sábado, 11 de fevereiro de 2012

ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO VAI QUEM JÁ MORREU

Por Manoel Trajano

Ao contrário do que diz a letra de Caetano Veloso, atrás do trio elétrico(e dos camarotes e arquibancadas também) quem já morreu vai atrás. Não é raro aparecerem espíritos desencarnados aparecerem de em formas-pensamento de abadá em reuniões mediúnicas afirmando que "estão prontos para arrasar" em formas de agito,violência,sexualidade estimulando as mentes invigilantes(grande maioria) movidas a álcool e outras drogas. É bem ditado isso no livro "Sexo e Obsessão" de Manoel Philomeno de Miranda psicografado por Divaldo Franco. Legiões de espíritos perturbados e de faixa vibratória inferior,maus na essência sodomizam espíritos doentes e perdidos em zonas umbralinas densas e escuras em formas-pensamento de cachorros e outros animais.Essa legião se aproxima dos circuitos carnavalescos vampirizando e manipulando a grande maiorias das mentes que se encontram desorientadas,perdidas,fracas,materialistas,tristes e com baixa autoestima entre outros perfis que se encontram com os valores invertidos e que fogem às leis divinas.

Carnaval é alegria,de fato.É emoção e prazer. Mas a onda de violência e doenças que assola o período que antecede a quaresma antes da Cinzas é inevitável. A promiscuidade e a perdição se fazem mais evidente naquilo que não tem-se mais espaço diante do quadro doente do mundo atual com tanta fome e miséria. Zagalo disse em entrevista uma vez que na época dele "lança perfume era lançado na canela da moça". Hoje é ingerido com energético, bebida alcóolica,drogas diversas e a sensualidade a flor da pele muitas vezes é transformada em agressão.Se bate numa mulher ou numa garota porque não se obteve um beijo tentado a força.

Pessoas da área da saúde sempre me dizem que se a população soubesse metade do que chega aos postos de saúde, ninguém brincaria o carnaval atual,pelo menos nas grandes cidades como Salvador,São Paulo e Rio de Janeiro. O carnaval de Olinda ainda passa inocência,pureza,tranquilidade ou outros "menos famosos" no Brasil. Agradeço a Deus por ter vivido um Carnaval com quase nenhuma violência até a década de 90,sob chuva até altas horas entre amigos. Infelizmente hoje não é mais assim e fico preocupado com meu sobrinho que começa a conhecer a festa e sair em bloco.Ele tem o direito de experimentar é claro e tirar suas próprias conclusões. Minha visão é de ex-folião e de profissional de segurança que trabalho vários anos dentro da festa.O Espiritismo clareou mais ainda o que eu já via mas não enxergava no mundo invisível: a festa momesca hoje é para poucos e para o rico bolso de menos ainda que estão pouco se lixando para a população no meio musical,tanto é que os grandes artistas que foram responsáveis pela divulgação do carnaval baiano hoje são colocados de lado,ganham miséria de cachê e não tem o devido valor.


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