quarta-feira, 27 de julho de 2011

Reunião Mediúnica – Quinta-feira 21/07/11(FEIS-Salvador-Bahia)




Reunião Mediúnica – Quinta-feira 21/07/11


Meus irmãos queridos é um prazer enorme em lhes falar novamente, agora com mais facilidade devido à desobstrução do caminho mediúnico e da energia que circula neste ambiente hoje.

Gostaria de agradecer a todos que aqui vem por caridade a si e ao próximo, agradecer àqueles, bons de coração, que se dedicam ao atendimento dos irmãos tão necessitados. Falo principalmente daqueles que se dedicam de corpo e de alma ao trabalho. Quero dizer, aqueles que procuram se aprimorar para melhor atender aos que chegam, seja através de estudo, cursos ou da própria lapidação. Agradeço a todos, e principalmente a estes. Não existe trabalho mais próprio para a lapidação e decoração da alma que o serviço aos que necessitam de nós!

Meus queridos, aos que ainda não se dedicam, gostaria de lhes esclarecer.  Esclarecer-lhes de uma forma diferente. Esclarecer a partir do entendimento que nos cabe.

Vamos agora clarear novos caminhos para alguns e reforçar caminhos para quem já os segue.

Trago às vossas memórias um exemplo de nosso irmão maior, Jesus Cristus. Poucos enxergam esta perspectiva, mas à sua época Jesus atendia irmãos em um trabalho parecido com o que fazemos hoje. Os necessitados encarnados ou desencarnados tinham a oportunidade de conversar com o Grande Consolador, e ele, adequando-se a linguagem e necessidades de cada filho que lhe surgia, conversava e renovava a energia daqueles, para que pudessem encontrar seus caminhos. Porém o trabalho de Jesus cada vez mais é distorcido entre as comunidades. Ao observar o trabalho do nosso mestre muitos irmãos acreditam que a boa vontade e a disposição para atender aquele que nos chega é suficiente. Uma breve análise nos mostra que esta afirmação não é verdadeira. Jesus era bálsamo para os que lhe procuravam por ter AMOR E CONHECIMENTO, sem a desvinculação de um ao outro. Não foi somente o bom coração de Jesus que ajudou aquele povo, mas seu conhecimento acerca das enfermidades físicas e espirituais que os afligia, sua propriedade para atendê-los, e isso aconteceu por conta do seu extenso conhecimento acerca do sofrimento humano. Assim, como pretendem aqueles que se dedicam aos passes, por exemplo, ajudar a curar um doente se não sabe como fazê-lo? Deixarás tudo a cargo dos espíritos? Não vejo como, já que, lembrando-nos da lei da atração, qual a modalidade, por assim dizer, de espíritos que os irmãos estão atraindo? Naturalmente são espíritos que se acomodaram em uma situação e não se dedicam aos estudos mais profundos acerca de seu tema de interesse. Então esta opção esta eliminada, pelo menos a via de regra. É claro, e acredito que não seja necessário falar das exceções, que por serem freqüentes devido à falta de preparo dos canais, tendem a parecer regras. Não o são! É necessário que estudem.  Como pretendem atender aos que aportam a mediúnica sem entender um pouco de psique, de sofrimento, de técnicas que quebram ciclos viciosos de pensamento, de técnicas calmantes. Todos vocês tem capacidade para aprender a lidar com as mudanças necessárias. É importante que a liderança de início a ações que limitem a atuação daqueles que se recusam a estudar. Os encarnados não vêem, mas existem passes que adoecem, existem conversas na mediúnica que afastam ainda mais o espírito já perdido. O despreparo camuflado de boa vontade não é nada além de prejudicial. Para certificar-me de que fui claro, não existe trabalho de caridade sem AMOR, sem BOA VONTADE, porém não estamos em um momento em que precisamos agir aos "trancos e barrancos", em que qualquer um quer se candidatar para o trabalho deve ser imediatamente alocado. Sugiro uma ação "peneira", no sentido de refinarmos e termos o melhor de cada trabalhador. Quando o trabalhador está pronto o trabalho aparece. Temos muita demanda por trabalho, mas não temos trabalhadores prontos, por isso nós, da equipe espiritual responsável pela casa não autorizamos a abertura de determinados trabalhos. Desde a casa antiga temos informado que com o novo espaço físico teríamos uma demanda maior, mas os irmãos não se preparam. Como vocês bem viram, não estou falando do preparo físico, já que este lhes foi garantido que seria a menor das preocupações. Não sei se vocês pensam que nós nos preocupamos apenas com o trabalho espiritual, e não nos atentamos as questões físicas. Ledo engano. Sabemos muito bem que no plano material o dinheiro é necessário, uma boa estrutura física é necessária, e temos inclusive um planejamento financeiro e estrutural muito mais coerente que o de vocês, e com propriedade dizemos que esta não é a preocupação número um.

Não acredito ser possível conceber uma reunião mediúnica sem que seus participantes estejam em constante estudo. Não falo somente do estudo pré-reunião, mas do estudo diário, do estudo continuo e disciplinado. Em grupo ou não, mas que foque a área de trabalho de vocês, e aviso de antemão é extremamente vasta. Podemos começar com o sofrimento, ou seja, a necessidade de entender como funcionam estas mentes que sofrem incessantemente, entender o ambiente em que estas se encontram. Vejo freqüentemente a generalização do termo umbral. Isto se deve à falta de leitura, para compreender que este ambiente é plural, com inúmeras formas, inúmeros espíritos em estágios completamente distintos, para entender que o socorro em cada região é feito de forma singular, completamente diferente de outros grupos de socorro. Podemos prosseguir e falar das enfermidades. Vocês acreditam que quando um espírito diz: estou sem perna, e vocês falam que ele tem perna sim, o aparecimento de sua perna ocorre instantaneamente, por força da vossa palavra. Inúmeras literaturas mostram como esta recuperação acontece, e o enorme dispêndio de energia dos espíritos para que aquela perna reapareça. Isto se chama falta de instrução, para entender que o mundo espiritual, pelo menos o que esta ao redor da Terra não é mágico. Algumas deformações, na verdade a maioria delas não podem ser resolvidas com uma simples ordem do doutrinador. Mais prudente seria encaminhá-lo a um tratamento. Percebam porém o quão difícil e arriscado é partilhar esta informação, já que aqueles que não estudam irão entender os meus dizeres como regra e tomarão esta atitude com todos os espíritos mutilados. Não é isto! A percepção do doutrinador é essencial para decidir qual rumo tomar com cada irmão.

Acredito que me fiz entender. Este não é um recado para ser lido apenas uma vez, já que traz inúmeras reflexões, e pode inclusive ser utilizado para estabelecer diretrizes.

 

Dedico todo meu amor nestas miúdas e assertivas palavras,

 

Irmão José.

               

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