando as lições espiritualistas atestam a verdade da Vida Eterna, quando os fatos e ocorrências espirituais testemunham o mundo oculto e até mesmo o Evangelho, quando imparcialmente e sem fanatismos é analisado, traz com Ele bastantes provas da continuidade da criatura como entidade etérea e imortal.

Ainda assim esses fomentadores de ilusão, representantes de Deus a contento das paixões humanizadas, continuam a disseminar os enganos e a diatribes que freiam o avanço consciente da Vida Maior na sociedade.

Todavia com o progresso moral e intelectual chegando aos dias da razão, já não caberá ao tempo de então, certas falsas concepções religiosas, qual a do homem que dormiria depois da vilegiatura carnal esperando em repouso o dia do juízo final.

O céu de angelical sossego infindável e o ranger de dentes do inferno eterno já não ilustram as crenças do homem instruído.

Não percebem os "pastores da verdade" que espalhando erros vertentes de pobreza efetiva, estão a negar o próprio Criador na sua capacidade de amor e enriquecimento dos esforços do ser?

Negar a reencarnação seria o mesmo que aceitar aquele Deus vingativo e sanguinário que o homem primitivo e o da Idade Média carregaram no coração por tantos séculos.

O Espiritismo nasce no seio da sociedade terrena no momento certo, quando é dado o início para que a impostura seja abolida e a verdade se levante gradativamente tomada pela razão, não pela crença, ou, pelo sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância do fantasioso.

O Consolador prometido já desfralda a Alvorada de Luz aos espíritos terrícolas. Maviosamente os Planos Superiores alimenta os dois lados da vida, a física e a espiritual, enriquecendo ambos os mundos com os entendimentos da Vida que não se extingue.

Esses que hoje impedem a conscientização em massa das verdades espirituais muito se arrependerão e sofrerão remorso profundo por terem freado o desenvolvimento alheio, seja pelos seus interesses mesquinhos, seja mesmo pelo seu engano ou fanatismo cego.

Não obstante dias novos estão a se promover, quando a própria humanidade marchará à procura dos esclarecimentos espirituais, avidamente buscando o Espiritismo para lhe tranqüilizar as angustias e lhe clarear os pensamentos sombrios.

Aos que o seguem como Doutrina de vida, cabem honrar o Espiritismo através da conduta proba, sem serem estorvos aos divulgadores dessa verdade, auxiliando-os na divulgação da vida após a morte, abraçados a essa certeza íntima, ligados as Leis de Deus, dando provas de que são discípulos do amor e fomentadores da fraternidade mundial.

 

Muita paz a todos.
 

Anastácia

Mensagem recebida na reunião mediúnica da

Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, na quinta-feira em 28/04/2011





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